{"id":20,"date":"2015-05-18T17:11:19","date_gmt":"2015-05-18T17:11:19","guid":{"rendered":"http:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppggeo\/?page_id=20"},"modified":"2025-07-29T13:32:19","modified_gmt":"2025-07-29T16:32:19","slug":"disciplinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppggeo\/disciplinas\/","title":{"rendered":"Disciplinas"},"content":{"rendered":"<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h2 style=\"text-align: center\">DISCIPLINAS OBRIGAT\u00d3RIAS DO CURSO DE MESTRADO<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[1203] EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Os pap\u00e9is das ci\u00eancias humanas ontem e hoje. A ci\u00eancia moderna, oparadigma cartesiano-newtoniano e os lugares da Geografia. Ci\u00eancia, pol\u00edticae m\u00e9todo. Geografia e Geopol\u00edtica, Cartografia e Fronteira: construindoimagens e representa\u00e7\u00f5es de mundo. Geografia e Imperialismo: Ratzel, Vidal,Mackinder. A ordem do discurso e a constru\u00e7\u00e3o do campo cient\u00edfico: os casosde \u00c9lis\u00e9e Reclus, Lucien Febvre e Yves Lacoste. Geografia, Estado e identidadenacionais: mobilizando os conceitos de paisagem, regi\u00e3o e territ\u00f3rio.Neopositivismo, Marxismo, Fenomenologia. Henri Lefebvre e a produ\u00e7\u00e3o doespa\u00e7o. Fernand Braudel e a geohist\u00f3ria de longa dura\u00e7\u00e3o. Milton Santos e omeio t\u00e9cnico-cient\u00edfico-informacional. A p\u00f3s-modernidade e suasconsequ\u00eancias. A contribui\u00e7\u00e3o p\u00f3s-colonial. Imagin\u00e1rio e representa\u00e7\u00e3o, artee narrativa: a geografia do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Perspectiva (2005[1969]). CAPEL, Horacio. Filosof\u00eda e ciencia en la geograf\u00eda contempor\u00e1nea.Barcelona: Barcanova (1981). CLAVAL, Paul. G\u00e9ographie et g\u00e9ographes.Paris: L?Harmattan (2007). FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. S\u00e3oPaulo: Loyola (2004 [1970]). GODLEWSKA, Anne, SMITH, Neil (eds.).Geography and empire. Oxford: Blackwell (1994). LACOSTE, Yves. AGeografia ? isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Campinas:Papirus, 1988 (1976). LEFEBVRE, Henri. Espa\u00e7o e pol\u00edtica. Belo Horizonte:Editora UFMG (2008 [1972]). MIGNOLO, Walter D. Hist\u00f3rias locais\/projetosglobais: colonialidade, pensamento liminar e saberes subalternos. BeloHorizonte: Editora da UFMG (2003 [2000]). SANTOS, Boaventura de Sousa. Acr\u00edtica da raz\u00e3o indolente: contra o desperd\u00edcio da experi\u00eancia. 6\u00aa ed. S\u00e3oPaulo: Cortez (2007 [2000]). SANTOS, Milton. A natureza do espa\u00e7o. T\u00e9cnicae tempo. Raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Edusp (2002 [1996]).<\/p>\n<\/div>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1602] SEMIN\u00c1RIO DE GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Objeto e m\u00e9todo: delimita\u00e7\u00e3o. Bibliografia, fontes, arquivos: a pesquisa emsi. Tema de investiga\u00e7\u00e3o. Entre o te\u00f3rico e o emp\u00edrico, entre o sujeito e oobjeto.<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> JAPIASS\u00da, Hilton. Introdu\u00e7\u00e3o ao Pensamento Epistemol\u00f3gico. Rio de Janeiro:Francisco Alves, 1975. MARAFON, Gl\u00e1ucio. J. et. Ali. Pesquisa qualitativa emGeografia: reflex\u00f5es te\u00f3rico-conceituais e aplicada. Rio de Janeiro: Eduerj,2013. RAMIRES, Julio C; PESSOA, Vera L. (Orgs.) Geografia e pesquisaqualitativa: nas trilhas da investiga\u00e7\u00e3o. Uberl\u00e2ndia: Assis Editora, 2009.SILVA, Armando C. As categorias como fundamentos do e conhecimentogeogr\u00e1fico. SANTOS, Milton; SOUZA, Maria A. (Orgs.) Espa\u00e7o interdisciplinar.S\u00e3o Paulo, Nobel, 1986. SPOSITO, Eliseu S. Geografia e Filosofia:Contribui\u00e7\u00e3o para o ensino do pensamento geogr\u00e1fico. S\u00e3o Paulo, Ed. Unesp,2004. SPOSITO, Eliseu Sav\u00e9rio. A quest\u00e3o do m\u00e9todo e a cr\u00edtica dopensamento geogr\u00e1fico. In: CASTRO, In\u00e1 E. de; MIRANDA, Mariana; EGLER,Cl\u00e1udio A. G. (Org.). Redescobrindo o Brasil. 500 anos depois. Rio de Janeiro:Bertrand Brasil, 1999, pp. 347-359. VENTURI, Luis A. B. (Org.) Praticando aGeografia: t\u00e9cnicas de campo e laborat\u00f3rio. S\u00e3o Paulo: Oficina de textos,2000.<\/h6>\n<h3>\u00a0<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center\">DISCIPLINAS OBRIGAT\u00d3RIAS DO CURSO DOUTORADO<\/h3>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1203] EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Os pap\u00e9is das ci\u00eancias humanas ontem e hoje. A ci\u00eancia moderna, oparadigma cartesiano-newtoniano e os lugares da Geografia. Ci\u00eancia, pol\u00edticae m\u00e9todo. Geografia e Geopol\u00edtica, Cartografia e Fronteira: construindoimagens e representa\u00e7\u00f5es de mundo. Geografia e Imperialismo: Ratzel, Vidal,Mackinder. A ordem do discurso e a constru\u00e7\u00e3o do campo cient\u00edfico: os casosde \u00c9lis\u00e9e Reclus, Lucien Febvre e Yves Lacoste. Geografia, Estado e identidadenacionais: mobilizando os conceitos de paisagem, regi\u00e3o e territ\u00f3rio.Neopositivismo, Marxismo, Fenomenologia. Henri Lefebvre e a produ\u00e7\u00e3o doespa\u00e7o. Fernand Braudel e a geohist\u00f3ria de longa dura\u00e7\u00e3o. Milton Santos e omeio t\u00e9cnico-cient\u00edfico-informacional. A p\u00f3s-modernidade e suasconsequ\u00eancias. A contribui\u00e7\u00e3o p\u00f3s-colonial. Imagin\u00e1rio e representa\u00e7\u00e3o, artee narrativa: a geografia do s\u00e9culo XXI.<\/h6>\n<h6><b>Bibliografia:<\/b>BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Perspectiva (2005[1969]). CAPEL, Horacio. Filosof\u00eda e ciencia en la geograf\u00eda contempor\u00e1nea.Barcelona: Barcanova (1981). CLAVAL, Paul. G\u00e9ographie et g\u00e9ographes.Paris: L?Harmattan (2007). FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. S\u00e3oPaulo: Loyola (2004 [1970]). GODLEWSKA, Anne, SMITH, Neil (eds.).Geography and empire. Oxford: Blackwell (1994). LACOSTE, Yves. AGeografia ? isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Campinas:Papirus, 1988 (1976). LEFEBVRE, Henri. Espa\u00e7o e pol\u00edtica. Belo Horizonte:Editora UFMG (2008 [1972]). MIGNOLO, Walter D. Hist\u00f3rias locais\/projetosglobais: colonialidade, pensamento liminar e saberes subalternos. BeloHorizonte: Editora da UFMG (2003 [2000]). SANTOS, Boaventura de Sousa. Acr\u00edtica da raz\u00e3o indolente: contra o desperd\u00edcio da experi\u00eancia. 6\u00aa ed. S\u00e3oPaulo: Cortez (2007 [2000]). SANTOS, Milton. A natureza do espa\u00e7o. T\u00e9cnicae tempo. Raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Edusp (2002 [1996]).