{"id":67,"date":"2015-05-18T18:00:09","date_gmt":"2015-05-18T18:00:09","guid":{"rendered":"http:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppggeo\/?page_id=67"},"modified":"2020-10-29T22:59:55","modified_gmt":"2020-10-30T01:59:55","slug":"dissertacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppggeo\/dissertacoes\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es Defendidas"},"content":{"rendered":"<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"color: #000000;background-color: #24402a !important\"><i class=\"fas fa-calendar-alt\"><\/i> 2018 (16)<\/h6>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> TEM RISCO, MAS NA MINHA CASA N\u00c3O: AN\u00c1LISE DA PERCEP\u00c7\u00c3O AMBIENTAL DE RISCO DA COMUNIDADE AMAZONAS, PETR\u00d3POLIS ? RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Cristiane Oliveira Ferreira<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Ana Maria Marques Santos<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Petr\u00f3polis, localizada na regi\u00e3o serrana do Rio de Janeiro, sofreu ao longo da hist\u00f3ria in\u00fameros desastres relacionados com movimentos de massa e enxurradas, como os dos anos de 1988, 2001, 2011, 2013. Esta pesquisa tem como objetivo analisar a percep\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o residente em \u00e1reas de risco na comunidade Amazonas, localizada no munic\u00edpio de Petr\u00f3polis-RJ. Esta regi\u00e3o apresenta diferentes graus de risco relacionados aos movimentos de massa e tem vivenciado esses desastres nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Entende-se que os estudos tecnicistas sobre os riscos n\u00e3o s\u00e3o suficientes para a compreens\u00e3o da complexidade que envolve essas ocorr\u00eancias, o que tem levado um descompasso entre as decis\u00f5es do poder p\u00fablico e atitudes da popula\u00e7\u00e3o envolvida. A quest\u00e3o central \u00e9 que a percep\u00e7\u00e3o de risco da popula\u00e7\u00e3o moradora dessas regi\u00f5es \u00e9 limitada e por este motivo a vulnerabilidade \u00e9 aumentada. Os Planos de Redu\u00e7\u00e3o de Risco de Petr\u00f3polis e as caracter\u00edsticas ambientais foram analisados, buscando-se compreender as condicionantes locais que podem acarretar os desastres. Observou-se que a distribui\u00e7\u00e3o desigual dos padr\u00f5es de ocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia da ocupa\u00e7\u00e3o socioespacial de Petr\u00f3polis, configurando um quadro de injusti\u00e7a ambiental. A vulnerabilidade econ\u00f4mica apresenta-se como fator chave para compreens\u00e3o desta realidade. Foram realizadas entrevistas com moradores e oficinas no Centro de Refer\u00eancia Social ? Amazonas, abrangendo participantes de diferentes faixas et\u00e1rias. A pesquisa possui car\u00e1ter qualitativo e usou como base na An\u00e1lise Textual Discursiva, que tem a premissa de fragmenta\u00e7\u00e3o dos textos bases em pequenas unidades de analise. Posteriormente, \u00e9 necess\u00e1ria a categoriza\u00e7\u00e3o destes fragmentos, no qual visa encontrar novas rela\u00e7\u00f5es entre os fen\u00f4menos. A partir da\u00ed, surge o novo emergente, uma nova compreens\u00e3o sobre a realidade. De acordo com os dados obtidos, os moradores compreendem as causas naturais e antr\u00f3picas para a ocorr\u00eancia dos desastres, est\u00e3o cientes das poss\u00edveis medidas de preven\u00e7\u00e3o, assim como da presen\u00e7a de \u00e1reas apontadas como de risco pela Defesa Civil, por\u00e9m a maioria n\u00e3o se reconhece inserido nestas \u00e1reas. Esta an\u00e1lise pode subsidiar a\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o dos riscos, no qual tem se mostrado um dos maiores desafios na atualidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> POR UMA GEOGRAFIA DOS RISCOS NOS CURR\u00cdCULOS: AN\u00c1LISE DA FORMA\u00c7\u00c3O DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PETR\u00d3POLIS ? RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Junimar Jos\u00e9 Am\u00e9rico de Oliveira<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cristiane Cardoso<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: As quest\u00f5es socioambientais tem sido motivo de muitas discuss\u00f5es e reflex\u00f5es devido \u00e0 crise ambiental. Diversos estudos demonstram que uma rela\u00e7\u00e3o mais estreita existente entre ser humano e a natureza vem se perdendo ao longo dos anos. Nesse contexto, encontra-se nosso recorte espacial, a cidade de Petr\u00f3polis ? RJ, afetada todos os anos por eventos de movimentos de massa. Este trabalho tem como como objetivo geral investigar se em suas forma\u00e7\u00f5es, em licenciatura em Geografia, houveram abordagens sobre riscos naturais, uma vez que, o munic\u00edpio em quest\u00e3o \u00e9 frequentemente assolado por eventos desta natureza. As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, geol\u00f3gicas, geomorfol\u00f3gicas e de uso e ocupa\u00e7\u00e3o dos solos levam todos os anos a ocorr\u00eancia de diversos eventos de desastres naturais no munic\u00edpio supracitado. Sendo assim, esta pesquisa busca a partir das discuss\u00f5es poss\u00edveis no \u00e2mbito da educa\u00e7\u00e3o e do ensino de Geografia levantar e analisar as abordagens de riscos a partir dos professores de Geografia. Para tal, utilizou-se do question\u00e1rio online para o levantamento dos dados. Tamb\u00e9m houve a an\u00e1lise das matrizes curriculares dos cursos. As informa\u00e7\u00f5es foram analisadas a partir da An\u00e1lise de Conte\u00fado de Bardin (1979) que busca encontrar respostas para as quest\u00f5es formuladas, confirmando ou n\u00e3o as hip\u00f3teses estabelecidas antes do trabalho de investiga\u00e7\u00e3o. A pesquisa possibilitou verificar que os participantes n\u00e3o tiveram, em sua forma\u00e7\u00e3o inicial e\/ou continuada em Geografia, o tema risco abordado diretamente, como comprovado em suas respostas, sobre as disciplinas ofertadas, optativas frequentadas e forma\u00e7\u00e3o continuada realizada. As an\u00e1lises das matrizes curriculares das licenciaturas em Geografia das universidades investigadas revelaram a inexist\u00eancia de disciplinas que discutam diretamente as discuss\u00f5es sobre riscos, devendo apenas as disciplinas ligadas a Geografia F\u00edsica poss\u00edveis aproxima\u00e7\u00f5es. Refletir sobre as diferentes concep\u00e7\u00f5es sobre os aspectos f\u00edsicos do meio contribui para compreender suas intera\u00e7\u00f5es com as a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas. Conhecer os elementos e processos da din\u00e2mica natural contribui para o desenvolvimento intelectual dos alunos, possibilitando a compreens\u00e3o e an\u00e1lise dos processos espaciais do lugar onde est\u00e3o inseridos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> PERSPECTIVAS E PR\u00c1TICAS FORMATIVAS DO PROFESSOR: UMA PERCEP\u00c7\u00c3O DO ENSINO DE GEOGRAFIA NO PLANO NACIONAL DE FORMA\u00c7\u00c3O DE PROFESSORES NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO.<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Paula Carvalho Matain<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cl\u00e9zio dos Santos<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O processo de forma\u00e7\u00e3o docente demanda esfor\u00e7o e pesquisa. A investiga\u00e7\u00e3o sobre o Ensino e suas metodologias s\u00e3o importantes para que o professor possa se qualificar e construir cotidianamente sua pr\u00e1tica. O objetivo geral da pesquisa \u00e9 compreender e analisar criticamente as perspectivas e pr\u00e1ticas docentes na disciplina Ensino de Geografia ministrada no PARFOR\/UFRRJ. Os objetivos espec\u00edficos buscam investigar e analisar as potencialidades das metodologias utilizadas na disciplina Ensino de Geografia do Curso Pedagogia ? PARFOR da UFRRJ. Al\u00e9m de analisar a rela\u00e7\u00e3o e a intera\u00e7\u00e3o da Forma\u00e7\u00e3o Docente com o Ensino de Geografia. A pesquisa foi constru\u00edda a partir da leitura do referencial te\u00f3rico que envolvem autores como Cavalcanti (1998, 2012), Pontuschka, Paganelli e Cacete (2012), Tardif (2014), Freire (2018), Giroux (1997), al\u00e9m de diretrizes de organiza\u00e7\u00e3o e funcionamento do PARFOR. O acompanhamento das aulas da disciplina Ensino de Geografia, a investiga\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia das metodologias, produ\u00e7\u00e3o de mapa mental, apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios, constru\u00e7\u00e3o de maquetes, fazines e a aplica\u00e7\u00e3o da entrevista compor\u00e3o a metodologia do trabalho. A an\u00e1lise das atividades realizadas na disciplina escolar na disciplina de Ensino de Geografia no PARFOR, refor\u00e7am a relev\u00e2ncia da viv\u00eancia e da constru\u00e7\u00e3o do Espa\u00e7o Geogr\u00e1fico pelo aluno-docente. Apresentando assim, a import\u00e2ncia do Ensino de Geografia na forma\u00e7\u00e3o do PARFOR\/UFRRJ-IM e os resultados positivos que podem contribuir com os alunos nas salas de aula nas redes municipais, estaduais e federais. O Ensino de Geografia \u00e9 uma disciplina que nos coloca a refletir sobre as din\u00e2micas do mundo e como o professor pode colaborar para que sejamos auxiliadores do aprendizado. Os professores que perpassam a disciplina t\u00eam acesso a metodologias e pesquisa de te\u00f3ricos e pensadores da Geografia que pensam e constroem conhecimento. Resist\u00eancia \u00e9 a palavra que define a Educa\u00e7\u00e3o, o PARFOR, e os professores, em meio a tanta fal\u00e1cia, tantos coment\u00e1rios, viol\u00eancias e crises ainda sustentamos um pa\u00eds inteiro, formamos da melhor forma poss\u00edvel ? com as condi\u00e7\u00f5es que temos ? os alunos das redes. Os investimentos que eram seguran\u00e7a, hoje \u00e9 hist\u00f3ria, at\u00e9 mesmo o PARFOR foi atingido tendo sua pol\u00edtica de forma\u00e7\u00e3o reestruturada. Apresentando assim, a import\u00e2ncia do Ensino de Geografia na forma\u00e7\u00e3o do PARFOR\/UFRRJ e os resultados positivos que podem contribuir com os alunos nas salas de aula nas redes municipais, estaduais e federais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> E O ESPA\u00c7O TEM SENTIDOS? UMA AN\u00c1LISE DAS EXPERI\u00caNCIAS E ENTENDIMENTOS DO CORPO NOS PROCESSOS DE ENSINOS-APRENDIZAGENS EM GEOGRAFIA<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Marcia