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PPGDT

Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas

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Áreas / Linhas

ÁREA DE CONHECIMENTO DA CAPES

PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL E DEMOGRAFIA

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO

DESENVOLVIMENTO REGIONAL E POLÍTICAS PUBLICAS

Linha de pesquisa 1 – Desenvolvimento e Políticas Públicas

Visa fomentar projetos que envolvam o debate teórico e analítico das complexas e multidimensionais questões do desenvolvimento em sua dinâmica espacial-territorial, buscando capacitar seus pesquisadores no ciclo de políticas públicas que não negligenciem tal dimensão.

As políticas voltadas ao desenvolvimento, sejam aquelas vistas como instrumento de expansão econômica ou aquelas voltadas à melhoria material da sociedade, elegem um conjunto de elementos que ratificam o entendimento do PPGDT, corroborando a multidimensionalidade e transversalidade das políticas. As políticas voltadas ao crescimento econômico não descartam a melhoria da qualidade de vida da população, mas elegem padrão de consumo, fluxo de renda, alocação de recursos e, prioritariamente, o incremento na quantidade de bens e serviços por unidade de tempo à disposição de uma determinada coletividade. Assim, as políticas dialogam mais estreitamente com as variáveis econômicas, fazendo dos agentes econômicos, principalmente o mercado, o principal interlocutor.

Desenvolvimento de uma maneira geral, depende das características locais, pensadas a partir da história, da cultura, das condições demográficas, dos atributos geográficos, principalmente no que tange aos recursos naturais que possuem. Desenvolvimento econômico pode ser medido pelos indicadores de renda, renda per capita, PIB e produtividade, concomitantemente à redução dos níveis de pobreza, desemprego e desigualdade, além da melhoria da infraestrutura e equipamentos coletivos (escolas, hospitais, transporte etc.). Ainda que possa ser visto a partir do crescimento econômico, por vezes até tomado como sinônimo, desenvolvimento não pode ser apenas reflexo do crescimento econômico, visto que não é suficiente para determiná-lo, embora indispensável. Ainda que não seja condição suficiente, o crescimento econômico é importante para alcançar o desenvolvimento, por sua vez, caracterizado por mudanças qualitativas no modo de vida da coletividade, nas instituições políticas e nas estruturas produtivas.

Atuação do Estado na constituição de políticas que visem desenvolvimento sustentável não se limita às políticas de desenvolvimento stricto sensu, mas em ações eficientes que objetivem promover o crescimento econômico aliado ao desenvolvimento humano. Produto do tenso diálogo entre uma multiplicidade de agentes, cujos interesses são heterogêneos, o Estado, a depender da gestão, constrói políticas que diminuem (ou agravam) desigualdades sociais, atenuando (ou não) o custo social do sistema econômico local, regional ou nacional. Assim, esta Linha examina privilegiadamente as muitas noções de desenvolvimento articuladas à atuação do Estado, buscando analisar a dimensão econômica dessas experiências. Não podendo negligenciar as políticas de desenvolvimento socioeconômicos, as pesquisas se atêm aos processos de desenvolvimento a partir da articulação intrínseca das políticas (ou a falta delas) com as realidades onde as ações se desenrolam, buscando ressaltar os elementos endógenos (aqueles relacionados à mobilização de recursos de cada território) nestes processos.

Finalmente, a Linha Desenvolvimento e Políticas Públicas, na prática, visa fomentar projetos que envolvam o debate teórico e analítico das complexas e multidimensionais questões do desenvolvimento em sua dinâmica espacial territorial, no ciclo de políticas públicas, dialogando com a perspectiva da síntese urbano-rural em lentes local-regional, de grandes projetos de investimento, políticas macroeconômicas, políticas de desenvolvimento urbano-rural, arranjos produtivos, inovações, questões agrárias, políticas culturais, enfrentamento à pobreza e miséria, violência, dentre as demais temáticas que congregam o nível macro de análise. Fazem parte desta linha o alcance geográfico da América Latina e a ótica das relações Sul- Sul.

