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Eliza Marcia Oliveira Lippe

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Lattes: http://lattes.cnpq.br/7763503400813948

Professora Adjunta do Curso de Licenciatura em Educação Especial no Instituto Multidisciplinar na UFRRJ Campus de Nova Iguaçu. Coordenadora de Libras e membro do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFRRJ. Pós Doutora pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho campus Bauru. Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas. Mestra em Educação para Ciências pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho campus Bauru. Especialista nas seguintes áreas: Libras; Avaliação Educacional; Psicopedagogia Clínica e Educacional; Atendimento Educacional Especializado nas salas de recursos multifuncionais; Autismo; Direito Penal, Constitucional e Administrativo. Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho campus Bauru e em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho. Líder do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para a Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva na UFRRJ – GPPEE. Membro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial (ABPEE), Membro do ENCINE – grupo de estudos em ciências e inclusão escolar da Unesp/Ilha Solteira. Membro do Grupo Memórias, História e Educação Especial da UFRRJ – MHEE. Linhas de Pesquisa: Educação de Jovens e Adultos, Educação em Contexto de Privação de Liberdade, Políticas Públicas de Educação de Surdos e minorias linguísticas, Libras, Desigualdades sociais, políticas, econômicas e educacionais na Baixada Fluminense.

CONTATO

E-mail: eliza.lippe@ufrrj.br

LINHA DE PESQUISA

  • Linha 2: Desigualdades Sociais e Políticas Educacionais

GRUPO DE PESQUISA

  • Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas em Educação Especial – GPPEE

O grupo de pesquisa em Políticas Públicas em Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva foi constituído por professores do curso de Licenciatura em Educação Especial da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ. Tem como linhas de pesquisa: a) A Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva que tem como objetivo a análise de políticas públicas educacionais direcionadas a estudantes público da educação especial nos municípios da Baixada Fluminense e b) Educação Inclusiva, políticas e Práxis Educativa que objetiva analisar as práticas educativas voltadas a educação especial na perspectiva inclusiva. Neste sentido, as pesquisas do grupo versam sobre as temáticas relacionadas à surdez, os direitos humanos e a acessibilidade no contexto socioeducacional e no sistema prisional.

Diretório do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/788763

Instagram: https://www.instagram.com/gppee.ufrrj/

PROJETO DE PESQUISA

  • Educação bilíngue no Brasil: discursos, práticas pedagógicas e identidades linguísticas na perspectiva dos Estudos da Linguagem.

2024 – Atual

Descrição: A Educação Bilíngue tem se consolidado como uma política educacional relevante e desafiadora no Brasil, especialmente em contextos que envolvem populações minoritárias, como comunidades surdas, indígenas e migrantes. No entanto, as concepções de bilinguismo presentes nas práticas escolares muitas vezes reduzem a complexidade das interações linguísticas e das identidades dos sujeitos envolvidos. Do ponto de vista dos Estudos da Linguagem, é fundamental problematizar os discursos que sustentam e regulam a Educação Bilíngue, compreendendo-a como prática social permeada por ideologias linguísticas, relações de poder e disputas por reconhecimento. A linguagem, nesse contexto, deixa de ser apenas um instrumento de comunicação para ser entendida como constitutiva dos sujeitos, das culturas e das práticas educativas. Este projeto busca investigar como a Educação Bilíngue é compreendida, praticada e vivida em espaços escolares, considerando as políticas públicas, as representações dos professores e alunos e as materialidades discursivas que circulam no contexto educacional.