Aparecida Garcia dos Santos Porcari<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Ana Maria Marques Santos<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A presente pesquisa tem por objetivo a an\u00e1lise das experi\u00eancias corp\u00f3reas dos alunos para o desenvolvimento do conceito de espa\u00e7o espacial no ensino de geografia. Nesse sentido, busca compreender o espa\u00e7o por meio dos sentidos, adotando como campo metodol\u00f3gico, a a\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o docente no ensino de Geografia, atrav\u00e9s da execu\u00e7\u00e3o de atividades como metodologia da a\u00e7\u00e3o, a fim de buscar captar as observa\u00e7\u00f5es e m\u00faltiplas sensa\u00e7\u00f5es espaciais do alunado do 6? ano de uma escola privada, no munic\u00edpio de Duque de Caxias, pertencente ao estado do Rio de Janeiro. Antes da execu\u00e7\u00e3o das atividades, realizamos leituras de textos tem\u00e1ticos de cunho reflexivo, para apoiar a discuss\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o dos conceitos utilizarei de estudos de Vygotsky , no debate sobre a corporeidade o autor Elias Lima atrav\u00e9s da an\u00e1lise dos estudos de Merleau-Ponty e o autor Christian Dennys Monteiro de Oliveira, no que tange a discuss\u00e3o do conceito de espa\u00e7o David Harvey, Henri Lefebvre e Doreen Massey, no discurso sobre pr\u00e1xis geogr\u00e1fica os estudos de Ruy Moreira, para fundamentar o que entendemos das diferentes pr\u00e1ticas espaciais, utilizarei dos estudos de Castrogionanni, os estudos de David Tripp no que tange o estudo sobre a pesquisa-a\u00e7\u00e3o e por fim, e, n\u00e3o menos importante, os estudos de Ginzburg no que tange a estudos voltados para o que intitula de Grupo Focal. Em seguida, iniciaremos as atividades de a fim de identificar a rela\u00e7\u00e3o que o aluno tem com o espa\u00e7o em que vive e o que o mesmo entende por corpo e espa\u00e7o. Nessa proposta, achamos por bem n\u00e3o definir conte\u00fados, respeitando a autonomia e perspectiva dos alunos e professores. A metodologia ora posta vem nos permitindo um escape do tradicional roteiro pr\u00e9vio e nos possibilitou adotar a quest\u00e3o desencadeadora: quais os sentidos do espa\u00e7o? E a quest\u00e3o-eixo: \u00e9 poss\u00edvel, atrav\u00e9s da leitura das diferentes pr\u00e1ticas espaciais, utiliz\u00e1-las no processo de ensino-aprendizagem do conceito de espa\u00e7o, atrav\u00e9s do corpo e seus sentidos, possibilitando identificar os sentidos presentes no espa\u00e7o? O presente trabalho pretende contribuir de maneira significativa na aprendizagem dos conte\u00fados ensinados no 6\u00ba ano do ensino fundamental II, j\u00e1 que o colocar\u00e1 em contato com a totalidade mundo, contribuindo para que sua aprendizagem seja significativa, vista a partir dos sentidos do corpo e por sua vez em busca de uma aprendizagem mais cr\u00edtica e situada politicamente, no mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> DETEC\u00c7\u00c3O DE MUDAN\u00c7A DO USO E COBERTURA DA TERRA EM ANGRA DOS REIS\/RJ: UMA AN\u00c1LISE DAS ALTERA\u00c7\u00d5ES URBANAS FRENTE AS \u00c1REAS SUJEITAS AOS MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Priscila Salles de Ara\u00fajo Souza<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Monika Richter<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A ocupa\u00e7\u00e3o desordenada, a car\u00eancia ou aus\u00eancia de fiscaliza\u00e7\u00e3o e a falta de planejamento das cidades s\u00e3o apontados como alguns dos principais respons\u00e1veis pela ocorr\u00eancia de Desastres Naturais. A inefici\u00eancia ou omiss\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es por parte do poder p\u00fablico muitas vezes \u00e9 o principal agente causador deste quadro de vulnerabilidade frente aos desastres. As mudan\u00e7as na forma de ocupa\u00e7\u00e3o e desenvolvimento das cidades geram uma ocupa\u00e7\u00e3o desordenada que desencadeia \u00e1reas urbanas em situa\u00e7\u00f5es de risco aos movimentos de massa. O munic\u00edpio de Angra dos Reis, localizado no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, \u00e9 um exemplo deste quadro de ocupa\u00e7\u00e3o em \u00e1reas de risco aos movimentos de massa. Essas mudan\u00e7as no uso e ocupa\u00e7\u00e3o podem ser detectadas de diversas formas, neste trabalho, pretende-se avaliar \u00e0 mudan\u00e7a do uso e cobertura da terra no intervalo de 1985 a 2015. Neste sentido, o presente trabalho teve como proposta demonstrar atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de processamentos de imagens de sat\u00e9lite, detectar mudan\u00e7as no uso e cobertura da terra, destacando-se as \u00e1reas de expans\u00e3o urbana em Angra dos Reis ? RJ nos \u00faltimos 30 anos, gerando mapas de mudan\u00e7a e compilando esses dados com dados do CPRM (\u00e1reas j\u00e1 mapeadas como de risco aos movimentos de massa). A valida\u00e7\u00e3o do mapa de detec\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a, foi a partir de 150 pontos aleat\u00f3rios distribu\u00eddos com recurso do Software ArcGis 10.1 e validados no Google Earth. O \u00edndice de exatid\u00e3o global alcan\u00e7ado foi de 0,86%, considerado satisfat\u00f3rio. Com os resultados de detec\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a, geraram-se \u00cdndices de Qualidade de Vida (IQV) e Infraestrutura b\u00e1sica na plataforma Vicon Saga e dados da malha de setores censit\u00e1rios IBGE 2010. Verificou-se que os setores mais afetados com inunda\u00e7\u00f5es e movimentos de massa, comp\u00f5em os setores com car\u00eancia ou mesmo aus\u00eancia de infraestrutura b\u00e1sica. Os resultados apontam ainda que as \u00e1reas de expans\u00e3o urbana est\u00e3o indo de encontro \u00e0s \u00e1reas mapeadas como suscept\u00edveis aos movimentos de massas, enchentes e inunda\u00e7\u00f5es, indicando a gravidade da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> DA TROPICALIDADE \u00c0S QUEST\u00d5ES SOCIAIS: A DENGUE NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, RJ (2008 ? 2016)<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Henderson da Silva Neiva<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cristiane Cardoso<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Este trabalho tem como proposta analisar a rela\u00e7\u00e3o entre o comportamento clim\u00e1tico da cidade do Rio de Janeiro\/RJ com a ocorr\u00eancia de casos de dengue registrados a cada ano, no per\u00edodo de 2008 at\u00e9 2016, para os bairros de Santa Cruz e Copacabana, localizados nas Zonas Oeste e Sul, respectivamente. No aspecto dos dados clim\u00e1ticos, a pesquisa toma como an\u00e1lise a temperatura e a pluviosidade realizando a correla\u00e7\u00e3o com os casos de dengue para o trimestre de maior concentra\u00e7\u00e3o de notifica\u00e7\u00f5es para cada ano estudado. No \u00e2mbito da escala social, foram analisados os dados de coleta de lixo, servi\u00e7o de esgoto, abastecimento de \u00e1gua, densidade demogr\u00e1fica e a renda per capita. Assim, chegou-se a conclus\u00e3o que durante a maior parte do per\u00edodo analisado, o outono foi a esta\u00e7\u00e3o com a maior concentra\u00e7\u00e3o de casos de dengue, havendo maior presen\u00e7a nos meses de mar\u00e7o, abril e maio, evidenciando a influ\u00eancia dos elementos clim\u00e1ticos na sazonalidade da doen\u00e7a ao longo do ano. Foi identificado como favor\u00e1vel um limiar t\u00e9rmico m\u00ednimo de 21,51\u00baC, m\u00e1ximo de 31,01\u00baC e a m\u00e9dia pluviom\u00e9trica semanal de 26,71mm para Santa Cruz, j\u00e1 para Copacabana, o limiar t\u00e9rmico m\u00ednimo favor\u00e1vel foi de 22,81\u00baC, m\u00e1ximo de 28,08\u00baC e a m\u00e9dia pluviom\u00e9trica semanal foi de 39,16mm. Apesar de Copacabana possuir os melhores indicativos sociais, o bairro esteve por 5 anos, dos 9 analisados, com a incid\u00eancia de dengue maior quando comparado com Santa Cruz. Deste modo, acredita-se que um dos motivos para tal notifica\u00e7\u00e3o menor para Santa Cruz possa ser a subnotifica\u00e7\u00e3o causada em bairros mais perif\u00e9ricos, pois em muitos casos a popula\u00e7\u00e3o quando adoecida n\u00e3o vai ao sistema de sa\u00fade obter ajuda, logo, n\u00e3o ocorre o registro para os casos, al\u00e9m da poss\u00edvel maior circula\u00e7\u00e3o de sorotipos do v\u00edrus da dengue em Copacabana por ser um bairro de grande circula\u00e7\u00e3o tur\u00edstica e, tamb\u00e9m, a maior densidade demogr\u00e1fica que Copacabana possui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> ANALISANDO AS PERCEP\u00c7\u00d5ES DA IDENTIDADE CULTURAL DO NORDESTINO NO RIO DE JANEIRO: UM OLHAR SOBRE O CENTRO MUNICIPAL LUIZ GONZAGA DE TRADI\u00c7\u00d5ES NORDESTINAS E OUTROS REFERENCIAIS FORMATIVOS<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Daiala Saltoris<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cristiane Cardoso<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O presente estudo busca apresentar uma proposta de an\u00e1lise para compreens\u00e3o da identidade cultural nordestina apreendida e transmitida atrav\u00e9s dos feirantes e dos visitantes do Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradi\u00e7\u00f5es Nordestinas. Essa an\u00e1lise traz consigo diversos questionamentos sobre as poss\u00edveis formas de representa\u00e7\u00e3o da identidade cultural e sobre os posicionamentos dos visitantes que admiram, consomem e usufruem dos produtos dispon\u00edveis na Feira. A partir dos posicionamentos apresentados, \u00e9 poss\u00edvel realizar uma reflex\u00e3o da trajet\u00f3ria que esses posicionamentos percorreram at\u00e9 chegar \u00e0 conclus\u00e3o de pensamento em que se d\u00e1 a forma\u00e7\u00e3o de opini\u00e3o sobre determinada identidade cultural. Essa an\u00e1lise da trajet\u00f3ria pode ser obtida sobre diversas \u00f3ticas, por\u00e9m, o foco da atual pesquisa ser\u00e1 concentrado sobre o vi\u00e9s das discuss\u00f5es sobre formas de representa\u00e7\u00e3o cultural atrav\u00e9s do livro did\u00e1tico utilizado em duas escolas da Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Dessa forma, a pesquisa consiste em compreender os aspectos presentes na forma em que os feirantes, mais especificamente, os artes\u00e3os, se identificam culturalmente como nordestinos e como transmitem