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Sandra Regina Sales

Permanente


Lattes: http://lattes.cnpq.br/6700481146248917

Possui graduação em Letras (1991), graduação em Pedagogia (1995), mestrado em Educação pela Universidade Federal Fluminense (1998) e Doutorado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2007). Atualmente é professora do Instituto Multidisciplinar e do Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). É líder do Grupo de Pesquisa e Estudos em Educação de Jovens e Adultos do CNPq. Tem experiência na área de Educação, especialmente na Educação de Jovens e Adultos (EJA), atuando principalmente nos seguintes temas: sujeitos da EJA; formação e prática docente no campo da EJA, interseccionalidade das dinâmicas de classe, raça e gênero na EJA.

CONTATO

E-mail: sandrasales@ufrrj.br

LINHA DE PESQUISA

  • Linha 1: Estudos Contemporâneos e Práticas Educativas.

GRUPO DE PESQUISA

  • Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos – GEPEJA 

Coordenação: Sandra Regina Sales e Renato Pontes Costa.

O Grupo de Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos – UFRRJ (GEPEJA – UFRRJ) é um espaço público que reúne pesquisadores/as e educadores/as na Área de Educação de Jovens e Adultos (EJA), compromissados/as com o direito à educação inclusiva e diversa, numa perspectiva teórico-metodológica plural.

PROJETOS DE PESQUISA

  • Formação e prática docente na educação de jovens e adultos: o (não) lugar do estágio supervisionado em Cursos de Pedagogia do Rio de Janeiro

Período: (2023 – Atual)

Os debates sobre a adequação e a qualidade dos programas de formação docente para atuar na Educação Básica são recorrentes e acirrados tanto nas esferas públicas como acadêmicas. Uma perspectiva bem conhecida e que está sustentada em alguns estudos empíricos, ainda que questionada por outros, assinala que há uma profunda crise nos cursos de Pedagogia, já que seus/suas egressos/as não são bem preparados/as para enfrentar os desafios político-pedagógicos e culturais presentes nas salas de aula. No campo da Educação de Jovens e Adultos (EJA) o diagnóstico da crise da formação é associado fortemente com a ausência ou insuficiência de componentes curriculares voltados para a esta modalidade de ensino que abarca sujeitos com especificidades e demandas próprias. O estágio supervisionado se constitui em um componente curricular e espaço formativo privilegiado por colocar em contato estudantes em formação, professores/as formadores/as que atuam em Instituições de Ensino Superior e professores/as que atuam na educação básica. Os objetivos desta pesquisa são: a)  descrever como se estrutura e se desenvolve o estágio supervisionado no campo da EJA em universidades públicas e privadas no Estado do Rio de Janeiro; b) analisar as estratégias desenvolvidas para reconhecer e atender as diversidades raciais, etárias, de gênero e outras interseccionalidades identitárias dos estudantes da EJA no Estado do Rio de Janeiro; c) propor alternativas pedagógicas de fortalecimento do estágio supervisionado no campo da EJA. Esta pesquisa desenvolve programas piloto, questionários, entrevistas, observações e grupos focais com professores/as universitários que trabalham com estágio supervisionado na EJA, estudantes que estejam estagiando na EJA e com docentes que atuam em escolas de EJA onde estagiam graduandos/as em Pedagogia.

Grupo de Pesquisa: Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos – UFRRJ (GEPEJA – UFRRJ)

Palavras-chave: Formação docente, prática pedagógica, educação de jovens e adultos, estágio supervisionado, Curso de Pedagogia.

  • Que educação para que cidadão? Discursos influentes na Educação de Jovens e adultos no Brasil

Período: (2014 – Atual)