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

  • POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DA BAIXADA FLUMINENSE

2024 – Atual

Descrição: Os dados do Censo Escolar de 2022 (Inep, 2022) mostram um total de 2.774.428 estudantes matriculados na modalidade de ensino de Educação de Jovens e Adultos no Brasil, destes 130.082 são estudantes público da Educação Especial, compreendendo 71.715 matrículas nas classes comuns e nas 58.367 nas classes exclusivas. O objetivo geral deste projeto é implementar parceria, por meio de assessoria colaborativa, entre a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro campus Nova Iguaçu e escolas públicas da educação básica dos municípios da Baixada Fluminense com vistas a ampliar / promover políticas, práticas e culturas mais inclusivas. Como objetivos específicos são: a) Ampliar a reflexão sobre como historicamente e legislativamente ocorre a inserção dos estudantes jovens e adultos, público-alvo da educação especial, na EJA; b) Identificar as dificuldades dos professores no cotidiano processo de inclusão; c) Propor formações aos professores do município com temas relevantes para garantia do acesso e permanência dos estudantes público-alvo da Educação Especial na Educação de Jovens e Adultos; d) Analisar a formação proposta com os municípios com vistas a melhorar o seu IDEB. A presente pesquisa adotará delineamento multimétodo, que contempla coleta, análise e integração de dados de natureza qualitativa e quantitativa em um único (Creswel, 2007). Procedimentos concomitantes de pesquisa exploratória e interventiva serão empregados, sendo priorizados os procedimentos da pesquisa-ação, de base empírica, implicando ação ou resolução de um problema coletivo (Thiollent, 2009). A seguir serão indicadas as etapas de elaboração e execução do projeto que serão realizadas após a aprovação do Comitê de Ética: 1. Revisão Bibliográfica: Inicialmente realizaremos a revisão bibliográfica sobre a criação e consolidação da Educação de Jovens e Adultos e da Educação Especial no Brasil. Nesta etapa serão analisados também os microdados do Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a partir do software IBM SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) no período de 2008 a 2022. O período inicial estabelecido corresponde a implementação da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. 2. Análise e mapeamento in loco dos municípios participantes da pesquisa por meio de entrevistas semiestruturadas com professores da modalidade EJA para identificar as possíveis dificuldades no processo de ensino e aprendizagem com estudantes público da Educação Especial. 3. Formação com os professores com vistas a formulação de políticas públicas para esta modalidade de ensino na Baixada Fluminense. Destaca-se que a faixa etária analisada da pesquisa será de pessoas maiores de idade e ocupantes do cargo de docente do município pesquisado. Desta forma, espera-se com esta pesquisa que as políticas públicas para a Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial se confluam para possibilitar uma melhor formação de professores, bem como a instrumentalização de estratégias didático-pedagógicas que visem a avaliação formativa, processual e a criação de indicadores e políticas públicas que possibilitem o acesso e a permanência dos estudantes público-alvo da Educação Especial não apenas se matricular na Educação de Jovens e Adultos, mas garantir as condições de permanência destes estudantes. Os dados serão publicados em artigos em períodicos, eventos acadêmicos e atividades afins.

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

  • Práticas de linguagem e educação bilíngue para surdos: um olhar sobre os discursos e as experiências escolares na perspectiva dos Estudos da Linguagem

2024 – Atual

Descrição: A educação de surdos no Brasil tem sido atravessada por tensões históricas e ideológicas que se refletem nas práticas de linguagem, nas políticas educacionais e nas identidades linguísticas dos sujeitos surdos. Apesar dos avanços legais, como o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) pela Lei n 10.436/2002 e a proposta de educação bilíngue (Libras e Língua Portuguesa), persistem desafios no campo da formação docente, na implementação de políticas inclusivas e na valorização das práticas culturais e linguísticas da comunidade surda.Nesse contexto, os Estudos da Linguagem oferecem importantes aportes teórico-metodológicos para compreender as práticas discursivas que circulam nas instituições escolares e que moldam as experiências linguísticas dos sujeitos surdos. A partir de uma abordagem crítica da linguagem, este projeto visa investigar os discursos que atravessam a educação bilíngue para surdos, com foco na constituição de identidades, no acesso à linguagem e na valorização da Libras como primeira língua.

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

  • Elaboração do glossário de Libras para os cursos da UFRRJ.

2023 – Atual

Descrição: Uma escola inclusiva é aquela que acolhe a diversidade e promove o desenvolvimento respeitando as peculiaridades de cada um. O objetivo geral deste projeto é elaborar um glossário de Língua Brasileira de Sinais básico da área de exatas, especificamente do curso de Ciências da Computação do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro UFRRJ. Como objetivos específicos: a) Acompanhar o trabalho dos intérpretes de Libras do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; b) Fomentar a participação de estudantes do curso e interessados em aprender e compreender a questão linguística e morfológica da Língua de Sinais; c) Desenvolver materiais educativos em Libras com o uso de tecnologias (digitais) e apresentar propostas de uso da TA voltadas ao aprendizado da leitura, da escrita e fluência leitora de estudantes surdos; e) Elaborar, implementar e documentar (por meio digital) as práticas educativas estruturadas, avaliadas como promissoras para a aprendizagem de estudantes surdos. Para tanto, inicialmente, o projeto será desenvolvido no Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro no curso de ciências da computação com os interpretes e estudante surdo para o desenvolvimento do glossário de termos mais utilizados no curso e traduzidos em Língua de Sinais. Desta forma, como procedimento metodológico, após a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa da UFRRJ, iniciaremos o levantamento dos termos mais utilizados, em seguida, a gravação e ou criação dos sinais e em seguida, a validação pela comunidade surda. Espera-se que, com este glossário, tanto os estudantes surdos, intérpretes e comunidade acadêmica se beneficiem com a acessibilidade comunicacional e linguística que será atendida com este projeto.

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

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