Propiciar ao discente o desenvolvimento de competências compostas por conhecimentos, habilidades e atitudes que consolidem a capacidade
crítica e reflexiva para a formação de um profissional empreendedor e gerenciador de soluções para os problemas das organizações públicas, organizações do terceiro setor e até mesmo das organizações privadas com e sem fins lucrativos que desenvolvam ações voltadas para o interesse público, com condições de compreender a complexidade e as contradições que delineiam a dinâmica organizacional da sociedade.
Especificamente, o curso apresenta os seguintes objetivos:
– proporcionar ao egresso os conhecimentos necessários para gerenciar a dinâmica das organizações públicas, aperfeiçoar a aplicação de recursos de forma coerente e articulada com a missão, os objetivos e estratégias da organização, por meio da conjugação dos fatores humanos, administrativos, informativos, produtivos, mercadológicos, políticos, legais, econômicos, culturais, tecnológicos, ecológicos e demográficos que envolvem a implantação de sistemas de gestão;
– contribuir para o desenvolvimento de competências e habilidades que permitam ao egresso ser capaz de analisar, avaliar e fornecer subsídios para o estabelecimento de estratégias e decisões com vistas ao alcance de resultados positivos à dinâmica organizacional;
– habilitar o egresso para atuar, segundo a ética profissional, em um ambiente de competitividade e internacionalização de mercado;
– estimular o egresso a expressar de forma crítica sua consciência técnico-profissional;
– oferecer para a sociedade gestores com atitudes que valorizem a solidariedade social e ecológica, a responsabilidade pela res publica e a defesa do efetivo caráter público e democrático do Estado.
Ressalta-se, ainda, que embora a formação em Administração Pública, no exterior e no Brasil, teve como objetivo original a preparação de profissionais competentes para atuar no aparelho do Estado, os desafios do Brasil contemporâneo, tais como a expansão da participação da sociedade civil na gestão do Estado, a instituição de noções de transparência e de efetividade no cerne da administração pública e o crescimento do setor não-estatal (terceiro setor e mercado) envolvido com a realização de políticas públicas, requerem redefinir a formação neste campo. Ou seja, o profissional precisará, reconhecer a presença e a importância de atores não estatais na formulação e na implementação de políticas públicas. Deste modo, a evolução do campo requer a superação da dissociação entre Administração e Política e a abertura para o diálogo internacional, no âmbito da própria formação em nível de graduação (FARAH, 2011).
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