esta identidade, sendo eles residentes no Rio de Janeiro. E ainda, no reconhecimento dos processos formativos presente nesse exerc\u00edcio de identifica\u00e7\u00e3o cultural com objetivo de diferenciar os aspectos que se fazem presente na forma como os nordestinos se expressam atrav\u00e9s do artesanato e como o p\u00fablico o recebe. Para que seja poss\u00edvel realizar as discuss\u00f5es referidas, a pesquisa utiliza-se como base os seguintes recursos metodol\u00f3gicos: o levantamento bibliogr\u00e1fico a fim de dialogar com autores sobre os conceitos delimitados, sendo eles: a identidade cultural e os processos formativos. A crit\u00e9rio de embasamento te\u00f3rico, o di\u00e1logo com alguns autores ser\u00e1 fundamental para enriquecer a pesquisa, al\u00e9m do trabalho de campo e entrevistas com os feirantes do Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradi\u00e7\u00f5es Nordestinas e tamb\u00e9m com o p\u00fablico; consultas realizadas ao Plano Nacional do Livro Did\u00e1tico (PNLD); e a an\u00e1lise dos dados das entrevistas a partir da perspectiva fenomenol\u00f3gica com objetivo de identificar os processos formativos presentes nesse di\u00e1logo da constru\u00e7\u00e3o da identidade cultural dos feirantes. Dessa maneira, a pesquisa almeja constatar as poss\u00edveis formas que a identidade cultural nordestina resiste nesse espa\u00e7o, al\u00e9m propor possibilidades de reflex\u00f5es sobre a desmitifica\u00e7\u00e3o de estere\u00f3tipos relacionados as pr\u00e1ticas culturais de representa\u00e7\u00e3o e com isso, compreender a forma com que ela \u00e9 transmitida e a forma que \u00e9 assimilada pelo p\u00fablico que o frequenta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A IDENTIDADE DO LUGAR: AS PERCEP\u00c7\u00d5ES DOS ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL SOBRE O MUNIC\u00cdPIO DE BELFORD ROXO\/RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Tamires Gon\u00e7alves Santana<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cristiane Cardoso<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O conceito de lugar \u00e9 muito importante para o estudo da realidade imediata dos alunos e sua rela\u00e7\u00e3o com a escola, sobretudo, a geografia escolar. A pesquisa tem como objetivo geral analisar como o conceito de lugar auxilia na constru\u00e7\u00e3o da identidade dos estudantes do Ensino Fundamental. no munic\u00edpio de Belford Roxo. Em termos de metodologia, partiu-se do estudo de caso, que investiga de forma particular uma determinada situa\u00e7\u00e3o. Nesse sentido essa pesquisa foi realizada com uma turma de 6\u00ba ano de escolaridade do ensino fundamental, do Centro Educacional Elion, escola que fica localizada no Munic\u00edpio de Belford Roxo, RJ. As bases te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas dessa investiga\u00e7\u00e3o seguiu os princ\u00edpios da pesquisa qualitativa, com o levantamento bibliogr\u00e1fico pautado em Tuan (1980,1983), Leite (2012), Carlos (2007), Cavalcanti (2010,2012) BRASIL (1997, 2017), Cardoso (2006), Lefebvre (2001),Woodward (2000) Silva (2000) e Hall (2000) Andr\u00e9 (2009) Ludke (2013), Deus; Cunha; Maciel (2010), Chizzotti (2013), Magalh\u00e3es et.al (2013) , Matain (2014); e Sim\u00f5es (2011). Para perceber o sentimento de pertencimento dos estudantes com o munic\u00edpio de Belford Roxo, foram realizadas oficinas pedag\u00f3gicas com as tem\u00e1ticas voltadas para o munic\u00edpio estudado. Os dados coletados nas oficinas e a rela\u00e7\u00e3o destes com o referencial te\u00f3rico foram cruciais para compreender a identidade que os estudantes t\u00eam para com o munic\u00edpio de Belford Roxo. De acordo com os resultados obtidos, notou a dificuldade dos estudantes em reconhecer o munic\u00edpio como um lugar de pertencimento, a maioria retratou a cidade como um local extremamente violento e com poucas \u00e1reas de interesse. Ap\u00f3s as oficinas, houve mudan\u00e7as significativas no pensamento e os alunos passaram a observar mais atentamente a cidade, percebendo tamb\u00e9m suas potencialidades e \u00e1reas de lazer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A HETEROGENEIDADE E AS MUDAN\u00c7AS NA PAISAGEM DA BACIA HIDROGR\u00c1FICA DOS RIOS IGUA\u00c7U-SARAPU\u00cd (RJ) E SEUS EFEITOS NAS INUNDA\u00c7\u00d5ES URBANAS<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Wallace de Araujo Menezes<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Laura Mendes Delgado<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O presente trabalho teve como objetivo identificar e analisar a heterogeneidade e mudan\u00e7as da paisagem a partir da rela\u00e7\u00e3o entre padr\u00f5es de cobertura e uso da terra e a permeabilidade provocada por essas altera\u00e7\u00f5es que influenciam nas ocorr\u00eancias de inunda\u00e7\u00f5es urbanas na bacia hidrogr\u00e1fica dos rios Igua\u00e7u-Sarapu\u00ed (RJ), a partir de dados de sensores remotos processados em programa de Sistema de Informa\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas de c\u00f3digo aberto. Inicialmente, buscou-se identificar e quantificar os padr\u00f5es de Cobertura e Uso da Terra a fim de correlacion\u00e1-los com a permeabilidade da superf\u00edcie. Posteriormente essa base de dados serviu para relacionar com as \u00e1reas definidas pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais ? CPRM como suscet\u00edveis \u00e0 ocorr\u00eancias de inunda\u00e7\u00f5es. Os resultados indicaram o aumento da classe definida como \u00e1reas constru\u00eddas e a supress\u00e3o das classes vegeta\u00e7\u00e3o densa e pastagens e ou campos abertos. Consequentemente as \u00e1reas imperme\u00e1veis tamb\u00e9m apresentaram um acr\u00e9scimo enquanto as \u00e1reas perme\u00e1veis foram reduzidas. Tal fator, merece extrema aten\u00e7\u00e3o na medida em que as \u00e1reas impermeabilizadas estavam inclu\u00eddas como suscet\u00edveis a ocorr\u00eancias de inunda\u00e7\u00f5es, fazendo com que este processo influencie as din\u00e2micas hidrogeomorfol\u00f3gicas em diferentes escalas. Al\u00e9m disso, constatou-se o papel da cobertura vegetal na redu\u00e7\u00e3o das coberturas imperme\u00e1veis nas \u00e1reas de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o. Compreendendo a bacia hidrogr\u00e1fica como uma unidade b\u00e1sica de evolu\u00e7\u00e3o geomorfol\u00f3gica e uma excelente unidade de gest\u00e3o tanto de elementos naturais, quanto sociais, devido ao seu aspecto integrador, buscou-se ressaltar as intera\u00e7\u00f5es e interfer\u00eancias no sistema fluvial nessa \u00e1rea e apresentar as possibilidades da utiliza\u00e7\u00e3o de geotecnologias dispon\u00edveis de forma gratuita e de f\u00e1cil acesso que podem servir como instrumentos fundamentais para o estudo da heterogeneidade e mudan\u00e7as da paisagem ao longo do tempo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> #PARTIUCINEMA: ENCONTROS DA S\u00c9TIMA ARTE COM O ENSINO E AS PR\u00c1TICAS DA GEOGRAFIA<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Cinthia Ribeiro Marques Ventura<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Ana Maria Marques Santos<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A presente pesquisa busca considerar os m\u00faltiplos desafios enfrentados pelos professores de Geografia, na abordagem dos conte\u00fados did\u00e1ticos pol\u00edticos-pedag\u00f3gicos em sala de aula; assim como, as dificuldades apresentadas por estudantes quanto \u00e0 compreens\u00e3o dos temas trabalhados nesses espa\u00e7os. Destacamos a Lei 13.006\/14, que torna obrigat\u00f3ria a exibi\u00e7\u00e3o de pelo menos 2 horas mensais de filmes nacionais em sala de aula. Nesse sentido, este estudo tem como objetivo principal analisar o cinema para al\u00e9m de recurso did\u00e1tico que pode ser utilizado no processo de ensino-aprendizagem de Geografia. E, mais especificamente, apresentar a historiografia do cinema e a sua influ\u00eancia educativa nos dias atuais; bem como, identificar as possibilidades dos filmes como m\u00e9todo e metodologia cr\u00edtica ao ensino-aprendizagem de Geografia; sua valoriza\u00e7\u00e3o no uso do cinema como a\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-pedag\u00f3gica e de buscar destacar a forma\u00e7\u00e3o dos professores em seu papel para com uma educa\u00e7\u00e3o emancipadora entre as tecnologias, a arte nas obras cinematogr\u00e1ficas e os conceitos e temas geogr\u00e1ficos. Como suporte te\u00f3rico-metodol\u00f3gico, a pesquisa se apoiou no referencial te\u00f3rico de autores como: Napolitano (2013), Name (2008), Santos (2006), Lib\u00e2neo (2009), Candau (1983) e Freire (1987). Buscando aprofundar a pesquisa, al\u00e9m da revis\u00e3o de produ\u00e7\u00f5es da \u00e1rea (cinema-Geografia), realizamos a sele\u00e7\u00e3o de dois livros did\u00e1ticos de Geografia aprovados pelo MEC, s\u00e3o eles: Conex\u00f5es ? Estudo de Geografia Geral do Brasil (Terra, Ara\u00fajo, Guimar\u00e3es; 2013) e Ser protagonista: Geografia (Moreir\u00e3o; 2013), trabalhamos ent\u00e3o analisando alguns filmes que se destacam nessas obras dentro dos cap\u00edtulos que falam sobre o clima, sendo eles: O dia depois de amanh\u00e3 (Roland Emmerich, EUA, 2004) e Twister (Jan de Bont, EUA, 1996). Tamb\u00e9m, pensando na Lei 13.006\/14 trouxemos para debate uma sugest\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o f\u00edlmica brasileira, o filme Para onde foram as andorinhas? (Mari Corr\u00eaa, Brasil, 2015). Os desafios do trabalho se propuseram no enfoque de conceder a s\u00e9tima arte para al\u00e9m de um recurso did\u00e1tico, mas como um potencial pol\u00edtico-pedag\u00f3gico potente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> UMA AN\u00c1LISE SOBRE O CONCEITO DE LUGAR E OS CONTE\u00daDOS DE GEOGRAFIA LOCAL NO CURR\u00cdCULO E NA PR\u00c1TICA DE ENSINO DO MUNIC\u00cdPIO DE DUQUE DE CAXIAS, RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Tais Maciel Silva<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Andr\u00e9 Santos da Rocha<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O presente trabalho discute a relev\u00e2ncia do conceito de lugar no ensino de Geografia, tomando como eixo de an\u00e1lise o munic\u00edpio de Duque de Caxias, localizado no estado do Rio de Janeiro, na regi\u00e3o da Baixada Fluminense. A