<\/h6>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><strong>IGEO 1001 &#8211; Semin\u00e1rio de Doutorado I &#8211; \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia<\/strong>&#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<h6><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>: A condi\u00e7\u00e3o sui generis da geografia no projeto moderno de ci\u00eancia. Ci\u00eancia e sociedade, t\u00e9cnica e institui\u00e7\u00f5es. A natureza de uma tese doutoral em geografia. A pesquisa como problema. Dimens\u00f5es e quest\u00f5es da \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia\u201d<\/h6>\n<h6><strong>Bibliografia:<\/strong> BESSE, Jean-Marc. Ver a terra: seis ensaios sobre paisagem e geografia. S\u00e3o Paulo: Perspectiva (2006 [2000]). CLAVAL, Paul. Epistemologia da Geografia. Florian\u00f3polis: Editora da UFSC (2014 [2005]). DESCARTES, Ren\u00e9. Discurso do M\u00e9todo\/Regras para a Dire\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito. S\u00e3o Paulo: Martin Claret (2000 [1637]). WULF, Andrea. A inven\u00e7\u00e3o da natureza: a vida e as descobertas de Alexander von Humboldt. S\u00e3o Paulo: Planeta (2016 [2015]). COMPLEMENTAR:ALPERS, Svetlana. A arte de descrever. S\u00e3o Paulo: Edusp (1999 [1983]).; CAUQUELIN, Anne. A inven\u00e7\u00e3o da paisagem. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes (2007 [2000]).; COSGROVE, Denis. Apollo&#8217;s eye. A cartographic genealogy of the earth in the western imagination. Baltimore: The John Hopkins University Press (2001); COSTA LIMA, Luiz. M\u00edmesis: desafio ao pensamento. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira (2000).\u00a0<\/h6>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><strong>IGEO 1002 &#8211; Semin\u00e1rio de Doutorado II &#8211; \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia<\/strong>&#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<h6><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>: A elabora\u00e7\u00e3o do objeto. Os recortes espaciais e temporal. Recolhimento e tratamento dos dados emp\u00edricos. Teoria, m\u00e9todo, conceitos. O papel da revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica. Pr\u00e1ticas e formas de escrita. Apresenta\u00e7\u00e3o de resultados preliminares sobre pesquisa desenvolvidas sobre tem\u00e1ticas associadas a \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia\u201d<\/h6>\n<h6><strong>Bibliografia: <\/strong>FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. S\u00e3o Paulo: Loyola (2000 [1970]). LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos. S\u00e3o Paulo: Editora 34 (1994 [1991]). LIVINGSTONE, David. The geographical tradition. Londres: Oxford (1992) SANTOS, Milton. A natureza do espa\u00e7o. T\u00e9cnica e tempo. Raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Edusp (2006 [1996])\u00a0 <strong>COMPLEMENTAR: <\/strong>BARTHES, Roland. Aula. S\u00e3o Paulo: Cultrix (2007 [1977]). COSTA LIMA, Luiz. Hist\u00f3ria. Fic\u00e7\u00e3o. Literatura. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras (2006). MIGNOLO, Walter. Hist\u00f3rias locais, projetos globais. Colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: Editora UFMG (2003 [2000]). MORIN, Edgar. Ci\u00eancia com consci\u00eancia. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil (1996).<\/h6>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><strong>IM -1620- Semin\u00e1rio de Doutorado III &#8211; \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia<\/strong>&#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<h5><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>: Trabalhos de campo, entrevistas, fontes, arquivos, estat\u00edsticas, cartografias. A articula\u00e7\u00e3o entre o emp\u00edrico e o te\u00f3rico. O papel do m\u00e9todo. Di\u00e1logo com a literatura nacional e internacional espec\u00edfica da \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia<strong>\u201d.<\/strong><\/h5>\n<h5><strong>Bibliografia: <\/strong>BLAIS, H\u00e9l\u00e8ne, LABOULAIS, Isabelle (dir.). G\u00e9ographies plurielles: les sciences g\u00e9ographiques au moment de l&#8217;\u00e9mergence des sciences humaines (1750-1850). Paris: L&#8217;Harmattan (2006). HAESBAERT, Rog\u00e9rio; PEREIRA, Sergio Nunes; RIBEIRO, Guilherme (orgs.). Vidal, Vidais: textos de geografia humana, regional e pol\u00edtica. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil (2012). GODLEWSKA, Anne-Marie. Geography unbound: French geographic science from Cassini to Humboldt. Chicago: The University of Chicago Press (1999). GOMES, Paulo C. da C. Quadros geogr\u00e1ficos. Uma forma de ver, uma forma de pensar. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil (2017).\u00a0\u00a0<\/h5>\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><strong>IM 1621 &#8211; Semin\u00e1rio de Doutorado IV &#8211; \u201cEspa\u00e7o, Quest\u00f5es Ambientais e Forma\u00e7\u00e3o em Geografia<\/strong>&#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<h5><strong>Descri\u00e7\u00e3o: Qualifica\u00e7\u00e3o da tese. Apoio ao desenvolvimento da pesquisa e orienta\u00e7\u00e3o para fins de qualifica\u00e7\u00e3o, tendo como exig\u00eancia a apresenta\u00e7\u00e3o de um cap\u00edtulo conclu\u00eddo e do desenho geral da tese.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><\/h5>\n<h5><strong>Bibliografia: BARTHES, Roland. O grau zero da escrita. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes (2004 [1953]). DERRIDA, Jacques. A universidade sem condi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o Liberdade (2003 [2001\/1998]). MANGO, Edmundo G\u00f3mez, PONTALIS, J-B. Freud com os escritores. S\u00e3o Paulo: Tr\u00eas Estrelas (2013 [2012]). WALLERSTEIN, Immanuel. O fim do mundo como o concebemos: ci\u00eancia social para o s\u00e9culo XXI. Rio de Janeiro: Revan (2002 [1996]). COMPLEMENTAR: COMPAGNON, Antoine. Literatura para qu\u00ea? Belo Horizonte: Editora UFMG (2012 [2009]) FOUCAULT, Michel. O belo perigo. Conversas com Yves Bonnefoy. Belo Horizonte: Aut\u00eantica (2016 [2011]). HEIDEGGER, Martin. A caminho da linguagem. 6\u00aa ed. Petr\u00f3polis\/Bragan\u00e7a Paulista: Vozes\/Ed. Univ. S\u00e3o Francisco (2012 [1959]). TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. 4\u00aa ed. Rio de Janeiro: DIFEL (2012 [2007]).<\/strong><\/h5>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">IGEO 1003 &#8211;\u00a0 \u00a0TUTORIA DE TESE I &#8211; 2Cr. (30 Hrs)<i class=\"fas fa-user\"><\/i><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o: <\/b>Disciplina de manuten\u00e7\u00e3o de v\u00ednculo exclusiva para mentoria e orienta\u00e7\u00e3o da Tese de Doutorado. Tendo como objetivo a entrega de um cap\u00edtulo da Tese e revis\u00e3o de material oriunda da defesa de qualifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> De acordo com a pesquisa do Doutorando.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><span style=\"color: revert;font-size: revert;font-weight: revert\">IGEO 1004 &#8211;\u00a0 \u00a0TUTORIA DE TESE II &#8211; 2Cr. (30 Hrs)<\/span><\/h6>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o: Disciplina de manuten\u00e7\u00e3o de v\u00ednculo exclusiva para mentoria e orienta\u00e7\u00e3o da Tese de Doutorado. Tendo como objetivo a entrega de 50% do material da tese junto ao professor orientador e a coordena\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> De acordo com a pesquisa do Doutorando.