Um dos debates centrais no campo da EJA se manifesta como uma tensão entre perspectivas que enfatizam a homogeneidade ou a heterogeneidade de seus sujeitos. Essa tensão tende a se focalizar nos direitos dos cidadãos jovens e adultos em relação às políticas do sistema sobre: a definição da idade para ingresso nos cursos e exames; a determinação da permanência ou exclusão de jovens da chamada escola “regular” e, mais recentemente, a incorporação das múltiplas dinâmicas associadas com as identidades raciais, étnicas, de gênero, de necessidades especiais entre outras. Esses debates, têm reflexo, ao mesmo tempo que refletem, tensões discursivas entre os profissionais do campo e a sociedade em seu conjunto. O objetivo desta pesquisa é identificar os protótipos dos professores do campo da EJA no estado de Rio de Janeiro, assim como a sua relação com os protótipos presentes nos discursos acadêmico e da mídia sobre “cidadania”, “diversidade”, “diferença” e “inclusão” em relação com a educação e, mais especificamente na EJA. A compreensão de protótipos requer analisar continuidades e mudanças sobre períodos de tempo prolongados e de acervos discursivos significativos ao problema estudado. Neste projeto serão analisados acervos discursivos acadêmicos e da mídia produzidos em 30 anos (1995-2025) . Para o caso do acervo acadêmico foram selecionadas três fontes: Revista Brasileira de Educação; revista Educação & Sociedade, e trabalhos apresentados no Grupo de Trabalho Educação de Pessoas Jovens e Adultas (GT 18) nas reuniões anuais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd. Tanto as revistas científicas (plenamente consolidadas no campo, trimestrais e de grande prestígio entre os pares) como os trabalhos apresentados na ANPEd são reconhecidos como os de maior influência conceitual na formação dos futuros educadores da EJA. Do acervo da mídia serão analisadas matérias publicadas sobre EJA no período 1995-2015 nas revistas Veja, a Isto É e a Época. A escolha destas revistas se justifica por serem revistas semanais de grande circulação no país e  parte de conglomerados midiáticos de grande influência. Para analisar os protótipos dos profissionais será aplicado um questionário a professores que trabalham com EJA em Instituições de Ensino Superior (IES) sediadas no Estado do Rio de Janeiro. O questionário será desenvolvido a partir dos dados recolhidos em 10 entrevistas com professores das IES do Rio de Janeiro. Antecipamos que os resultados desta pesquisa permitiram entender os protótipos que tencionam a EJA no Rio de Janeiro, passo fundamental para pensar e propor políticas setoriais mais apropriadas para a modalidade EJA.

Grupo de Pesquisa: Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos – UFRRJ (GEPEJA – UFRRJ)

Financiamento: CAPES e FAPERJ.

  • A diversidade da EJA na mídia: uma análise das representações dos sujeitos, dos atores e das políticas educacionais nas revistas semanais brasileiras

Período: (2013 – 2015)

Esta pesquisa investiga os discursos sobre a diversidade racial, étnica, etária, de gênero, de necessidades educacionais e religiosa dos sujeitos, dos atores e das políticas no campo da EJA nas três revistas de notícias semanais brasileiras de maior circulação – Veja, Isto É e Época – durante o período 1995-2010. A escolha de estudar as relações entre a modalidade de ensino da EJA e a mídia se justifica mediante duas razões fundamentais. Primeiro, no Brasil é indubitável a importância política e pedagógica dos meios de comunicação. Embora a influência da mídia seja cada vez mais relevante, a pesquisa em EJA tem apresentado a tendência de analisá-la de maneira esquizofrênica: ora como um ator muito influente e antagônico aos objetivos dos educadores da EJA,  devendo, portanto, ser combatido; ora completamente irrelevante para os processos de ensino-aprendizagem dos sujeitos da EJA e, portanto, ignorado. Segundo, por muito tempo a pesquisa sobre a EJA ignorou suas múltiplas diversidades, em particular a diversidade dos sujeitos como agentes que têm raça, gênero, etnia, religiosidade, entre outras. Esse posicionamento teve duas sérias consequências. Por um lado,  dificultou a elaboração de propostas mais efetivas para resolver os grandes problemas do campo e, por outro,  impulsionou um olhar muito simplista sobre a elaboração de novos conhecimentos sobre os sujeitos da EJA. Para atender essas razões a pesquisa utiliza metodologias que atendem a complexidade do objeto de estudo. Tem um olhar de longo prazo (1995-2010); contextualiza as relações entre EJA e mídia desde um marco conceitual que reconhece a diversidade e a multiplicidade de posicionamentos ideológicos e pedagógicos; utiliza tanto estatísticas básicas de tipo descritivo, como abordagens qualitativas, especialmente de análise crítica do discurso, tanto dos textos como das imagens.

Grupo de Pesquisa: Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos – UFRRJ (GEPEJA – UFRRJ)

Palavras-chave: diversidade, mídia, educação de Jovens e adultos.

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