pesquisa teve como objetivo principal compreender de que forma o conceito de lugar \u00e9 abordado nas escolas municipais de Duque de Caxias. Foram realizadas revis\u00f5es bibliogr\u00e1ficas para analisar as principais correntes que trabalham o conceito de lugar, al\u00e9m de uma revis\u00e3o de importantes conceitos, como a no\u00e7\u00e3o de curr\u00edculo e a constru\u00e7\u00e3o do saber geogr\u00e1fico escolar. Foi realizada ainda uma revis\u00e3o sobre a hist\u00f3ria do munic\u00edpio de Duque de Caxias, visando contextualiz\u00e1-lo na Baixada Fluminense e na Regi\u00e3o Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. Al\u00e9m disso, foram realizadas entrevistas com professores atuantes nas pol\u00edticas de constru\u00e7\u00e3o curricular do munic\u00edpio, e tamb\u00e9m, com professores regentes de Geografia das escolas municipais. A pesquisa explorou ainda, os documentos curriculares e materiais did\u00e1ticos produzidos pela Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o do Munic\u00edpio de Duque de Caxias. Os resultados mostraram que esta Secretaria n\u00e3o atribui a devida relev\u00e2ncia ao conceito de lugar em seus documentos oficiais, al\u00e9m de n\u00e3o apresentar pol\u00edticas de constru\u00e7\u00e3o curricular atuais para o ensino de Geografia nas escolas municipais. Analisando a pr\u00e1tica e as entrevistas realizadas com os professores regentes, conclui-se que a principal corrente do conceito de lugar trabalhado nas escolas analisadas \u00e9 a corrente human\u00edstica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> MAPEAMENTO PARTICIPATIVO NA IDENTIFICA\u00c7\u00c3O DAS \u00c1REAS DE RISCO \u00c0 INUNDA\u00c7\u00c3O NO BAIRRO PARQUE MAMBUCABA, ANGRA DOS REIS\/RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Fabiana Peres de Freitas<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Heitor Soares de Farias<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O bairro Parque Mambucaba est\u00e1 localizado no munic\u00edpio de Angra dos Reis em uma plan\u00edcie de inunda\u00e7\u00e3o fl\u00favio-marinha da bacia hidrogr\u00e1fica do rio Mambucaba, cuja a nascente situa-se na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo, formando a mais extensa rede hidrogr\u00e1fica da Ba\u00eda da Ilha Grande. Possui caracter\u00edsticas importantes que indicam para a necessidade de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, da hist\u00f3ria natural e humana, pois al\u00e9m de possuir a maior concentra\u00e7\u00e3o da mata atl\u00e2ntica do Estado do Rio de Janeiro, foi palco do in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil. Agregam-se \u00e0s caracter\u00edsticas naturais as interven\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas nesse ecossistema, relacionadas \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o irregular e a realiza\u00e7\u00e3o de modifica\u00e7\u00f5es que alteraram profundamente o equil\u00edbrio dos processos de transporte de sedimentos fluviais e escoamento superficial na zona litor\u00e2nea. A interfer\u00eancia nesse geossistema provoca severas altera\u00e7\u00f5es nos atributos f\u00edsicos, qu\u00edmicos, geol\u00f3gicos, biol\u00f3gicos e sociais. Essas modifica\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas contribuem para transformar a paisagem e ampliar os riscos ambientais relacionados \u00e0s inunda\u00e7\u00f5es. Tendo em vista a fragilidade ambiental e a vulnerabilidade social dos moradores do Parque Mambucaba, a quest\u00e3o principal dessa pesquisa \u00e9 analisar, atrav\u00e9s do mapeamento participativo, quais as \u00e1reas suscet\u00edveis aos riscos ambientais de inunda\u00e7\u00f5es e como a popula\u00e7\u00e3o percebe esses riscos, j\u00e1 que h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas de maiores riscos e o contexto socioecon\u00f4mico, comprovando a depend\u00eancia sist\u00eamica entre os aspectos f\u00edsicos, o processo hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o, pol\u00edticas p\u00fablicas e as \u00e1reas com maiores incid\u00eancias de riscos ambientais, que s\u00e3o ampliados devido \u00e0 percep\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. A pesquisa foi desenvolvida utilizando a metodologia participativa na identifica\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de risco de inunda\u00e7\u00f5es com os alunos do segundo ano Ensino M\u00e9dio do Col\u00e9gio Estadual Almirante \u00c1lvaro Alberto. Essa metodologia foi desenvolvida em tr\u00eas etapas: entrevistas sobre as percep\u00e7\u00f5es dos riscos, elabora\u00e7\u00e3o de um croqui para o reconhecimento do bairro e a produ\u00e7\u00e3o do mapa participativo de riscos de inunda\u00e7\u00f5es. Os resultados mostram que as \u00e1reas suscept\u00edveis \u00e0 inunda\u00e7\u00e3o possuem condicionantes naturais e\/ou constru\u00eddos que indicam sua predisposi\u00e7\u00e3o \u00e0 ocorr\u00eancia de acidentes futuros por ocasi\u00e3o de epis\u00f3dios pluviais intensos. S\u00e3o parte de um processo de constru\u00e7\u00e3o social, pois esses foram produzidos a partir da a\u00e7\u00e3o da sociedade e \u00e9 sobre ela que ele se manifesta. Estes s\u00e3o sentidos pelos indiv\u00edduos e, ao se manifestarem, podem provocar preju\u00edzos \u00e0s pessoas, aos bens, as estruturas e \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio. A percep\u00e7\u00e3o, o conhecimento e a considera\u00e7\u00e3o do risco podem variar em fun\u00e7\u00e3o da cultura, do n\u00edvel de desenvolvimento econ\u00f4mico e mesmo do grupo social envolvido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> DA IMAGEM \u00c0 IMAGEM: PORTO MARAVILHA E MUSEU DO AMANH\u00c3 NO EMPREENDEDORISMO URBANO CARIOCA NO IN\u00cdCIO DO S\u00c9CULO XXI.<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: J\u00falio C\u00e9sar Dias Nascimento<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Guilherme da Silva Ribeiro<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O objetivo desse trabalho \u00e9 analisar as rela\u00e7\u00f5es entre o Museu do Amanh\u00e3 e a din\u00e2mica urbana do centro do Rio de Janeiro no contexto do empreendedorismo urbano, de parcerias p\u00fablico-privadas e de estrat\u00e9gias de marketing. Amparado pelo materialismo hist\u00f3ricodial\u00e9tico, investigo aspectos pol\u00edticos, sociais e geogr\u00e1ficos a fim de explorar a produ\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e suas contradi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas. Envolvendo Governo Federal, Prefeitura Municipal e a Funda\u00e7\u00e3o Roberto Marinho, o Museu do Amanh\u00e3 \u00e9 parte de um projeto de desenvolvimento urbano nomeado Porto Maravilha cuja finalidade foi a de reconstruir a antiga \u00e1rea portu\u00e1ria do Pier Mau\u00e1 para atrair o capital imobili\u00e1rio. \u00c0s margens da Ba\u00eda de Guanabara, o lugar foi escolhido para fundar um ambicioso edif\u00edcio arquitet\u00f4nico caracterizado por formas p\u00f3s-modernas e por um acervo interativo particularmente consagrado \u00e0 sustentabilidade ambiental. Entretanto, al\u00e9m de sofrer as consequ\u00eancias da polui\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria Ba\u00eda, esse espa\u00e7o foi um dos mais importantes mercados mundiais de escravos at\u00e9 a segunda metade do s\u00e9culo XIX. Atualmente, \u00e9 cercado de favelas como o Morro da Concei\u00e7\u00e3o, Morro da Provid\u00eancia e Morro do Pinto, cujos moradores consistem em migrantes pobres, traficantes de drogas, descentes de quilombos e trabalhadores negros que sempre foram negligenciados pelo poder p\u00fablico. Em face dessas quest\u00f5es, minha conclus\u00e3o \u00e9 a de que o Museu do Amanh\u00e3 n\u00e3o somente oculta a hist\u00f3ria, mas embranquece-a. Sua arquitetura e seu acervo n\u00e3o s\u00e3o mais que imagens vazias forjadas em nome do espet\u00e1culo. Nele, n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> AS REPRESENTA\u00c7\u00d5ES NA CONSTRU\u00c7\u00c3O DA REGI\u00c3O ECON\u00d4MICA-TUR\u00cdSTICA-CULTURAL DO VALE DO CAF\u00c9 FLUMINENSE<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Kedma Mayara de Melo Barros<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Andr\u00e9 Santos da Rocha<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Nesta pesquisa apresentamos problem\u00e1ticas sobre a produ\u00e7\u00e3o do Vale do Caf\u00e9 as quais est\u00e3o debru\u00e7adas em sua apropria\u00e7\u00e3o regional. Por revelar-se uma \u00e1rea marcada pela hist\u00f3ria do Brasil Imperial no s\u00e9culo XIX, hoje a regi\u00e3o tem vivenciado novas din\u00e2micas econ\u00f4micas, pol\u00edticas e culturais que surgem ap\u00f3s os anos de 1990. O Vale do Caf\u00e9 passou a ser (re)conhecido a partir das pol\u00edticas p\u00fablicas de turismo acionadas por agentes do campo econ\u00f4mico e do campo pol\u00edtico. Novas representa\u00e7\u00f5es s\u00e3o difundidas por esses agentes os quais ressoam no\u00e7\u00f5es de identidade, cultura e desenvolvimento. As representa\u00e7\u00f5es s\u00e3o instrumentos de legitimidade regional. Destarte, o Vale do Caf\u00e9 anuncia uma ?representa\u00e7\u00e3o ideal de uma regi\u00e3o?, o que corrobora para compreender as dimens\u00f5es material e imaterial desse conceito-chave da Geografia no Vale. \u00c9 imprescind\u00edvel desnaturalizar o Vale do Caf\u00e9 com o intuito de alcan\u00e7a-lo como entidade social\/espacial apropriada por Empreendedores, Poder P\u00fablico e M\u00eddias (Sociais e Imprensa) os quais constroem novas representa\u00e7\u00f5es. \u00c9, portanto, com o aporte te\u00f3rico de Pierre Bourdieu, Roberto Lobato Corr\u00eaa e dos desdobramentos renovadores de Serge Moscovici e Denise Jodelet na teoria das Representa\u00e7\u00f5es Sociais, que essa pesquisa se constitui. T\u00eam-se como aporte emp\u00edrico as falas e pr\u00e1ticas de seus atores pol\u00edticos, econ\u00f4micos e culturais do Vale do Caf\u00e9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> AN\u00c1LISE DAS ZONAS VULNER\u00c1VEIS \u00c0 PRESS\u00d5ES ANTR\u00d3PICAS DA RESERVA BIOL\u00d3GICA DO TINGU\u00c1- RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Debora Querino da Silva<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Gustavo Mota de Sousa<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: As unidades