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><span style=\"color: revert;font-size: revert;font-weight: revert\">IGEO 1005 &#8211;\u00a0 \u00a0TUTORIA DE TESE III &#8211; 2Cr. (30 Hrs)<\/span><\/h6>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o: Disciplina de manuten\u00e7\u00e3o de v\u00ednculo exclusiva para mentoria e orienta\u00e7\u00e3o da Tese de Doutorado. Tendo como objetivo a entrega de 75% do material da tese junto ao professor orientador e a coordena\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> De acordo com a pesquisa do Doutorando.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\"><span style=\"color: revert;font-size: revert;font-weight: revert\">IGEO 1006\u00a0 \u00a0TUTORIA DE TESE IV &#8211; 2Cr. (30 Hrs)<\/span><\/h6>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b><\/p>\n<p>Disciplina de manuten\u00e7\u00e3o de v\u00ednculo exclusiva para mentoria e orienta\u00e7\u00e3o da Tese de Doutorado. Tendo como objetivo a entrega de Copi\u00e3o completo da Tese pronto para defesa por parte do aluno junto ao professor orientador e a coordena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> De acordo com a pesquisa do Doutorando.<\/p>\n<\/div>\n<h3>\u00a0<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center\">DISCIPLINAS OPTATIVAS DOS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO<\/h3>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1203] EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Os pap\u00e9is das ci\u00eancias humanas ontem e hoje. A ci\u00eancia moderna, oparadigma cartesiano-newtoniano e os lugares da Geografia. Ci\u00eancia, pol\u00edticae m\u00e9todo. Geografia e Geopol\u00edtica, Cartografia e Fronteira: construindoimagens e representa\u00e7\u00f5es de mundo. Geografia e Imperialismo: Ratzel, Vidal,Mackinder. A ordem do discurso e a constru\u00e7\u00e3o do campo cient\u00edfico: os casosde \u00c9lis\u00e9e Reclus, Lucien Febvre e Yves Lacoste. Geografia, Estado e identidadenacionais: mobilizando os conceitos de paisagem, regi\u00e3o e territ\u00f3rio.Neopositivismo, Marxismo, Fenomenologia. Henri Lefebvre e a produ\u00e7\u00e3o doespa\u00e7o. Fernand Braudel e a geohist\u00f3ria de longa dura\u00e7\u00e3o. Milton Santos e omeio t\u00e9cnico-cient\u00edfico-informacional. A p\u00f3s-modernidade e suasconsequ\u00eancias. A contribui\u00e7\u00e3o p\u00f3s-colonial. Imagin\u00e1rio e representa\u00e7\u00e3o, artee narrativa: a geografia do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Perspectiva (2005[1969]). CAPEL, Horacio. Filosof\u00eda e ciencia en la geograf\u00eda contempor\u00e1nea.Barcelona: Barcanova (1981). CLAVAL, Paul. G\u00e9ographie et g\u00e9ographes.Paris: L?Harmattan (2007). FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. S\u00e3oPaulo: Loyola (2004 [1970]). GODLEWSKA, Anne, SMITH, Neil (eds.).Geography and empire. Oxford: Blackwell (1994). LACOSTE, Yves. AGeografia ? isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Campinas:Papirus, 1988 (1976). LEFEBVRE, Henri. Espa\u00e7o e pol\u00edtica. Belo Horizonte:Editora UFMG (2008 [1972]). MIGNOLO, Walter D. Hist\u00f3rias locais\/projetosglobais: colonialidade, pensamento liminar e saberes subalternos. BeloHorizonte: Editora da UFMG (2003 [2000]). SANTOS, Boaventura de Sousa. Acr\u00edtica da raz\u00e3o indolente: contra o desperd\u00edcio da experi\u00eancia. 6\u00aa ed. S\u00e3oPaulo: Cortez (2007 [2000]). SANTOS, Milton. A natureza do espa\u00e7o. T\u00e9cnicae tempo. Raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Edusp (2002 [1996]).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1204] PESQUISA EM GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Discuss\u00e3o de temas referentes aos progressos atuais da geografia em seusdiversos campos de especializa\u00e7\u00e3o. Teoria, m\u00e9todo, conceito: possibilidadesepistemol\u00f3gicas. Singularidade e intersec\u00e7\u00e3o da pesquisa geogr\u00e1fica no\u00e2mbito das ci\u00eancias. A quest\u00e3o do objeto e da delimita\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica. Revis\u00e3o eadequa\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos e t\u00e9cnicas, an\u00e1lise dos dados eapresenta\u00e7\u00e3o dos resultados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> AB\u00b4SABER, Aziz. Os dom\u00ednios de natureza no Brasil: potencialidadespaisag\u00edsticas. S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea Editorial (2003). CASTRO, In\u00e1; GOMES, PauloCesar, CORREA, Roberto Lobato (orgs). Geografia: Conceitos e Temas. 8\u00aaed.Rio de Janeiro: Bertrand Brasil (2008). LEFF, Enrique (Coord.). AComplexidade Ambiental. S\u00e3o Paulo: Cortez (2003) MORIN, Edgar. Ci\u00eanciacom consci\u00eancia. Rio de Janeiro: Bertrand (1996). SANTOS, Milton. Anatureza do espa\u00e7o. T\u00e9cnica e tempo. Raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Edusp(2002 [1996]).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1205] TEORIA DO DESENVOLVIMENTO URBANO &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Maurilio Lima Botelho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> O desenvolvimento capitalista como desenvolvimento urbano. Teoria dodesenvolvimento capitalista. Acumula\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o capitalista. Teoria dacrise capitalista: o problema cr\u00f4nico da superacumula\u00e7\u00e3o. A geografia daurbaniza\u00e7\u00e3o capitalista: expans\u00e3o geogr\u00e1fica absoluta e expans\u00e3o geogr\u00e1ficarelativa do capital. Limites e barreiras na acumula\u00e7\u00e3o capitalista: as fronteirasespaciais. O sistema de cr\u00e9dito e a urbaniza\u00e7\u00e3o capitalista. Tr\u00eas cortes nateoria da crise. Geografia hist\u00f3rica da urbaniza\u00e7\u00e3o. Crise, reestrutura\u00e7\u00e3o egentrifica\u00e7\u00e3o: a nova fronteira urbana. Espa\u00e7o urbano e mercado habitacionalno EUA. Espa\u00e7o urbano e mercado imobili\u00e1rio em S\u00e3o Paulo Crise, cr\u00e9dito egentrifica\u00e7\u00e3o no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> Marx, Karl. O Capital ? cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Livro I: O processo daprodu\u00e7\u00e3o do capital (tomo I). S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1985. __________. OCapital ? cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Livro III: O processo global da produ\u00e7\u00e3ocapitalista (tomo IV). S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1986. __________. O Capital? cr\u00edtica da economia pol\u00edtica. Livro III: O processo global da produ\u00e7\u00e3ocapitalista (tomo V). S\u00e3o Paulo: Nova Cultural, 1986. Harvey, David. Condi\u00e7\u00e3op\u00f3s-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudan\u00e7a cultural. S\u00e3oPaulo: Loyola, 2000. __________. Espacios del capital: hacia una geografiacritica. Madrid: Akal, 2007. __________. A produ\u00e7\u00e3o capitalista do espa\u00e7o.S\u00e3o Paulo: AnnaBlume, 2006. __________. Espa\u00e7os de esperan\u00e7a. S\u00e3oPaulo: Loyola, 2011. Sweezy, Paul. Teoria do desenvolvimento capitalista:princ\u00edpios de economia pol\u00edtica marxista. S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1983.