Máximo Augusto Campos Masson
Colaborador
Lattes: http://lattes.cnpq.br/1132398987153174
Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Programa de Pós-graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sociólogo, graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Ciências Sociais (área de concentração em Política) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Realizou estágio de Pós-Doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Foi professor da Universidade Federal de Ouro Preto (de 1987 a 1988), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (de 1989 a1993) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (de 1993 a 1997). Exerceu diversas funções administrativas e de representação acadêmica. Participou, como pesquisador convidado, do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da Educação, desenvolvendo trabalhos sobre os seguintes temas: trabalho docente, sindicalismo de professores, políticas educacionais, movimentos sociais e educação, trabalho e educação, trajetórias escolares e classes sociais. É integrante da equipe de pesquisadores do Grupo de Estudos e Pesquisas Trabalho, Formação e Identidade Docente da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gestão e Políticas Públicas em Educação da Universidade Federal Fluminense; do Grupo de Ensino e Pesquisa em Didática da Geografia, sob a coordenação da Profa. Dra. Sônia Castellar, da Universidade de São Paulo e do Laboratório Imaginário Social e Educação, da UFRJ. É membro da Associação Nacional de Política e Administração Educacional, da Associação Latino-Americana de Sociologia, da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação e da Associação Brasileira de Currículo.
LINHA DE PESQUISA
- Linha 2: Desigualdades Sociais e Políticas Educacionais
GRUPO DE PESQUISA
- Habitus e Práticas – Grupo de Estudos e Pesquisas em Trabalho, Formação e Identidade.
Coordenação: Máximo Augusto Campos Masson.
Site do Grupo de Pesquisa: https://www.habitusepraticas.com/
PROJETOS DE PESQUISA
- Campo Educacional e, Campo Político em Face do Conservadorismo Contemporâneo
Coordenador: Máximo Augusto Campos Masson
Descrição: Com base nas proposições sociológicas de Pierre Bourdieu relativas às práticas sociais, fundando-se em seus conceitos centrais de campo social, habitus de classe e tipos de capital, e na tradição marxista, em especial nas formulações gramscinianas sobre hegemonia como forma de dominação política, busca-se apreender efeitos nas práticas de agentes sociais, como os professores inseridos, no campo educacional, seja em relação a estudantes, a instituições em que atuam e a visões sobre o exercício do magistério, decorrentes de mudanças nas relações presentes no campo político em face da emergência e expansão de novas formas de ativismo conservador na sociedade brasileira, expressas sob a formas de movimentos de extração religiosa ou político partidária. São objetivos correlatos da pesquisa: verificar e descrever intervenções conservadoras diretas em instituições de ensino relacionadas a movimento sociais e partidos políticos; apreender reações de agentes do campo educacional, inclusive organizações sindicais, às intervenções do novo ativismo conservador; verificar tendências de adesão a ações conservadoras por parte de agentes do campo educacional como professores e estudantes e verificar possíveis efeitos no campo educacional de reações ao conservadorismo provenientes de movimentos sociais e partidos políticos classificados como ?democráticos? ou ?progressistas?. O Estado do Rio de Janeiro é eleito como universo de pesquisa em face da tradicional importância no campo político brasileiro e por nele ter se verificar forte adesão da população a projetos conservadores como sinalizam os resultados eleitorais da última década. É hipótese principal a guiar o projeto investigado a relevância que o campo educacional, apesar de sua condição subalterna na sociedade brasileira, possui para a consolidação embora de modo não imediato de relações de força no campo político e nos processos de dominação social..