de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o espa\u00e7os protegidos que est\u00e3o sobre constante press\u00e3o do entorno constitu\u00eddo, na sua maioria por \u00e1reas urbanas. A Reserva Biol\u00f3gica do Tingu\u00e1 (REBIO Tingu\u00e1) est\u00e1, em sua maior por\u00e7\u00e3o, localizada na Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro \u00e9 composta por grandes fragmentos florestais que junto com outras unidades de conserva\u00e7\u00e3o formam o Mosaico da Mata Atl\u00e2ntica Central-Fluminense e do Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar. O objetivo deste estudo \u00e9 analisar \u00e1reas vulner\u00e1veis por press\u00f5es antr\u00f3picas por meio do uso das geotecnologias e registros de infra\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito da Reserva Biol\u00f3gica do Tingu\u00e1 e sua Zona de Amortecimento. A metodologia utiliza como dados de entrada imagens RapidEye e autos de infra\u00e7\u00e3o georreferenciados e registrados pela equipe da REBIO Tingu\u00e1. Os m\u00e9todos aplicados foram divididos no mapeamento de cobertura da terra que tornou poss\u00edvel a obten\u00e7\u00e3o dos padr\u00f5es espaciais dos fragmentos florestais e; na constru\u00e7\u00e3o de um mapa de densidade de autua\u00e7\u00f5es de infra\u00e7\u00f5es ambientais por meio de estat\u00edstica espacial baseada em kernel. A jun\u00e7\u00e3o entre os mapeamentos dos fragmentos florestais e a densidade de autua\u00e7\u00f5es possibilitou a constru\u00e7\u00e3o do mapa de vulnerabilidade \u00e0 press\u00f5es antr\u00f3picas dos limites da REBIO Tingu\u00e1 e sua Zona de Amortecimento. Os resultados do mapeamento foram validados e apontaram percentuais de 63% e 23% para a vulnerabilidade m\u00e9dia e alta para a ocorr\u00eancia de novos autos de infra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A PRODU\u00c7\u00c3O DO ESPA\u00c7O DE LAZER: UM ESTUDO SOBRE ?TURISTIFICA\u00c7\u00c3O? E ?RESORTIFICA\u00c7\u00c3O? A PARTIR DO PORTOBELLO RESORT &amp; SAF\u00c1RI (MANGARATIBA-RJ)<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Raiza Carolina Diniz Silva<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Leandro Dias de Oliveira<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A presente pesquisa buscou evidenciar os reflexos do processo de metropoliza\u00e7\u00e3o tur\u00edstica que corroborou para a produ\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os de lazer no munic\u00edpio de Mangaratiba, localizado na Regi\u00e3o Tur\u00edstica da Costa Verde, no litoral sul fluminense. Ao mirar na an\u00e1lise do espa\u00e7o, foi poss\u00edvel constatar formas de lazer elitista, desencadeadas por condom\u00ednios e resorts ao longo da faixa costeira. Nesse sentido, dedicou-se a estudar o fen\u00f4meno da resortifica\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o de Mangaratiba, a partir do empreendimento Portobello Resort &amp; Saf\u00e1ri, identificando no objeto emp\u00edrico, estruturas que evidenciam este ?fazer tur\u00edstico? engendrado pela condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna, no qual, pauta-se tanto no afastamento no plano espacial, diante da l\u00f3gica da fuga do cotidiano, como tamb\u00e9m, no plano imagin\u00e1rio, diante da constru\u00e7\u00e3o de simulacros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"color: #000000;background-color: #24402a !important\"><i class=\"fas fa-calendar-alt\"><\/i> 2017 (14)<\/h6>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> O ENSINO DE GEOGRAFIA E OS MAPAS MENTAIS DE CRIAN\u00c7AS E ADOLESCENTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NO MUNIC\u00cdPIO DE DUQUE DE CAXIAS ? RJ.<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Marilza Santos da Silva<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cl\u00e9zio dos Santos<br \/>\nLinha 3 &#8211;<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A presente pesquisa aborda os mapas mentais de crian\u00e7as e adolescentes com autismo em ensino de Geografia, no munic\u00edpio de Duque de Caxias, compreendendo as escolas municipais: GS e POTO, com alunos que est\u00e3o inclu\u00eddos no ensino fundamental segundo Segmento. O objetivo principal desta pesquisa \u00e9 analisar como os alunos com transtorno do espectro aut\u00edstico (ASD) representam o ?espa\u00e7o vivo? atrav\u00e9s da express\u00e3o ensino cartogr\u00e1fico. Assim, fazer sentido e explorar as habilidades respectivas e habilidades cognitivas desses alunos. Para isso, esta pesquisa teve um olhar para a subjetividade do sujeito, em suas habilidades (e n\u00e3o em suas limita\u00e7\u00f5es: f\u00edsica, org\u00e2nica, intelectuais). Dessa forma, esse prop\u00f3sito correspondeu ao exame e avalia\u00e7\u00e3o dos formul\u00e1rios utilizados por tais indiv\u00edduos, na constru\u00e7\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas, atrav\u00e9s da elabora\u00e7\u00e3o de seus mapas mentais, al\u00e9m da extra\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o dos elementos simb\u00f3licos comuns aos registros espaciais feitos. Assim, o estudo come\u00e7ou a abranger as caracter\u00edsticas que englobam o autismo, a fim de demonstrar essa desordem desenvolvimental que afeta algumas crian\u00e7as, bem como os direitos que garantem uma educa\u00e7\u00e3o inclusiva para essas pessoas. Discute-se, tamb\u00e9m, o contexto hist\u00f3rico que engloba a cartografia escolar, bem como, elucida os processos metodol\u00f3gicos e cognitivos pertinentes a aprendizagem da cartografia em ensino de Geografia, abordando conceitos fundamentais para aprendizagem A import\u00e2ncia da ?alfabetiza\u00e7\u00e3o cartogr\u00e1fica? desde as notas iniciais; O processo de organiza\u00e7\u00e3o, intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o espacial de crian\u00e7as. Para isso, contextualizou-se uma breve apresenta\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Duque de Caxias e das escolas selecionadas para pesquisa; os resultados das entrevistas com os profissionais da educa\u00e7\u00e3o, bem como a proposta metodol\u00f3gica feita com os alunos com Tea no ensino de Geografia. Em seguida, a pesquisa \u00e9 dedicada \u00e0 sistematiza\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o dos dados obtidos, bem como \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de resultados e prova de hip\u00f3teses. Assim, neste estudo, foi poss\u00edvel contribuir (dentro do recorte espacial e temporal da pesquisa) para reflex\u00f5es e an\u00e1lises acerca das representa\u00e7\u00f5es mentais e das habilidades cognitivas superiores dos escolares com TEA, bem como, tendo em vista a proposta atividades, para oferecer ao aluno com autismo diferentes recursos cartogr\u00e1ficos visuais. Diante da realidade da educa\u00e7\u00e3o, cada sujeito \u00e9 \u00fanico no processo ensino-aprendizagem, e este trabalho ter\u00e1 como ponto de partida desmistificar a ideia de que crian\u00e7as autistas com habilidades especiais, inseridas em um contexto de educa\u00e7\u00e3o especial, s\u00e3o incapazes de intera\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o do ?espa\u00e7o vivo?.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> FORMA\u00c7\u00c3O CIDAD\u00c3 E OS ESTUDOS DO TERRIT\u00d3RIO COMO POTENCIAL PEDAG\u00d3GICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Tereza Helena Nunes Fonseca Louren\u00e7o<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Ana Maria Marques Santos<br \/>\nLinha 3 &#8211;<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Este trabalho busca discutir, no ensino de geografia, a forma\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 a partir do potencial pedag\u00f3gico dos estudos do territ\u00f3rio, numa perspectiva de uma cidadania territorializada. Mais especificamente, de que modo os estudos do territ\u00f3rio no ensino fundamental podem contribuir para formar uma no\u00e7\u00e3o de cidadania de perten\u00e7a sobre o territ\u00f3rio, sendo este considerado em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es. Esta pesquisa nasce da minha pr\u00e1tica cotidiana no ensino de geografia no \u00e2mbito de uma escola municipal, no sub bairro de Jardim Palmares, localizado em Paci\u00eancia, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, e da minha percep\u00e7\u00e3o e d\u00favida sobre se a escola, de certo modo, e o ensino de geografia, mais especificamente, tem contribu\u00eddo para a forma\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os cr\u00edticos, conscientes e apropriados do territ\u00f3rio sobre o qual est\u00e3o inseridos. Nesse sentido, para apoiar o pensar sobre a pr\u00e1tica desta cidadania com consci\u00eancia no territ\u00f3rio, destacam-se a constru\u00e7\u00e3o das capacidades de interven\u00e7\u00e3o sobre os eventos e fen\u00f4menos que se desenrolam no territ\u00f3rio, para isso nos pautamos em Guti\u00e9rrez e Santos para apoiar a discuss\u00e3o te\u00f3rica nas categorias de cidadania a serem discutidas neste trabalho; e Haesbaert e Santos para fundamentar a categoria de territ\u00f3rio. Esta pesquisa foi desenvolvida em tr\u00eas etapas: levantamento bibliogr\u00e1fico, trabalho de campo da pesquisa e, por \u00faltimo, an\u00e1lise dos resultados. A partir dos dados analisados, foi poss\u00edvel constatar que \u00e9 poss\u00edvel a realiza\u00e7\u00e3o de uma pr\u00e1xis que leve em considera\u00e7\u00e3o o conhecimento constru\u00eddo a partir das trocas de saberes e sobre a forma\u00e7\u00e3o para a cidadania, com aporte nos estudos sobre o territ\u00f3rio e pr\u00e1ticas territoriais dos alunos. Demos \u00eanfase aos estudos sobre o territ\u00f3rio, dada sua relev\u00e2ncia e de seu car\u00e1ter potencialmente pedag\u00f3gico no trabalho de constru\u00e7\u00e3o de cidadania no ensino de geografia, buscando pensar a pr\u00e1tica desta cidadania com consci\u00eancia no territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A PROBLEM\u00c1TICA HIDROL\u00d3GICA EM NOVA IGUA\u00c7U\/RJ VISTA A PARTIR DA ESCOLA P\u00daBLICA POR MEIO DOS PROJETOS DE TRABALHO NO ENSINO DE GEOGRAFIA<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Yasmin Ribeiro Molinari Mello<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cl\u00e9zio dos Santos<br \/>\nLinha 3 &#8211;<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A presente pesquisa aborda as