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Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa

Permanente


Lattes: https://lattes.cnpq.br/1913716021055272

Professor Adjunto do Departamento Educação e Sociedade (DES) e do Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (PPGEDUC) na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Mestre e doutor em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (CAPES). Bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Líder do grupo de pesquisa Laboratório de Investigação em Estado, Poder e Educação (LIEPE). Membro filiado à International Gramsci Society do Brasil (IGS) e à Red Latinoamericana y Caribña de Estudos Gramscianos. Coordenador da coluna Tubarões da Educação no portal Esquerda On Line.

CONTATO
E-mail: rodrigo1281@yahoo.com.br 

LINHA DE PESQUISA

  • Linha 2: Desigualdades Sociais e Políticas Educacionais.

GRUPO DE PESQUISA

  • Laboratório de Investigação em Estado, Poder e Educação (LIEPE)

PROJETOS DE PESQUISA

  • Trabalho e saúde de professoras e professores no estado do Rio de Janeiro

Período: (2023 – Atual)

Coordenador: Linha 2: Desigualdades Sociais e Políticas Educacionais

Descrição: Este projeto resulta de um trabalho interinstitucional de investigação realizado no estado do Rio de Janeiro por um conjunto de pesquisadoras e pesquisadores, docentes e estudantes de pós-graduação e graduação de diferentes instituições públicas de ensino. O objetivo deste projeto é analisar as condições de trabalho e saúde de professoras e professores que atuam em redes públicas municipais e estaduais no estado do Rio de Janeiro. A pesquisa deverá realizar uma investigação que compreenda a relação entre as condições e processos de trabalho e a saúde dos docentes, identificando as formas e espectros deste adoecimento, as maneiras como o sofrimento psíquico vem sendo gerido no interior dos sistemas públicos de ensino e as formas de resistência, individuais e coletivas, vêm sendo empreendidas por professoras, professores e seus coletivos, sindicatos e movimentos. A pesquisa ainda deverá se defrontar com diferenças e semelhanças no interior do sistema público de ensino, considerando as permanências e também as particularidades das redes de ensino no estado do Rio de Janeiro.Considerando a natureza sócio-histórica do trabalho docente compreende-se como hipótese de pesquisa a existência de um processo em curso que altera, por um lado, as formas de subsunção do trabalho docente e, por outro lado, vem modificando o conteúdo do mal-estar docente. A pesquisa tem um caráter qualitativo e exploratório, sendo realizada a partir da revisão de literatura e um balanço historiográfico das pesquisas anteriormente realizadas no Brasil sobre a relação entre trabalho e saúde docente. A investigação deverá ainda realizar uma triangulação de fontes a partir de três instrumentos de pesquisa: a) levantamento dos dados oficiais relativos à saúde docentes nas redes públicas de ensino, por meio de pesquisa documental e busca na base do portal da transparência; b) questionário on line a ser aplicado em todo estado do Rio de Janeiro em parceria com o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE-RJ); c) entrevista semi-estruturada com professoras e professores.Esta pesquisa se insere no conjunto de pesquisas do Laboratório de Investigação Estado, Poder e Educação (LIEPE), realizadas desde 2017. O LIEPE é formado por um conjunto de pesquisadoras e pesquisadores de diferentes instituições públicas de ensino superior no estado do Rio de Janeiro (UFRRJ, UFF, UERJ, IFF, IFRRJ) e vem nestes sete anos investigando as alterações provocadas no âmbito do processo de trabalho docente, realizado no interior das escolas públicas, frente às reformas educacionais recentes. Essas reformas têm empreendido mudanças profundas na organização e nas condições em que o trabalho docente é realizado, impactando a própria natureza desta atividade laboral, produzindo uma metamorfose do trabalho docente que vem como efeito aprofundar o mal-estar docente.

  • Educação no labirinto do Capital: uma análise sociohistórica da introdução da economia do comportamento na contrarreforma da educação brasileira

Período (2021 – Atual)

Coordenador: Rodrigo de Azevedo Cruz Lamosa

Descrição: A pesquisa “A formação dos trabalhadores no labirinto do Capital: a centralidade da economia comportamental na agenda da contrarreforma da educação”, iniciada em fevereiro de 2022, trata-se de um projeto de investigação coletivo, organizado a partir do Laboratório de Investigação em Estado, Poder e Educação (LIEPE). O projeto de pesquisa reúne a participação de discentes matriculados nos cursos de licenciatura da UFRRJ, mestrandos e doutorandos do PPGEDUC/UFRRJ e outras institutições, além de pesquisadores doutores de outras instituições públicas de ensino da rede federal e estadual do Rio de Janeiro. O projeto tem o objetivo de analisar a introdução e a centralidade que a “economia do comportamento” ou “economia comportamental”, a partir dos anos subsequentes à crise mundial iniciada em 2008, passou a ter na agenda elaborada pelos organismos internacionais, em especial o Banco Mundial e a OCDE, assim como na agenda promovida nacionalmente por organizações como o Movimento Todos Pela Educação e seus membros. A pesquisa deverá realizar estudos bibliográfico sobre as obras de referência nessa sub-área da economia e suas interseção com a àrea de pesquisa e políticas em educação, identificando os “itelectuais orgânicos” desse projeto de “hegemonia”. Essa pesquisa deverá se desdobrar num conjunto de investigações sobre os agentes que vêm tendo a responsabilidade de difundir essa agenda no Brasil: Fundação Bradesco, Fudação Roberto Marinho, Fundação Itaú, Fundação Lemman, Instituto Unibanco, Instituto Ayrton Senna, Movimento Brasil Competitivo, igrejas neopentecostais e outros. O trabalho tem como referencial teórico o materialismo histórico dialético e, a partir deste, as elaborações teóricas e metodológicas elaboradas por Antônio Gramsci, em especial a partir dos conceitos: bloco histórico, Americanismo e Fordismo, Estado Integral, Sociedade Civil e Política, hegemonia e supremacia, intelectual orgânico e tradicioanl, aparelhos privados de hegemonia e Partido, A investigação deverá ainda se desdobrar a compreender como essa agenda, mas, sobretudo, as articulações que resultaram na “Campanha Pela Base” e outras iniciativas vêm se materializando na definição de políticas que, ao reorganizarem as bases curriculares, formativas e organizativas no interior da educação brasileira, redefinem a função social da escola e, fundamentalmente, recalibram a formação de jovens e adultos às condições sociohistóricas da reprodução do capital em um contexto de agudização da crise. A resposta à essas questões deverá exigir do grupo o permanente exercício de mediação, categoria fundamental no “método”, a partir do qual será possível a realização de aproximações sucessivas até a compreensão dos fenômenos que vêm caracterizando uma profunda alteração da organização da educação no Brasil. Esse exercício será realizado, a partir de uma aproximação dos estudos gramscianos com a obra de Florestan Fernandes, por meio do qual se pretende compreender os elementos particulares da hegemonia burguesa no Brasil, bem como analisar como esses elementos (superexploração do trabalho, autocracia, entre outros) impedem qualquer compromisso da classe dominante com um projeto nacional de universalização de uma escola unitária e, ao invéis disso, vem apostando em recalibrar a formação de crianças, jovens e adultos da classe trabalhadora às condições objetivas e subjetivas de intensificação da crise do capital, a partir de um condicionamento psíco-físico que dirige as condições atuais da formação de trabalhadores de “novo tipo”..

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