Graça Regina Franco da Silva Reis
Permanente
Lattes: http://lattes.cnpq.br/8674157963018100
Doutora e Mestre em Educação pelo ProPED/UERJ. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Professora do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, do PPGEDUC/ UFRRJ e do PPGE/UFRJ. Professora aposentada da Educação Básica onde atuou por 40 anos. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: pesquisa narrativa, currículo, cotidiano escolar e formação de professores. Líder do grupo de pesquisa “Conversas entre professores: alteridades e singularidades” (ConPAS/UFRJ). Coordenadora do Projeto de pesquisa e extensão “Os materiais narrativos e a produção curricular: desafios e possibilidades”. Comitê científico representante do GT 13 de Educação Fundamental da ANPED, biênio 2023-2024. Jovem Cientista do Nosso Estado FAPERJ.
CONTATO
E-mail: gracareis@ufrrj.br
LINHA DE PESQUISA
- Linha 1: Estudos Contemporâneos e Práticas Educativas
GRUPO DE PESQUISA
- ConPAS – Conversas entre professores/a: alteridades e singularidades
Website: http://conpasufrj.com
Instagram: @conpasufrj
Youtube: https://www.youtube.com/@ConPAS
PROJETOS DE PESQUISA
- ARTESANIAS NARRATIVAS: conversas entre formação docente e currículos
Esta investigação tem como objetivo desenvolver estudos sobre a pesquisa narrativa e as narrativas docentes, compreendidas como artesanias na relação entre formação docente e currículos praticadospensados (Oliveira, 2012). A proposta busca aprofundar conceitos desenvolvidos nas pesquisas do grupo “Conversa entre Professores: alteridades e singularidades” (ConPAS), como: pesquisa narrativa como epistemologia, artesanias narrativas e curriculares singularessociais, formação contínua e a ideia de tempo como circular. Esses conceitos se articulam na constituição de um corpus teórico-metodológico-político que sustenta o desenvolvimento da investigação. O estudo parte da compreensão de que fundamentos teóricos, escolhas metodológicas e intencionalidades políticas são inseparáveis. Ancora-se nos referenciais das pesquisas nos/dos/com os cotidianos escolares, entendendo a docência como prática situada, crítica e política. O foco está nas relações singulares estabelecidas entre professores e estudantes no cotidiano da escola pública, reconhecendo tais experiências como legítimas formas de produção de conhecimento. A metodologia adotada é compreendida como gesto político, centrada na escuta e no compartilhamento de vivências por meio de rodas de conversa, memoriais de formação, textos narrativos e vídeos curtos — os chamados materiais narrativos. Ao adotar a narrativa como recurso epistemológico e formativo, a proposta visa desinvisibilizar saberes e práticas marginalizadas por uma lógica hegemônica e monocultural. Valoriza-se, assim, as “metodologias minúsculas” (Ribeiro; Guedes, 2019), que revelam os gestos, detalhes e atravessamentos do cotidiano como potências formativas e cognitivas. A pesquisa afirma a narrativa como ferramenta de reconhecimento, resistência e recriação de outros modos de ser, saber, ensinar e pesquisar.