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1206] REESTRUTURA\u00c7\u00c3O ESPACIAL CONTEMPOR\u00c2NEA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Leandro Dias de Oliveira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Espa\u00e7o Geogr\u00e1fico, Trabalho e Natureza; Globaliza\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7as Econ\u00f4mico-Ecol\u00f3gicas; Neoliberalismo e P\u00f3s-Neoliberalismo; Reestrutura\u00e7\u00e3o Produtiva eTransforma\u00e7\u00f5es Territoriais; Industrializa\u00e7\u00e3o e Novo Desenvolvimentismo emPa\u00edses Perif\u00e9ricos; Problem\u00e1tica Ambiental Contempor\u00e2nea e DesenvolvimentoSustent\u00e1vel; Geografia Pol\u00edtica do Trabalho: Resist\u00eancias, Conflitos,Ideologias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> ACUERDOS Claves para el Desarrollo Sostenible. Johannesburgo: Fundaci\u00f3nInteramericana, 2002. 62 p BIDWELL, Percy W. Economy, ecology and thestate: globalization and sustainable development in Brazil. Florence, IT, 1997.COMISS\u00c3O MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nossofuturo comum. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas,1991. 430p. GEORGE, Pierre. Geografia econ\u00f4mica. 4. ed. Rio de Janeiro:Fundo de Cultura, 1967. 333p. GRAMSCI, Ant\u00f4nio. Cadernos do C\u00e1rcere. Riode Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2000-2007. 6 v. ISBN 8520005616. HARVEY,David. Condi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudan\u00e7acultural. 16. ed. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2007. 349 p. ISBN 8515006790.HOBSBAWM, E. J. Da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial Inglesa ao Imperialismo. 6. ed. Riode Janeiro: Forense Universit\u00e1ria, 2011. 349 p. ISBN 9788530935368. LEFF,Enrique. Ecologia y capital: racionalidad ambiental, democracia participativa ydesarrollo sustentable. 2. ed. M\u00e9xico: Siglo Veintiuno, c1994. 437p. ISBN9682319188. OLIVEIRA, Leandro Dias de. Rio + 20: Reflex\u00f5es sobreGeopol\u00edtica e Ideologia. Espa\u00e7o &amp; Economia: Revista Brasileira de GeografiaEcon\u00f4mica. Rio de Janeiro, Ano II, N\u00famero 4, 2014. Dispon\u00edvel em:http:\/\/espacoeconomia.revues.org\/. [No prelo] SANTOS, Milton. A naturezado espa\u00e7o: t\u00e9cnica e tempo: raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. 4. ed. -. S\u00e3o Paulo: Edusp,2009. 384p. ISBN 9788531407130 WALLERSTEIN, Immanuel Maurice.Capitalismo hist\u00f3rico e civiliza\u00e7\u00e3o capitalista. Rio de Janeiro: Contraponto,2001. 143 p. : ISBN (9788585910389). WALLERSTEIN, Immanuel Maurice. Elmoderno sistema mundial: La segunda era de gran expansion de la economia-mundo capitalista, 1730-1850. 2.ed. Madrid: Siglo XXI de Espa\u00f1a, 2010. 511p ISBN 978-84-323-1412-4 (v.3 ) ZHOURI, Andrea; LASCHEFSKI, Klemens.Desenvolvimento e conflitos ambientais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010. 484p. ISBN 9788570417749.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1207] GEOGRAFIA POL\u00cdTICA E TERRIT\u00d3RIO &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Andr\u00e9 Santos da Rocha<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Geografia pol\u00edtica e abordagens contempor\u00e2neas. Tem\u00e1ticas recentes:democracia, federalismos, na\u00e7\u00f5es, nacionalismos e integra\u00e7\u00e3o regional. No\u00e7\u00e3ode poder. Genealogia do conceito de territ\u00f3rio e possibilidades metodol\u00f3gicas.Territ\u00f3rio e territorialidades, espa\u00e7o e tempo nas constru\u00e7\u00f5es sociais. Asrepresenta\u00e7\u00f5es e a pesquisa em geografia. Campos de poder e agentesprodutores de territ\u00f3rio. Din\u00e2micas pol\u00edtica, econ\u00f4mica e cultural e a geografiapol\u00edtica em distintas escalas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BOURDIEU, Pierre. O poder simb\u00f3lico. 10\u00aa ed. Rio de janeiro: Bertrand Brasil(2007). BOURDIEU, Pierre. Campo de poder, campo intelectual. Buenos Aires:Folios (1983). CASTRO, In\u00e1 Elias de. Geografia e Pol\u00edtica. Rio de Janeiro:Bertrand Brasil (2005). GREGORY, Derek et al (orgs.). Geografia Humana.Sociedade, espa\u00e7o e ci\u00eancia social. Rio de Janeiro: Zahar (1995). HAESBAERT,Rog\u00e9rio. O mito da desterritorializa\u00e7\u00e3o. Do ?fim dos territ\u00f3rios? \u00e0multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil (2004). FONT, JuanNogue; Ruf\u00ed, Juan Vicente. Geopol\u00edtica, Identidade e Globaliza\u00e7\u00e3o. Annablume(2008). RAFFESTIN, Claude. Por uma Geografia do Poder. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica(1993 [1980]). SAQUET, Marcos. Por uma geografia das territorialidades e dastemporalidades: uma concep\u00e7\u00e3o multidimensional voltada para odesenvolvimento territorial. S\u00e3o Paulo: Outras express\u00f5es (2011). SAQUET,Marcos. Abordagens e concep\u00e7\u00f5es de territ\u00f3rio. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular,2007.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1208] PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS PARA AN\u00c1LISE AMBIENTAL &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Gustavo Mota de Sousa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Princ\u00edpios f\u00edsicos aplicados ao sensoriamento remoto. Sistemas sensores.Comportamento espectral de alvos. Processamento digital de imagens: pr\u00e9-processamento, corre\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica, corre\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica, t\u00e9cnicas derealce. Transforma\u00e7\u00e3o de imagens digitais: \u00edndice de vegeta\u00e7\u00e3o, divis\u00e3o debandas, an\u00e1lise de componentes principais, etc. Elementos de interpreta\u00e7\u00e3ovisual de imagens. Classifica\u00e7\u00e3o digital de imagens: supervisionada e n\u00e3o-supervisionada. T\u00e9cnicas e m\u00e9todos avan\u00e7ados de tratamento de imagensaplicados ao levantamento dos recursos ambientais, mapeamento de uso ecobertura do solo, diagnostico e monitoramento das atividades antropicas efenomenos naturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> FLORENZANO, T. G. Inicia\u00e7\u00e3o em sensoriamento remoto. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o ampliadae atualizada. S\u00e3o Paulo: Oficina de textos, 2011. 128 p. MOREIRA, M. A.Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplica\u00e7\u00e3o. 4\u00aaedi\u00e7\u00e3o ampliada e atualizada. Vi\u00e7osa: Editora UFV, 2011. 422 p. NOVO, E. M.L. de M. Sensoriamento remoto: princ\u00edpios e aplica\u00e7\u00f5es. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o revista eampliada. S\u00e3o Paulo: Blucher, 2008. 362 p. BLASCHKE, T.; KUX, H.Sensoriamento remoto e sig avan\u00e7ados. 2\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Oficina de textos,2007. 304 p. JENSEN, J. R. Sensoriamento remoto do ambiente: umaperspectiva em recursos terrestres. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o traduzida. S\u00e3o Jos\u00e9 dosCampos: Par\u00eantese editora, 2009. 585 p. ROSA, R. Introdu\u00e7\u00e3o aosensoriamento remoto. 7\u00aa ed. Uberl\u00e2ndia: EDUFU, 2009. 264 p.