Corpo docente

Dr. Aldenilson dos Santos Vitorino Costa (DAP/ICSA/UFRRJ)
Dra. Carla Hirt (IFRJ)
Dra. Diná Andrade Lima Ramos (DCEEx/ITR/UFRRJ)
Dr. Lamounier Erthal Villela (DeCE/ICSA/UFRRJ)
Dra. Raquel Pereira de Souza (VEA/UFF)
Dr. Robson Dias da Silva (DeCE/IM/UFRRJ)

Linha de pesquisa 2 – Sustentabilidade e Territorialidades 

Visa compreender os processos de transformação espacial e suas implicações sobre o desenvolvimento territorial a partir de arcabouço teórico e analítico para os estudos socioambientais referenciados na sustentabilidade em suas diversas dimensões.

Desenvolvimento sustentável tem como base uma prática social que procura atender as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras de atenderem também às suas próprias necessidades. Práticas de sustentabilidade na dimensão social envolvem aspectos econômicos e ambientais, assim como a satisfação de compromissos sociais voltados à diminuição da desigualdade. Deste modo, prosperidade econômica, qualidade ambiental e justiça social são pilares e indicadores de sustentabilidade, cuja base assenta-se também em uma tríade: eficiência econômica, equidade social e preservação ambiental.

As transformações sociais promovidas pelas práticas de múltiplos sujeitos em um determinado território devem ser aprendidas a partir das demandas das comunidades, dos avanços políticos e das dimensões culturais, que estão interagindo no momento da própria ação. Assim, interesses políticos dos diversos grupos, correlação de forças e capacidade institucional do poder local/regional/nacional pode ser vista na construção de instrumentos pelo Estado e de práticas sociais que possibilitem a emergência de uma sociedade mais justa.

Sustentabilidade passa por participação social coletiva. Observar as relações sociais instituídas em uma determinada comunidade em prol de um desenvolvimento sustentável e socialmente comprometido permite descortinar processos de mudança ao longo do tempo em um território. Território aqui configurado pela correlação de forças políticas, levando em conta também a dimensão cultural ou cultura política dos vários grupos que estão interagindo, buscando melhores condições de vida. Assim, em determinada região pode haver vários territórios. A geografia fica subsumida aos aspectos culturais e políticos, mas principalmente às práticas sociais dos grupos e as disputas políticas dos mesmos por um desenvolvimento sustentável. Deste modo, desenvolvimento sustentável articulado ao território deve ser pensado como produto, como construção social, fruto dos processos de apropriação e dominação do espaço. O território passa então a ser visto como lugar onde ocorrem todas as ações, onde o homem se realiza plenamente.

Desse modo, os processos de transformação social e suas implicações sobre o desenvolvimento territorial são observados a partir de arcabouço teórico e analítico para os estudos socioambientais referenciados na sustentabilidade. Na Linha Territorialidades e Sustentabilidade estão presentes temas e objetos que dialoguem com a perspectiva da territorialidade em paralelo às dimensões multifacetadas de um território, em especial, de temáticas como agroecologia, segurança alimentar, recursos naturais, sustentabilidade urbana, direito ambiental, saneamento, assentamentos, questões fundiárias, dentre outras perspectivas em nível meso que relacionem políticas públicas e territórios.

Corpo docente

Dra. Adriana Soares de Schueler (DAU/IT/UFRRJ)
Dra. Ana Paula Dias Turetta (EMBRAPA Solos)
Dra. Cristhiane Oliveira da Graça Amâncio (EMBRAPA AGROBIOLOGIA)
Dra. Susana Iglesias Webering (DAT/IM/UFRRJ)
Dra. Tatiana Cotta Gonçalves Pereira (DCJ/ICHS/UFRRJ)

Linha de pesquisa 3 – Planejamento e Gestão Territorial 

Considera os impactos da globalização na perspectiva das questões urbanas, rurais e regionais do contexto geográfico mais próximo – dos territórios circunvizinhos e da área metropolitana em que se insere – priorizando a redução das assimetrias regionais e intrarregionais e o atravessamento de processos de participação, cooperação e inclusão social envolvidos no planejamento e gestão de políticas públicas para o desenvolvimento territorial.

Corpo docente

Dra. Denise de Alcantara Pereira (DAU/IT/UFRRJ)
Dra. Lúcia Helena Pereira da Silva (DHE/IM/UFRRJ)
Dr. Marcio Silva Borges (DAT/IM/UFRRJ)
Dr. Vinicius Ferreira Baptista (DAP/ICSA/UFRRJ)

 

 

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