problem\u00e1ticas hidrol\u00f3gicas no meio urbano, mais precisamente no munic\u00edpio de Nova Igua\u00e7u, no bairro Engenho Pequeno, analisando as modifica\u00e7\u00f5es socioambientais constru\u00eddas historicamente neste local, mostrando como as mesmas influenciam na din\u00e2mica hidrol\u00f3gica. A disciplina de Geografia \u00e9 trabalhada pelo vi\u00e9s do conceito de Lugar, focando na realidade do cotidiano dos estudantes para, desta forma, compreenderem com mais facilidade os problemas hidrol\u00f3gicos, dotando de significado o processo de ensino-aprendizagem. Estas quest\u00f5es s\u00e3o contextualizadas na escola CIEP 317 ? Aur\u00e9lio Buarque de Holanda, com turmas do 6\u00b0 ano do ensino fundamental atrav\u00e9s da metodologia da pedagogia de projetos, que visa uma maior intera\u00e7\u00e3o entre professor \/ estudante, incentivando a pesquisa e a autonomia do estudante. Para colocar em pr\u00e1tica tal metodologia, foi realizado um projeto nesta escola, abordando a problem\u00e1tica hidrol\u00f3gica a partir do bairro Engenho Pequeno, buscou-se utilizar atividades din\u00e2micas que sa\u00edssem das metodologias tradicionais de ensino. O uso da pedagogia de projetos possibilitou um maior envolvimento dos estudantes nas atividades escolares, incentivando os trabalhos em equipes e a coopera\u00e7\u00e3o, somando-se a esta metodologia o uso do conceito de Lugar, facilitou a compreens\u00e3o das quest\u00f5es socioambientais presentes no recorte espacial, incentivando a busca por poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es para tais problemas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A IMPORT\u00c2NCIA DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIA\u00c7\u00c3O \u00c0 DOC\u00caNCIA PARA A FORMA\u00c7\u00c3O DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO INSTITUTO MULTIDISCIPLINAR DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO (UFRRJ)<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Isabela Batista de Medeiros<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Cristiane Cardoso<br \/>\nLinha 3 &#8211;<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Quando direcionamos nosso olhar para a educa\u00e7\u00e3o percebemos que muitos desafios precisam ser superados, dentre eles: problemas na forma\u00e7\u00e3o inicial do professor, a maior valoriza\u00e7\u00e3o do bacharelado em detrimento das licenciaturas, a desvaloriza\u00e7\u00e3o do professor no \u00e2mbito social e econ\u00f4mico, a dist\u00e2ncia entre a Universidade e a Escola, dicotomia entre a teoria e a pr\u00e1tica. Percebemos ent\u00e3o o quanto a forma\u00e7\u00e3o inicial do futuro docente, assim como a forma\u00e7\u00e3o continuada e em servi\u00e7o, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia. Por isso, o incentivo de programas como o Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Doc\u00eancia (PIBID), podem ajudar esses estudantes, futuros profissionais da educa\u00e7\u00e3o, a enfrentar, com maior seguran\u00e7a os desafios postos pela educa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea dentro da real necessidade da escola, onde os problemas s\u00e3o comuns a todos que dela fazem parte. Diante deste contexto, este trabalho tem como objetivo analisar como o PIBID influencia na forma\u00e7\u00e3o dos alunos do curso de Geografia do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> RESTAURA\u00c7\u00c3O DA MATA ATL\u00c2NTICA: POTENCIALIDADES, FRAGILIDADES E OS CONFLITOS AMBIENTAIS NA FLORESTA NACIONAL M\u00c1RIO XAVIER, SEROP\u00c9DICA\/RJ<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Ricardo Luiz Nogueira de Souza<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Heitor Soares de Farias<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Este trabalho trata da an\u00e1lise Geo-ambiental da Floresta Nacional M\u00e1rio Xavier, no Munic\u00edpio de Serop\u00e9dica ? RJ, utilizando como ferramenta o Geoprocessamento. Visa uma compreens\u00e3o sistematizada de propostas relativas ao zoneamento ecol\u00f3gico-ambiental, conjugado com o crescente interesse no potencial conservacionista que a Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o apresenta. A discuss\u00e3o pretende problematizar a manuten\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea protegida na medida em que ainda sofre com diversos conflitos ambientais, sob os efeitos da atua\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica, relacionadas \u00e0 expans\u00e3o de \u00e1reas urbanas, como tamb\u00e9m pela rec\u00e9m cria\u00e7\u00e3o da rodovia BR-493, que seccionou a FLONA MX. Al\u00e9m disso, verifica-se que o reconhecimento dos conflitos ambientais \u00e9 a base da proposta ao zoneamento ambiental, o que justifica sua manuten\u00e7\u00e3o como unidade de conserva\u00e7\u00e3o. Tal proposta atua prioritariamente em localizar as potencialidades, como as esp\u00e9cies end\u00eamicas em risco de extin\u00e7\u00e3o (peixe e r\u00e3) e vegeta\u00e7\u00e3o (nativas e ex\u00f3ticas), e as fragilidades. Para a compreens\u00e3o do tema \u00e9 feito resumidamente um arcabou\u00e7o legal, com enfoque no conceito de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, e analisados os documentos da unidade estudada, bem como os resultados da proposta de zoneamento ambiental e, para tanto, foram gerados mapeamentos das potencialidades (mapa de uso e cobertura do solo). Para an\u00e1lise dos conflitos foi realizado um mapeamento onde s\u00e3o apresentadas algumas caracter\u00edsticas peculiares da FLONA MX, como a confec\u00e7\u00e3o do mapeamento da zona de amortecimento. Para o mapeamento de zoneamento foi estabelecido um zoneamento com conte\u00fado e normas de usos diferenciados, em conson\u00e2ncia aos dados e informa\u00e7\u00f5es dos mapeamentos anteriores. Os resultados obtidos com a proposta de zoneamento permitem a destina\u00e7\u00e3o de \u00e1reas para fins espec\u00edficos, e fornecem subs\u00eddios na execu\u00e7\u00e3o de planejamento e gerenciamento da Unidade, na elabora\u00e7\u00e3o do Plano de Manejo e para a tomada de decis\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> DIN\u00c2MICA DA COBERTURA DA TERRA DO PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA: UMA AN\u00c1LISE A PARTIR DOS GRANDES INC\u00caNDIOS NA REGI\u00c3O DA PARTE ALTA<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Nat\u00e1lia Macedo Rodrigues<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Gustavo Mota de Sousa<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O Parque Nacional do Itatiaia (PNI), primeira Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o brasileira, sofre de forma preocupante com os inc\u00eandios florestais, na regi\u00e3o da Parte Alta, principalmente os de cunho antr\u00f3pico. Nesse sentido, faz-se importante o conhecimento da din\u00e2mica da cobertura da terra a fim de identificar as perdas e modifica\u00e7\u00f5es sofridas atrav\u00e9s dos epis\u00f3dios dos maiores inc\u00eandios j\u00e1 ocorridos na UC. O mapeamento das classes de cobertura da terra atrav\u00e9s da minera\u00e7\u00e3o de dados \u00e9 uma forma importante de verificar as mudan\u00e7as ocorridas nas classes da regi\u00e3o de estudo, atrav\u00e9s da classifica\u00e7\u00e3o supervisionada. O objetivo do trabalho \u00e9 contribuir para a an\u00e1lise da din\u00e2mica da cobertura da terra na Parte Alta do PNI com base nos principais inc\u00eandios ali ocorridos, nos anos de 1988, 2001, 2007 e 2010. Para o desenvolvimento do trabalho foram utilizados o limite do inc\u00eandio de 1988, imagens de sat\u00e9lite Landsat 5 e 7 e os Registros de Ocorr\u00eancia de Inc\u00eandios (ROIS) do PNI. Como m\u00e9todos, foi feito o recorte em 1 km de buffer da \u00e1rea de estudo, delimita\u00e7\u00e3o dos per\u00edodos anteriores e posteriores aos grandes inc\u00eandios, mapeamento da cobertura da terra, seguida dos processos de segmenta\u00e7\u00e3o, minera\u00e7\u00e3o de dados, classifica\u00e7\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica da cobertura. Com os resultados, pode-se observar a enorme \u00e1rea atingida pelo inc\u00eandio de 1988, atrav\u00e9s do ROI, pois a imagem utilizada para este ano n\u00e3o contou com a mancha do inc\u00eandio, devido a grande presen\u00e7a de nuvens. Al\u00e9m disso, observou-se nos anos posteriores uma reincid\u00eancia de queima nas mesmas \u00e1reas atingidas pelo inc\u00eandio de 1988, inclusive em \u00e1reas onde a vegeta\u00e7\u00e3o ainda se regenerava de tal epis\u00f3dio. As \u00e1reas dos inc\u00eandios nos anos de 2001, 2007 e 2010 contaram com raios pontuais, ou seja, n\u00e3o atingindo toda a extens\u00e3o da Parte Alta como no ano de 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> DESENVOLVIMENTO PARA QUEM? AS CONTRADI\u00c7\u00d5ES SOCIOAMBIENTAIS NA BAIXADA FLUMINENSE E A GERA\u00c7\u00c3O DE CONFLITOS<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: B\u00e1rbara da Concei\u00e7\u00e3o Marques<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Monika Richter<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A concentra\u00e7\u00e3o de atividades industriais na Baixada Fluminense, articuladas \u00e0s parcerias entre o setor p\u00fablico e privado, benef\u00edcios fiscais e fragilidades socioambientais proporcionaram a\u00e7\u00f5es conflitivas entre moradores locais e atividades poluidoras. Tal problem\u00e1tica trouxe a necessidade de dialogar as quest\u00f5es ambientais relacionadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f4micas. Para contextualizar tais a\u00e7\u00f5es, foi realizado o estudo da Baixada Fluminense a partir da leitura de cinco munic\u00edpios: Nova Igua\u00e7u, Itagua\u00ed, Japeri, Queimados e Serop\u00e9dica. Os dados sobre munic\u00edpios demonstraram contradi\u00e7\u00f5es entre as atividades industriais e sua arrecada\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica; os baixos \u00edndices sociais e a forma\u00e7\u00e3o de conflitos ambientais atrav\u00e9s de den\u00fancias ao Minist\u00e9rio P\u00fablico. Dessa forma, a pesquisa utilizou a constru\u00e7\u00e3o de bancos de dados geogr\u00e1ficos e mapeamentos para an\u00e1lise dos condicionantes sociais, da distribui\u00e7\u00e3o das atividades industriais e das localidades com a presen\u00e7a de conflitos. Essas apropria\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o