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1209] T\u00d3PICOS ESPECIAIS EM GEOGRAFIA F\u00cdSICA &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Debate de tem\u00e1ticas relevantes na atualidade sobre geografia f\u00edsica edisciplinas afins. Aprofundamento de reflex\u00f5es conceituais, te\u00f3ricas emetodol\u00f3gicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> CAVALC\u00c2NTI, C. (org.) Desenvolvimento e Natureza: estudos para umasociedade sustent\u00e1vel. S\u00e3o Paulo: Cortez\/Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco, 1995.NIMER, E. Climatologia do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1989. PORTO-GON\u00c7ALVES, C. V. Os (des)caminhos do meio ambiente. S\u00e3o Paulo: Contexto,2000. ______________. A globaliza\u00e7\u00e3o da natureza e a natureza daglobaliza\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2006. SANTOS, Milton. Anatureza do espa\u00e7o: t\u00e9cnica e tempo, raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: HUCITEC,1996.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1212] MODELAGEM DE DADOS AMBIENTAIS &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Gustavo Mota de Sousa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Bases conceituais e te\u00f3ricas sobre os sistemas de informa\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas(SIG). M\u00e9todos de abstra\u00e7\u00e3o, convers\u00e3o e estrutura\u00e7\u00e3o em sistemascomputacionais. Potencial das t\u00e9cnicas de geoprocessamento para arepresenta\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos e modelos ambientais relacionados a diversoscampos de estudo. Instrumentaliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de geoprocessamento paradiversas aplica\u00e7\u00f5es levando em considera\u00e7\u00e3o os componentes do espa\u00e7ogeogr\u00e1fico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> XAVIER-DA-SILVA, J. &amp; ZAIDAN, R. T. (Org.). Geoprocessamento e An\u00e1liseAmbiental &#8211; Aplica\u00e7\u00f5es. 1a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.BURROUGH, P.A. Principles of Geographical Information Systems for LandResources Assessment . New York\/Oxford Press, 1992. MIRANDA, J.I.Fundamentos de Sistemas de Informa\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas. Embrapa Inform\u00e1ticae Agropecu\u00e1ria, Bras\u00edlia-DF, 4259, 2005.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1213] A (RE)PRODU\u00c7\u00c3O DO ESPA\u00c7O E O COTIDIANO: ESCALAS DO URBANO E SUAMOBILIZA\u00c7\u00c3O CR\u00cdTICA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> [1] Produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o: marco te\u00f3rico e campos anal\u00edticos; [2]Aliena\u00e7\u00e3o social e aliena\u00e7\u00e3o espacial: leituras e verticaliza\u00e7\u00f5es; [3] Cotidianoe cotidianidade: problematiza\u00e7\u00f5es e media\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias; [4] Mundialidadee forma-valor: o fetiche e seus desdobramentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> DEBORD, Guy. A sociedade do espet\u00e1culo. Coment\u00e1rios sobre a sociedade doespet\u00e1culo. 4\u00aa reimpr. S\u00e3o Paulo: Contraponto, 2003 [1967\/1988].GOTTDIENER, Mark. A produ\u00e7\u00e3o social do espa\u00e7o urbano. 2\u00aa ed. 1\u00aa reimpr.S\u00e3o Paulo: Editora da Universidade de S\u00e3o Paulo, 2010. HARVEY, David. Oslimites do capital. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013 [1982]. HELLER, Agnes.Sociolog\u00eda de la vida cotidiana. 4\u00aa ed. Barcelona : Ediciones Peninsula, 1994[1970]. INTERNATIONALE SITUATIONNISTE. Internationale Situationniste.\u00c9dition Augment\u00e9e. Paris: Librairie Arth\u00e8me Fayard, 1997. JAPPE, Anselm.Cr\u00e9dito \u00e0 morte. A decomposi\u00e7\u00e3o do capitalismo e de suas cr\u00edticas. S\u00e3o Paulo:Hedra, 2013. KURZ, Robert. O colapso da moderniza\u00e7\u00e3o: da derrocada dosocialismo de caserna \u00e0 crise da economia mundial. 4\u00aa ed. Rio de Janeiro: Paze Terra, 1996. LEFEBVRE, Henri. A Revolu\u00e7\u00e3o Urbana. Tradu\u00e7\u00e3o de S\u00e9rgioMartins. 3\u00aa reimpress\u00e3o. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008 [1970].LEFEBVRE, Henri. La vie quotidienne dans le monde moderne. Paris :Gallimard, 1968. LEFEBVRE, Henri. Espace et politique. 2\u00aa \u00e9d. Paris :Anthropos, 2000 [1973]. LUK\u00c1CS, Gyorgy. Hist\u00f3ria e consci\u00eancia de classe.Ensaios sobre a dial\u00e9tica marxista. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes: 2003. MARX,Karl. Manuscritos econ\u00f4mico-filos\u00f3ficos. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2004 [1844].MARX, Karl. O Capital. Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. (3 volumes, 5 tomos).S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1983.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1214] CLIMATOLOGIA URBANA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> A Climatologia Urbana no Brasil e no Mundo. O Sistema Clima Urbano. ACamada Limite Urbana. O Balan\u00e7o de Energia na Superf\u00edcie Urbana. A Ilha deCalor Urbana. M\u00e9todos de An\u00e1lise da Ilha de Calor. Mitiga\u00e7\u00e3o das Zonas deCalor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BIBLIOGRAFIA B\u00c1SICA: ALCOFORADO, M.J. Climatologia urbana para oensino. N\u00facleo CLIMA, rel.3, Lisboa: Centro de Estudos Geogr\u00e1ficos, 2010.BARRY, R.G. &amp; CHORLEY, R.J. Atmosfera, tempo e clima. 9\u00aa ed. Porto Alegre:Bookman, 2013; GARC\u00cdA, M. C. M. Climatologia Urbana. Barcelona: Edicionsde la Universitat de Barcelona, 1999; GARTLAND, L. Ilhas de calor: comomitigar ilhas de calor em \u00e1reas urbanas. S\u00e3o Paulo: Oficina de textos, 2010;MONTEIRO, C.A.F. (org). 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S\u00e3o Paulo: Oficina de Textos, 2014; YAMASOE, M.A.;CORR\u00caA, M.P. Processos radiativos na atmosfera. S\u00e3o Paulo: Oficina detextos, 2016. PERI\u00d3DICOS CIENT\u00cdFICOS E OUTROS: ANDRADE, H. O climaurbano ? natureza, escalas de an\u00e1lise e aplicabilidade. Finisterra ? RevistaPortuguesa de Geografia, XL (80): 67-91, 2005; AKBARI, H., KOLOKOTSA, D.Three decades of urban heat islands and mitigation technologies research.Energy and Buildings,133:834-842, 2016; ARNFIELD, A.J. Two decades ofurban climate research: A review of turbulence, exchanges of energy andwater and the urban heat island. International Journal Climatology, 23:1?26,2003; FREITAS, E. D., DIAS, P. L. S. Alguns efeitos de \u00e1reas urbanas nagera\u00e7\u00e3o de uma ilha de calor. Revista Brasileira de Meteorologia, 20: 355-366,2005; GRIMMOND, C. S. B. Progress in measuring and observing the urbanatmosphere. 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(60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Modelagem de Sistemas Ambientais. An\u00e1lise Geogr\u00e1fica Integrada. ClimaUrbano: aplicando a modelagem ao Planejamento. As Excepcionalidades.Risco e Vulnerabilidade: o perigo sob controle. Mapeamentos Sociais eAmbientais: a espacializa\u00e7\u00e3o do risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BIBLIOGRAFIA: B\u00c1SICA: CHORLEY, R. J. E HAGGETT, P. Modelos, paradigmase a nova geografia. S\u00e3o Paulo: Editora da Universidade de S\u00e3o Paulo. pp. 1 ?19, 1975. CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. S\u00e3oPaulo: Blucher, 1999. MONTEIRO, C.A.F. Geossistemas: A Hist\u00f3ria de umaProcura. S\u00e3o Paulo: Ed. Contexto, 1995. MONTEIRO, C.A.F. Teoria e ClimaUrbano. S\u00e3o Paulo, USP ? Tese de Livre Doc\u00eancia, 1976. MONTEIRO, C.A.F(Org.). Clima Urbano. S\u00e3o Paulo: Ed. Contexto, 2003. MONTEIRO, C.A.F.Clima e Excepcionalismo. Florian\u00f3polis: Ed. 