constataram casos de injusti\u00e7as ambientais na Baixada Fluminense. Foi observado que as den\u00fancias ao Minist\u00e9rio P\u00fablico se concentram em \u00e1reas que apresentam maior renda e escolaridade, como \u00e9 caso de Nova Igua\u00e7u, que apresenta o maior quantitativo de den\u00fancias em rela\u00e7\u00e3o aos demais munic\u00edpios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> AN\u00c1LISE DA BACIA HIDROGR\u00c1FICA DO RIO S\u00c3O PEDRO, SUB-BACIA DO RIO GUANDU-RJ, A PARTIR DO SISTEMA GTP (GEOSSISTEMA ? TERRIT\u00d3RIO ? PAISAGEM) COMO SUBS\u00cdDIO \u00c0 CONSERVA\u00c7\u00c3O E GEST\u00c3O DOS RECURSOS H\u00cdDRICOS<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Dilson Duarte Pinto Machado<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Laura Delgado Mendes<br \/>\nLinha 2 &#8211; Territ\u00f3rio, Ambiente e Ensino de Geografia<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A presente pesquisa consiste na an\u00e1lise integrada da bacia hidrogr\u00e1fica do rio S\u00e3o Pedro, com vistas a identificar o estado atual em que esta bacia se encontra frente a alguns dados hist\u00f3ricos levantados, visando \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o desses recursos h\u00eddricos. Tal abordagem integrada possibilitou distinguir os geossistemas em biostasia e resistasia, identificar os territ\u00f3rios dos diversos atores que ocupam a bacia, bem como, perceber as transforma\u00e7\u00f5es impressas na paisagem, oriunda de a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas ocorridas ao longo do tempo. Para tanto, utilizou-se o m\u00e9todo tridimensional de an\u00e1lise da paisagem intitulado GTP (Geossistema-Territ\u00f3rio-Paisagem), o qual analisa estas tr\u00eas vari\u00e1veis conjuntamente em uma perspectiva espa\u00e7o-temporal. Percebeu-se a partir da referida an\u00e1lise problemas como, retiliniza\u00e7\u00e3o de alguns trechos do rio rumo \u00e0 jusante, assoreamento em v\u00e1rios pontos do seu curso d?\u00e1gua, capta\u00e7\u00e3o exacerbada de \u00e1gua dentro da Reserva Biol\u00f3gica do Tingu\u00e1, supress\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o para forma\u00e7\u00e3o de lavouras e pastagens, compacta\u00e7\u00e3o do solo atrav\u00e9s do pisoteio do gado, retirada da mata ciliar e eros\u00e3o das margens do rio, lan\u00e7amento de esgoto in natura e lixo nos cursos d?\u00e1gua, uso de herbicidas e inseticidas nas lavouras, desequil\u00edbrio ecossist\u00eamico, avan\u00e7o de cercas das terras dos pecuaristas sobre as terras dos pequenos agricultores, fechamento de ruas p\u00fablicas, cercamento do rio e turismo predat\u00f3rio. A partir de tais problemas identificados, prop\u00f4s-se algumas poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. Dentre elas, a ado\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas agroecol\u00f3gicas como, rota\u00e7\u00e3o de culturas, compostagem e sistema agroflorestal, somadas ao controle biol\u00f3gico, reflorestamento, pastejo rotacionado, fossas s\u00e9pticas, entre outras. Ressalta-se que a bacia hidrogr\u00e1fica do rio S\u00e3o Pedro possui grande import\u00e2ncia no que tange \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o de qualidade e quantidade de \u00e1gua para o canal principal (rio Guandu). Compreende-se tamb\u00e9m que o m\u00e9todo GTP propiciou um levantamento de informa\u00e7\u00f5es relevantes, que poder\u00e3o ser aplicadas na elabora\u00e7\u00e3o de modelos a serem utilizados em futuras tomadas de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> TERRIT\u00d3RIOS DE FALA: ESTUDO DE CASO DA COMUNIDADE QUILOMBOLA SANTA RITA DO BRACUHY, ANGRA DOS REIS, RIO DE JANEIRO<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Isabo Moraes Moreira Lauria<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Guilherme da Silva Ribeiro<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O objetivo da presente disserta\u00e7\u00e3o \u00e9 estudar a Comunidade Quilombola Santa Rita do Bracuhy, localizada no munic\u00edpio de Angra dos Reis, Estado do Rio de Janeiro, tendo como foco a quest\u00e3o territorial sob a perspectiva geogr\u00e1fica. Para tanto, o m\u00e9todo escolhido adv\u00e9m do pensamento p\u00f3s-colonial, com destaque para a cr\u00edtica \u00e0 ci\u00eancia moderna constru\u00edda, exatamente, a partir dos nexos entre territ\u00f3rio e saber, geografia e conhecimento, lugar e discurso desenvolvidos por intelectuais como Gayatri Chakravorty Spivak, Arturo Escobar, Alfredo Wagner Berno de Almeida e Carlos Walter Porto-Gon\u00e7alves. Assim, recuperamos como a legisla\u00e7\u00e3o brasileira contempla os direitos fundi\u00e1rios das comunidades quilombolas a partir da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, bem como a mobiliza\u00e7\u00e3o do Bracuhy no dif\u00edcil processo de regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria. Envolvendo o di\u00e1logo com o Estado por meio do Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (INCRA), surge aqui n\u00e3o apenas as disputas hier\u00e1rquicas de poder pela terra, mas, sobretudo, a apropria\u00e7\u00e3o dos conceitos de quilombo e quilombola pelo Bracuhy e os componentes culturais, pol\u00edticos e econ\u00f4micos a eles associados. Nesse contexto, o territ\u00f3rio emerge como item crucial em termos de reconhecimento e de coes\u00e3o comunit\u00e1rios, a intersec\u00e7\u00e3o emp\u00edrica e discursiva, objetiva e subjetiva, material e imaterial respons\u00e1vel por congregar os quilombolas de Santa Rita do Bracuhy. A conclus\u00e3o dessa disserta\u00e7\u00e3o problematiza o emprego de categorias coloniais no estudo de comunidades tradicionais, ao mesmo tempo em que desenha o jogo de representa\u00e7\u00f5es estabelecido em torno da luta pelo territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> TERRITORIALIDADE AUT\u00d4NOMA, UTOPIA E GEOGRAFIA DECOLONIAL PARA O DIREITO \u00c0 CIDADE: UM ENSAIO SOBRE O CARNAVAL DE RUA NO RIO DE JANEIRO<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Rafael Cordeiro da Cruz<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Andr\u00e9 Santos da Rocha<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Este trabalho \u00e9 fruto de uma pesquisa sobre autonomia e territ\u00f3rio, onde buscamos, \u00e0 luz da Geografia Anarquista e Decolonial, demonstrar que no carnaval de rua do Rio de Janeiro existem fissuras capazes de aglutinar diferentes nichos da luta antissist\u00eamica. Nossos objetivos variam entre a constru\u00e7\u00e3o de uma no\u00e7\u00e3o de territorialidade aut\u00f4noma, a cr\u00edtica \u00e0 racionalidade urbana e a constru\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de luta, utilizando espa\u00e7os-tempo ca\u00f3ticos, como o Carnaval. Enxergamos estas fissuras muito latentes nestes eventos e muitas possibilidades de perman\u00eancia das a\u00e7\u00f5es dissidentes executadas ali. Buscamos contribuir para a constru\u00e7\u00e3o de um saber geogr\u00e1fico que permita ao leitor empoderar-se do espa\u00e7o que o rodeia com o olhar dissidente, a partir de casos que nos vieram \u00e0 guisa de transformar o status quo dominante. Recortamos a cidade do Rio de Janeiro para delimitar um espa\u00e7o de estudos, mas n\u00e3o para limitar nossa an\u00e1lise. O roteiro explanado serve para ilustrarmos um Carnaval marginal \u00e0 espetaculariza\u00e7\u00e3o a que \u00e9 relegada a festa. Todavia, mesmo marginal, este circuito arrasta multid\u00f5es e incont\u00e1veis formas de protestos, territorialidades, a\u00e7\u00f5es dissidentes e de luta antissit\u00eamica. O Carnaval que pretendemos mostrar aqui n\u00e3o se resume \u00e0 folia per se, mas tamb\u00e9m a jun\u00e7\u00e3o de demandas coletivas e individuais, a transforma\u00e7\u00f5es no uso e apropria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os da cidade e a possibilidades de mudan\u00e7a nas formas de enxergar e debater a emancipa\u00e7\u00e3o nessses espa\u00e7os-tempos. O Carnaval mostrado neste trabalho \u00e9 uma esp\u00e9cie de utopia experimentada, ef\u00eamero e permanente, que vive em cada participante, durante todo o ano, em suspiros de alegria e revolta, de constru\u00e7\u00e3o e desconstru\u00e7\u00e3o, na ocupa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os da cidade com a presen\u00e7a do poder apenas da m\u00fasica e da horizontalidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> GEO-GRAFIAS DXS SUJEITXS: G\u00caNERO E A\u00c7\u00c3O CULTURAL EM NOVA IGUA\u00c7U<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Carolina Pereira Peres<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Anita Loureiro de Oliveira<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: A Geografia nos permite refletir espacialmente a experi\u00eancia cotidiana dos habitantes da cidade e este trabalho busca destacar a import\u00e2ncia da a\u00e7\u00e3o cultural na cidade de Nova Igua\u00e7u\/RJ. As a\u00e7\u00f5es que ressaltamos nesta an\u00e1lise trazem contribui\u00e7\u00f5es para o pensamento cr\u00edtico acerca das quest\u00f5es de g\u00eanero, corpo e sexualidades. O Coletivo Baphos Perif\u00e9ricos, o Poesia Segunda Pele, Sarau V, Cineclube Buraco do Get\u00falio e o Coletivo Cineclubista Xuxu com Xis s\u00e3o a\u00e7\u00f5es constru\u00eddas coletivamente, por sujeitos que reafirmam sua exist\u00eancia enquanto perif\u00e9ricos e produzem espa\u00e7os de di\u00e1logos a partir de suas demandas, construindo uma cidade poss\u00edvel a essas exist\u00eancias. Ressaltamos as formas de organiza\u00e7\u00e3o destas a\u00e7\u00f5es, os confrontos, dificuldades e limita\u00e7\u00f5es dos sujeitos que as animam, que apesar de n\u00e3o possu\u00edrem as tecnologias mais avan\u00e7adas, promovem encontros, eventos e atra\u00e7\u00f5es, cujos sentidos colaborativos e horizontais merecem ser compreendidos. Os estudos dessas a\u00e7\u00f5es na Geografia e, sobretudo, os estudos de g\u00eanero, corpos e sexualidades nos espa\u00e7os urbanos constituem estudos ainda marginalizados no campo da Geografia Cultural. Nos apoiaremos em autoras como Joseli Silva, que em seu livro ?Geografias Subversivas? (2009) traz uma op\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica para que possamos subverter as estruturas sociais que oprimem sujeitos e sujeitas perif\u00e9ricas e LBGTQI+, dando-lhes visibilidades dentro de um campo cient\u00edfico em que, historicamente, predominou o conhecimento do homem, numa perspectiva machista da ci\u00eancia. A contribui\u00e7\u00e3o da segunda onda do feminismo para a Geografia foi de extrema import\u00e2ncia para os estudos de g\u00eanero, corpos e sexualidades. Ainda assim, a epistemologia da Geografia \u00e9 pautada por um enfoque cientifico masculino e ocidental, sobretudo europeu. Tal fato, reflete-se em aus\u00eancias desses saberes n\u00e3o-hegem\u00f4nicos nos curr\u00edculos das Universidades e por uma conjuntura pol\u00edtica que dificulta o debate sobre estes temas em outros espa\u00e7os educacionais. As a\u00e7\u00f5es culturais de Nova Igua\u00e7u que reunimos nesta an\u00e1lise refletem uma busca por dirimir as opress\u00f5es causadas a esses sujeitos, e revelam ao corpo, \u00e0 rua, \u00e0 periferia, \u00e0s mulheres, aos LGBTQIs+ o sentido subversivo necess\u00e1rio ao confronto das opress\u00f5es cotidianas para tornar poss\u00edvel uma vida urbana renovada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A\u00c7\u00c3O POL\u00cdTICA E RESIST\u00caNCIA TERRITORIAL: TURISMO DE BASE COMUNIT\u00c1RIA ENTRE OS CAI\u00c7ARAS DE S\u00c3O GON\u00c7ALO ? PARATY, RIO DE JANEIRO<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Thiago Lammoglia Monteiro<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Guilherme da Silva Ribeiro<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: Esta pesquisa est\u00e1 voltada \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o do turismo de base comunit\u00e1ria realizado pela comunidade cai\u00e7ara de S\u00e3o Gon\u00e7alo, no munic\u00edpio de Paraty, Estado do Rio de Janeiro. Mais precisamente, busca entender de que forma este tipo de iniciativa significa uma a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de resist\u00eancia territorial e qual sua import\u00e2ncia no que tange a evidenciar, propagar e fortalecer os saberes e a cultura local. O principal objetivo do roteiro criado pelos cai\u00e7aras \u00e9, al\u00e9m de apresentar a cultura cai\u00e7ara local, difundir e evidenciar a violenta hist\u00f3ria do conflito territorial travado por d\u00e9cadas com a multinacional White Martins. Apoiamos nossa reflex\u00e3o em um referencial te\u00f3rico-metodol\u00f3gico p\u00f3s-colonial, no intuito de dar voz aos sujeitos locais, entendendo que adotar essa perspectiva \u00e9 pertinente pois, uma investiga\u00e7\u00e3o que se baseia em um conflito territorial entre uma comunidade tradicional e uma empresa multinacional, faz com que nos remetamos \u00e0 heran\u00e7a do pensamento moderno colonial presente em nossa sociedade at\u00e9 os dias de hoje. O acompanhamento da realiza\u00e7\u00e3o do roteiro se mostrou a principal estrat\u00e9gia metodol\u00f3gica da pesquisa. Foi com a observa\u00e7\u00e3o da forma como os guias cai\u00e7aras locais se expressavam quando conduziam os grupos e com as falas e hist\u00f3rias de vida dos cai\u00e7aras envolvidos, que entendemos, com mais nitidez, a fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do roteiro. Concluiremos afirmando estarmos diante de uma iniciativa que se configura como uma a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de luta pelo territ\u00f3rio e de valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes e da cultura local. Mostraremos, tamb\u00e9m, que o roteiro de turismo de base comunit\u00e1ria estudado \u00e9 uma iniciativa de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento que coloca em di\u00e1logo diversas formas de saberes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A REESTRUTURA\u00c7\u00c3O TERRITORIAL-PRODUTIVA DE ITAGUA\u00cd: ASCENS\u00c3O E CRISE DE UMA CIDADE-S\u00cdMBOLO DO NOVO DESENVOLVIMENTISMO FLUMINENSE<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Guilherme Mapelli Chagas<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Leandro Dias de Olivera<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: No decorrer desta d\u00e9cada, a cidade de Itagua\u00ed passou a se reconfigurar como um polo de desenvolvimento econ\u00f4mico; seja por ser sede do Porto de Itagua\u00ed (antigo Sepetiba) ? respons\u00e1vel pelo escoamento da produ\u00e7\u00e3o de grande parte do estado do Rio de Janeiro ? seja pela recente implanta\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias em seus limites (e no bairro cont\u00edguo de Santa Cruz). O territ\u00f3rio de Itagua\u00ed tornou-se, assim, significativo no que concerne a in\u00fameros impactos s\u00f3cio-espaciais e mudan\u00e7as urbanas- produtivas. A presente pesquisa tem pretens\u00f5es de avaliar o processo de reestrutura\u00e7\u00e3o territorial-produtiva ? caracterizar o cen\u00e1rio atual produtivo ? e o seu reflexo, as suas marcas, em tal recorte espacial definido, tendo em vista o recorte temporal a partir do governo do Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, do seu ?novo desenvolvimentismo?. Per\u00edodo este em que o Estado voltou a atuar com mais for\u00e7a, emergindo a partir disso um modelo econ\u00f4mico com novas bases produtivas, com a tentativa de dinamizar a pol\u00edtica industrial, e apresentando assim maior interven\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Estado, implicando em novos atores e novas din\u00e2micas a partir da retomada do pensamento desenvolvimentista. Configura-se um per\u00edodo em que o Estado se demonstra desenvolvimentista, mas com amarras neoliberais. Itagua\u00ed passou a se inserir em um dos ?territ\u00f3rios-a\u00e7\u00e3o? para abarcar os processos intr\u00ednsecos aos objetivos engendrados pelo retorno do papel do Estado com a problem\u00e1tica do desenvolvimento. Portanto, \u00e9 imprescind\u00edvel enunciar quais as marcas do ?novo desenvolvimentismo? que se fazem presente no respectivo recorte espacial e de como este se faz apenas o l\u00f3cus de concentra\u00e7\u00e3o de atividades estimuladas por um ?projeto? pol\u00edtico-econ\u00f4mico iniciado a partir do governo Lula, que se concretiza deslocado de uma articula\u00e7\u00e3o com a esfera da administra\u00e7\u00e3o local, n\u00e3o levando em quest\u00e3o as amarraras, as teias das rela\u00e7\u00f5es presentes no territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;font-size: 13px !important\"><a style=\"color: #000000 !important;text-decoration: none\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i class=\"fas fa-file-pdf\" style=\"color: #ff0000\"><\/i> A CIDADE HIST\u00d3RICA NA P\u00d3S-MODERNIDADE: A PRODU\u00c7\u00c3O URBANA PARA O CONSUMO VISUAL ? OLHARES SOBRE PARATY E A FLIP<br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;line-height: 15px\"> <i class=\"fas fa-user\"><\/i> Autor: Jefferson de Oliveira Vinco<br \/>\n<i class=\"fas fa-graduation-cap\"><\/i> Orientador: Maurilio Lima Botelho<br \/>\nLinha 1 &#8211; Espa\u00e7o, Pol\u00edtica e Planejamento<br \/>\n<\/span><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo: O urbano p\u00f3s-moderno apresenta desafios interpretativos que j\u00e1 foram enfrentados por importantes autores dentro da geografia. Entretanto, o quadro elucidativo foi constru\u00eddo visando explicar os processos observados em grandes metr\u00f3poles financeiras, nas cidades que s\u00e3o o cora\u00e7\u00e3o da economia capitalista contempor\u00e2nea. Nossa inten\u00e7\u00e3o se volta para as cidades consideradas hist\u00f3ricas, em geral, cidades pequenas ou m\u00e9dias, que possuem um consider\u00e1vel n\u00edvel de preserva\u00e7\u00e3o de seus monumentos. Essas cidades-patrim\u00f4nio ascendem no, s\u00e9culo XX, como importantes espa\u00e7os destinados a cultura, a hist\u00f3ria, a mem\u00f3ria e ao lazer e seus per\u00edmetros urbano-hist\u00f3ricos s\u00e3o produzidos para se tornarem espa\u00e7os de consumo visual. A p\u00f3s-modernidade chega ao urbano a partir da culturaliza\u00e7\u00e3o do planejamento citadino, uma s\u00e9rie de preserva\u00e7\u00f5es, restaura\u00e7\u00f5es e inven\u00e7\u00f5es s\u00e3o aplicadas na cidade objetivando desenvolver formas e hist\u00f3rias que sejam atrativas aos olhos e assim mobilizem desejos de consumo. Patrimonializa\u00e7\u00e3o, espetaculariza\u00e7\u00e3o e festivaliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o processos que se unem e formam uma tr\u00edade, que constr\u00f3i cen\u00e1rios utilizando a valoriza\u00e7\u00e3o est\u00e9tica do passado, ou do que se imagina e se quer produzir como passado, para constituir rendas de monop\u00f3lio atrav\u00e9s da explora\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas urbanas distintivas, \u00fanicas em todo pa\u00eds. Logo, \u00e9 Paraty e sua festa liter\u00e1ria que agu\u00e7am nossos olhares e nos motivam a interpretar os intensos processos que incidem sobre o urbano e acabam assim por fragment\u00e1-lo e esfacel\u00e1-lo devido \u00e0 produ\u00e7\u00e3o desigual do espa\u00e7o. A intensa periferiza\u00e7\u00e3o a qual a cidade foi submetida, no momento em que seu centro hist\u00f3rico come\u00e7ou a ser produzido como uma mercadoria-cultural de luxo, responde aos ideais da constitui\u00e7\u00e3o de simulacros urbanos p\u00f3s-modernos em que tudo e todos s\u00e3o transformados em imagem e rendidos ao imp\u00e9rio do dinheiro, degradando toda sociabilidade, outrora t\u00e3o efusiva e extasiante na pacata cidade isolada entre a plan\u00edcie e a serra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>2018 (16) TEM RISCO, MAS NA MINHA CASA N\u00c3O: AN\u00c1LISE DA PERCEP\u00c7\u00c3O AMBIENTAL DE RISCO DA COMUNIDADE AMAZONAS, PETR\u00d3POLIS ? <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppggeo\/dissertacoes\/ \" >&#8230; <span class=\"font-italic\">leia mais <i class=\"fas fa-angle-right\"><\/i><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-67","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Disserta\u00e7\u00f5es Defendidas - PPGGEO<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppggeo\/dissertacoes\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Disserta\u00e7\u00f5es Defendidas - PPGGEO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"2018 (16) TEM RISCO, MAS NA MINHA CASA N\u00c3O: AN\u00c1LISE DA PERCEP\u00c7\u00c3O AMBIENTAL DE RISCO DA COMUNIDADE AMAZONAS, PETR\u00d3POLIS ? 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