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[ISSN 1138-9796].<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1216] GEOGRAFIA, POL\u00cdTICAS P\u00daBLICAS E EDUCA\u00c7\u00c3O &#8211; 4 Cr. (45 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Geografia, ensino e poder. Conceitos da Geografia no ensino. Pol\u00edticas p\u00fablicasna forma\u00e7\u00e3o docente e discente. Pol\u00edtica da produ\u00e7\u00e3o de livros did\u00e1ticos.Teoria do curr\u00edculo e cr\u00edtica social. Pesquisa qualitativa e quantitativa emGeografia e Educa\u00e7\u00e3o. Pr\u00e1ticas educativas e linguagem em Geografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BIBLIOGRAFIA B\u00c1SICA: ALBUQUERQUE, M.A; FERREIRA, J.A. S. (org).Forma\u00e7\u00e3o, pesquisa e Pr\u00e1ticas Docentes: Reforma curriculares em quest\u00e3o.Jo\u00e3o Pessoa: Editora M\u00eddia, 2013. CASTELLAR, Sonia; MUNHOZ, Gislaine B.Conhecimentos escolares e Caminhos metodol\u00f3gicos. S\u00e3o Paulo: Xam\u00e3, 2012.HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta; MARQUES, Eduardo (orgs.). Pol\u00edticasP\u00fablicas no Brasil. Rio de Janeiro. Editora Fiocruz, 2007 MOREIRA, AntonioFl\u00e1vio; SILVA, Tomaz Tadeu da Silva (org?s.) Curr\u00edculo, Cultura e Sociedade.7\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2002 MOREIRA; H; CALEFFE, L.G. Metodologia daPesquisa para o professor Pesquisador. Rio de janeiro: DP&amp;A, 2006. SPOSITO,ELISEU SAVERIO et all (org?s). A diversidade da Geografia Brasileira. Escalase dimens\u00f5es da An\u00e1lise e da A\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Consequ\u00eancia, 2016.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. 37\u00aaed.Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 2009 HAESBAERT, Rog\u00e9rio. Viver no limite. 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Oensino de geografia no brasil: as prescri\u00e7\u00f5es oficiais em tempos neoliberais.Revista Contrapontos &#8211; Eletr\u00f4nica, Vol. 10 &#8211; n. 1 &#8211; p. 14-28 \/ jan-abr 2010<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IA-1218] BIOGEOGRAFIA EM AMBIENTES URBANOS &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Reconhecimento das Paisagens urbanas e suas m\u00faltiplas inter-rela\u00e7\u00f5essocioambientais; An\u00e1lise dos principais ecossistemas naturais e antr\u00f3picos domeio urbano e identifica\u00e7\u00e3o na biodiversidade existente e seus servi\u00e7osecossist\u00eamicos; Compreens\u00e3o funcional, estrutural e din\u00e2mica das paisagensurbanas (flora, fauna e microrganismos) atrav\u00e9s das pr\u00e1xis; Aula de Campoem diferentes ecossistemas urbanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BROWN, J. H.; LOMOLINO, M. V. Biogeografia. Trad. Iulo F. Afonso. Ribeir\u00e3oPreto: Funpec, 2006. COX, C. B.; MOORE, P. D. Biogeografia &#8211; UmaAbordagem Ecol\u00f3gica e Evolucion\u00e1ria. LTC. Rio de Janeiro, 2013. FIGUEIR\u00d3.A. Biogeografia: din\u00e2micas e transforma\u00e7\u00f5es da natureza. Oficina de textos.S\u00e3o Paulo, 2015. GUERRA, A. J. T.; Jorge, M. do C. O. Geoturismo,Geodiversidade e Geoconserva\u00e7\u00e3o. Oficina de textos. S\u00e3o Paulo, 2017.INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT\u00cdSTICA. Manual T\u00e9cnico daVegeta\u00e7\u00e3o Brasileira. Manuais t\u00e9cnicos em geoci\u00eancias n\u00ba 1. Rio de Janeiro,2012. Dispon\u00edvel em:https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv63011.pdf. PAESE, A.;UEZU. A.; LORINI, M. A.; CUNHA, A. Conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade com SIG.Oficina de textos. S\u00e3o Paulo, 2012. ROCHA, Y. T. T\u00e9cnicas em estudosbiogeogr\u00e1ficos. RAEGA, 23, 2011, p. 398-427. TABARELLI, M.; PINTO, L. P; J.M.; SILVA, J. M. C.; HIROTA, M. M.; BED\u00ca, L. C. Desafios e oportunidadespara a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade na Mata Atl\u00e2ntica brasileira.Megadiversidade, 2005.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1601] ESPA\u00c7O, MEIO AMBIENTE E PR\u00c1TICAS EDUCATIVAS EM GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Geografia e Espa\u00e7o: considera\u00e7\u00f5es sobre a din\u00e2mica espacial, Meio Ambientee Educa\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m de ?determinismos? e ?possibilismos?: a rela\u00e7\u00e3oestrutural homem-meio e o Ensino de Geografia. O espa\u00e7o e suasmetamorfoses: da superf\u00edcie terrestre ao meio t\u00e9cnico-cient\u00edfico-informacional. O processo de valoriza\u00e7\u00e3o da natureza e a produ\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o.A emerg\u00eancia do desenvolvimento sustent\u00e1vel. A forma\u00e7\u00e3o em Geografia. Ospap\u00e9is hist\u00f3ricos do Ensino de Geografia na constitui\u00e7\u00e3o da sociedademoderna. Em nome da complexidade: o ensino de geografia no s\u00e9culo XXI.Livros, mapas, imagens, redes: conte\u00fados e conceitos geogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> GUIMAR\u00c3ES, Mauro. A dimens\u00e3o ambiental na educa\u00e7\u00e3o. 11\u00aa. ed. Campinas:Papirus (2013). MASSEY, Doreen. Pelo espa\u00e7o. Uma abordagem pol\u00edtica daespacialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil (2008 [2005]). PONTUSCHKA,N\u00eddia Nacib, OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de (orgs).Geografia emperspectiva. S\u00e3o Paulo: Contexto (2002). PONTUSCHKA, N\u00eddia Nacib;PAGANELLI, Tomoko Iyda; CACETE, N\u00faria Hanglei. Para ensinar e aprenderGeografia. S\u00e3o Paulo, Cortez, 2007. PORTO-GON\u00c7ALVES, Carlos Walter. Aglobaliza\u00e7\u00e3o da natureza e a natureza da globaliza\u00e7\u00e3o. 4\u00aa ed. Rio de Janeiro:Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira (2006).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\u00a0<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1603] ESPA\u00c7O, POL\u00cdTICA E CULTURA &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Anita Loureiro de Oliveira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> A abordagem cultural na Geografia, as diferentes escolas da GeografiaCultural, seus processos de crise e renova\u00e7\u00e3o. Estudos culturais e o conceitode Cultura. A rela\u00e7\u00e3o espa\u00e7o, pol\u00edtica e cultura. Moderniza\u00e7\u00e3o e seus impactosculturais. Ocidentaliza\u00e7\u00e3o do mundo e seus limites na vida social e nainterpreta\u00e7\u00e3o da realidade. A\u00e7\u00e3o e v\u00ednculos sociais, lugar, viv\u00eancias eexperi\u00eancias cotidianas; o di\u00e1logo da ci\u00eancia com outros conhecimentos esaberes. O papel da geografia na supera\u00e7\u00e3o da colonialidade do saber e dopensamento utilitarista e operacional da ci\u00eancia. Exist\u00eancias e resist\u00eancias.Apropria\u00e7\u00e3o territorial e aspectos culturais das lutas pelo territ\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> CERTEAU, Michel. A inven\u00e7\u00e3o do cotidiano: artes do fazer. Petr\u00f3polis, EditoraVozes, 3a edi\u00e7\u00e3o. 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2003 [1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1990] LEFEBVRE, Henri. Odireito \u00e0 cidade. S\u00e3o Paulo: Centauro, 2001a [1969] MORIN, Edgar. Ci\u00eanciacom consci\u00eancia. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. RIBEIRO, Ana ClaraTorres [1944-2011]. Por uma sociologia do presente: a\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnica e espa\u00e7o.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2012 ________. Teorias da A\u00e7\u00e3o. Rio deJaneiro. Letra Capital, 2014 SANTOS, Milton. A natureza do espa\u00e7o: t\u00e9cnica etempo, raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo:Editora Hucitec 1997 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1604] PROBLEMAS E IMPACTOS SOCIO-AMBIENTAIS ASSOCIADAS \u00c0S MUDAN\u00c7ASCLIM\u00c1TICAS LOCAIS E GLOBAIS &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Cristiane Cardoso, Heitor Soares de Farias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Aquecimento ou resfriamento do planeta: os grandes discursos relacionados\u00e1s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas da atualidade. Clima local, regional e global. Asmodifica\u00e7\u00f5es, os problemas associados e os impactos socioambientaisrelacionadas \u00e1s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O papel das sociedades relacionadasaos impactos no meio ambiente. O papel da Educa\u00e7\u00e3o ambiental visandocompreender as inter-rela\u00e7\u00f5es e minimizar os problemas sobre o ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> AB\u00b4SABER, A. Os dom\u00ednios de natureza no Brasil: potencialidadespaisag\u00edsticas. S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea Editorial, 2003. 160 p. ACOT, P. Hist\u00f3ria delclima. Buenos Aires: El Ateneo, 2005. CUNHA, G. R. Lidando com os riscosclim\u00e1ticos. Passo Fundo: EMBRAPA, 2004. GON\u00c7ALVES, Carlos Walter Porto.Os (des)caminhos do meio ambiente. 5 ed. Cole\u00e7\u00e3o temas atuais. S\u00e3o Paulo :Contexto, 1996. GUERRA, A. J. T &amp; CUNHA, S. B. Impactos ambientaisurbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. 416p. MENDON\u00c7A, F.&amp; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas e climas do Brasil. S\u00e3oPaulo: oficina de textos, 2007. MONTEIRO, C. A. de F. &amp; MENDON\u00c7A, F. Climaurbano. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2003. ROSS, J.L.S. (Org.). Geografia do Brasil.S\u00e3o Paulo: EdUSP, 1996. 546 p.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1605] T\u00d3PICOS ESPECIAIS EM GEOGRAFIA F\u00cdSICA II &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Heitor Soares de Farias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Debate de tem\u00e1ticas relevantes na atualidade sobre geografia f\u00edsica edisciplinas afins. Aprofundamento de reflex\u00f5es conceituais, te\u00f3ricas emetodol\u00f3gicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> AB\u00b4SABER, A. Os dom\u00ednios de natureza no Brasil: potencialidadespaisag\u00edsticas. S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea Editorial, 2003. 160 p. CAVALC\u00c2NTI, C. (org.)Desenvolvimento e Natureza: estudos para uma sociedade sustent\u00e1vel. S\u00e3oPaulo: Cortez\/Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco, 1995. PORTO-GON\u00c7ALVES, C. V. Os(des)caminhos do meio ambiente. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2000.______________. A globaliza\u00e7\u00e3o da natureza e a natureza da globaliza\u00e7\u00e3o.Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2006. ROSS, J.L.S. (Org.). Geografia doBrasil. S\u00e3o Paulo: EdUSP, 1996. 546 p. SANTOS, Milton. A natureza doespa\u00e7o: t\u00e9cnica e tempo, raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: HUCITEC, 1996.ZAVATTINI, J. A. Estudos do clima no Brasil. Campinas, SP: Al\u00ednea, 2004.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1606] ECOLOGIA DA PAISAGEM E PLANEJAMENTO AMBIENTAL &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Monika Richter<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Reflex\u00e3o sobre a pertin\u00eancia da paisagem como objeto de investiga\u00e7\u00e3ogeogr\u00e1fica. Leis que regem a forma e o movimento da paisagem. Oplanejamento da paisagem como contribui\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para o planejamentointegral, como instrumento de prote\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da natureza em \u00e1reasocupadas ou n\u00e3o pelo ser humano e como ferramenta para o desenvolvimentoda natureza com o objetivo de salvaguardar a capacidade dos ecossistemas eas paisagens. O suporte das geotecnologias no estudo das paisagens e para oplanejamento ambiental. Sistemas de Informa\u00e7\u00f5es Geograficas. Metricas dapaisagem. Fragmenta\u00e7\u00e3o e corredores ecologicos. Planejamento integrado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> AB\u00b4SABER, A. Os dom\u00ednios de natureza no Brasil: potencialidadespaisag\u00edsticas. S\u00e3o S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea Editorial, 2003. 160 p LANG, S;BLASCHKE, T. An\u00e1lise da paisagem com SIG. 1\u00aa reimpress\u00e3o. S\u00e3o Paulo:Oficina de textos, 2013. 423 p. SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoriae pr\u00e1tica. S\u00e3o Paulo: Oficina de textos, 2004. TURNER, M. G.; GARDENER R.Hand O? Neil R. (2001) Landscape Ecology in Theory and Practice: Pattern andProcess. New York, 401p<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1607] GEOMORFOLOGIA, EVOLU\u00c7\u00c3O E DIN\u00c2MICAS DA PAISAGEM &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Fundamentos de Geomorfologia. A import\u00e2ncia da Geomorfologia para aGeografia. Os processos superficiais na interface Terra-Atmosfera. Teoriasist\u00eamica e Geomorfologia. Morfog\u00eanese, morfologia, morfodin\u00e2mica emorfocronologia. Magnitude e frequ\u00eancia de processos geomorfodin\u00e2micos eas escalas de an\u00e1lise. Modelagem, monitoramento e quantifica\u00e7\u00e3o deprocessos superficiais. Geomorfologia e interdisciplinaridade. Aplica\u00e7\u00f5es dageomorfologia na an\u00e1lise e no planejamento ambiental. O futuro daspaisagens no &#8220;Antropoceno&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. S\u00e3o Paulo: Edgard Blucher, 1980.CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de sistemas ambientais. S\u00e3o Paulo: EdgardBlucher, 1999. 236 p. FLORENZANO, T. G. (org.). Geomorfologia: conceitos etecnologias atuais. S\u00e3o Paulo: Oficina de Textos, 2008. 318 p. PENTEADO,M.M. Fundamentos de Geomorfologia. Rio de Janeiro: IBGE, 1979. 154 p.PRESS, F.; SIERVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T.H. Para entender aTerra. Porto Alegre: Bookman, 2006. 656 p. SELBY, M. Earth\u00b4s ChangingSurface. Clarendon Press, Oxford. 1985. 607 p. TEIXEIRA, W.; TOLEDO,M.C.M.; TAIOLI, F. (Org.) Decifrando a Terra. S\u00e3o Paulo: Oficina de Textos,2001. 568 p.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1608] CONSERVA\u00c7\u00c3O DA NATUREZA E RECUPERA\u00c7\u00c3O DE \u00c1REAS DEGRADADAS &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Monika Richter<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Conceito de recurso natural; conserva\u00e7\u00e3o in situ e ex situ da biodiversidade,manejo dos recursos naturais; conceito de degrada\u00e7\u00e3o ambiental.Caracteriza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e atividades degradadoras. Diferen\u00e7asentre reabilita\u00e7\u00e3o, reposi\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o. Desenvolvimento desistemas sustent\u00e1veis para as atividades econ\u00f4micas. Elabora\u00e7\u00e3o de planosde manejo e recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> KAGEYAMA, P.Y.; GANDARA, F. B. &amp; OLIVEIRA, R. E. Biodiversidade erestaura\u00e7\u00e3o da floresta tropical. In: KAGEYAMA, P.Y.; OLIVEIRA, R. E.;MORAES, L. F. D.; ENGEL, V. L. &amp; GANDARA, F. B. Restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica deecossistemas naturais. Botucatu: Funda\u00e7\u00e3o de Estudos e Pesquisas Agr\u00edcolase Florestais, 2003. p. 29-48. PRIMACK, R. B. &amp; RODRIGUES, E. Biologia daconserva\u00e7\u00e3o. Londrina: E.Rodrigues, 2001. 327p. RICKLEFS, R. E. A economiada natureza. 5\u00aa ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003. 503p.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1609] PLANEJAMENTO E GEST\u00c3O DE \u00c1REAS NATURAIS PROTEGIDAS &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Monika Richter<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Conceitos b\u00e1sicos ligados \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da natureza: preserva\u00e7\u00e3o,conserva\u00e7\u00e3o, recursos naturais, manejo, desenvolvimento sustent\u00e1vel,restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. Gest\u00e3o de \u00e1reas de interesse ecol\u00f3gico. SistemaNacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (SNUC). Lei no. 9.985 de 18 de julhode 2000. Categorias de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o: Unidades de Prote\u00e7\u00e3oIntegral e Unidades de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel. Planos de Manejo eGest\u00e3o: metodologias e experi\u00eancias pr\u00e1ticas. Crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o utilizadosem \u00e1rea protegidas (raridade, diversidade, fragilidade, estabilidade e crit\u00e9riosculturais de planejamento e gest\u00e3o). Zonas de Amortecimento. Manejo eGest\u00e3o Participativos: metodologias e experi\u00eancias pr\u00e1ticas. Fluxograma daresolu\u00e7\u00e3o de problemas. An\u00e1lise das diferentes dimens\u00f5es envolvidas nagest\u00e3o de \u00e1reas naturais protegidas. Valora\u00e7\u00e3o e Uso P\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. S\u00e3o Paulo: Hucitec,1996.196p. GARAY, I. (2001) Avalia\u00e7\u00e3o do Status da Biodiversidade ao N\u00edvelde Ecossistema. In: Garay, I.; Dias, B. Conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade emecossistemas tropicais: avan\u00e7os conceituais e revis\u00e3o de novas metodologiasde avalia\u00e7\u00e3o e monitoramento. Petr\u00f3polis: Editora Vozes. p. 399-411.LEWINSOHN, T.M. &amp; P.I. PRADO. Biodiversidade Brasileira: s\u00edntese do estadoKAGEYAMA, P.Y.; GANDARA, F. B. &amp; OLIVEIRA, R. E. Biodiversidade erestaura\u00e7\u00e3o da floresta tropical. In: KAGEYAMA, P.Y.; OLIVEIRA, R. E.;MORAES, L. F. D.; ENGEL, V. L. &amp; GANDARA, F. B. Restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica deecossistemas naturais. Botucatu: Funda\u00e7\u00e3o de Estudos e Pesquisas Agr\u00edcolase Florestais, 2003. p. 29-48. RIBEIRO, W.C. Patrim\u00f4nio Ambiental Brasileiro.S\u00e3o Paulo. EDUSP\/ Imprensa Oficial do Estado, 2003, p. 351.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1610] PROCESSOS FORMATIVOS EM EDUCA\u00c7\u00c3O AMBIENTAL &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Cristiane Cardoso, Ana Maria Marques Santos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Vis\u00e3o s\u00f3cio-hist\u00f3rica da educa\u00e7\u00e3o ambiental; Pressupostos pol\u00edticos eepistemol\u00f3gicos da educa\u00e7\u00e3o ambiental; Modernidade e mudan\u00e7as deParadigmas &#8211; das vis\u00f5es tecnoc\u00eantrica e antropoc\u00eantrica para a vis\u00e3oecoc\u00eantrica; Complexidade e saber ambiental; \u00c9tica e filosofia para umasociedade sustent\u00e1vel; Pluralidade cultural, biodiversidade e odesenvolvimento social; A forma\u00e7\u00e3o do educador ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> CARVALHO, Isabel de M. Educa\u00e7\u00e3o Ambiental: a forma\u00e7\u00e3o do sujeitoecol\u00f3gico. S\u00e3o Paulo, Cortez, 2004. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia:saberes necess\u00e1rios a pr\u00e1tica educativa. S\u00e3o Paulo, Paz e Terra, 1996.GUIMAR\u00c3ES, M. A Forma\u00e7\u00e3o de Educadores Ambientais. Campinas, Papirus,2004. SANTOS, B. de S. A Cr\u00edtica a Raz\u00e3o Indolente: contra o desperd\u00edcio deexperi\u00eancias. S\u00e3o Paulo, Expans\u00e3o Cultural, 2000. MORIN, Edgar. Ci\u00eancia comConsci\u00eancia. 3\u00aa Ed. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1999.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1611] TEMAS, CONTE\u00daDOS E PR\u00c1TICAS NO ENSINO DE GEOGRAFIA ?FUNDAMENTAL E M\u00c9DIO &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Cristiane Cardoso<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Ensino de Geografia, a Geografia e a forma\u00e7\u00e3o de professores; Pr\u00e1ticasescolares e o papel do professor pesquisador. Diferentes processos formativosem Geografia; Hist\u00f3rico, desafios e perspectivas. A quest\u00e3o te\u00f3rico-metodol\u00f3gica no ensino da Geografia. Metodologias, procedimentos de ensinoe aprendizagem e uso de recursos did\u00e1ticos no Ensino Fundamental. Novastecnologias e o ensino de Geografia. A abordagem interdisciplinar e asdiferentes linguagens. Curr\u00edculo, Pol\u00edticas P\u00fablicas da Educa\u00e7\u00e3o e o Ensino deGeografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> CALLAI, Helena Copetti. O Ensino da Geografia no Brasil: alguns caminhos.S\u00e3o Paulo: FFLCH, 1995. CARLOS, Ana Fani Alessandri (org.). Novos caminhosda geografia. S\u00e3o Paulo: Contexto, 1999. CARLOS, Ana Fani Alessandri;OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino (orgs.) Reformas no mundo da educa\u00e7\u00e3o:par\u00e2metros curriculares e geografia. S\u00e3o Paulo: Contexto, CASTROGIOVANNI,Ant\u00f4nio Carlos et al (orgs.). Geografia em sala de aula: pr\u00e1ticas e reflex\u00f5es.Porto Alegre: Associa\u00e7\u00e3o dos Ge\u00f3grafos Brasileiros ? Se\u00e7\u00e3o Porto Alegre,1998. MOURA, D\u00e1cio &amp; BARBOSA, Eduardo, F. Trabalhando com projetos:planejamento e gest\u00e3o de projetos educacionais. Petr\u00f3polis: Vozes, 2006.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1612] PROJETOS DE EDUCA\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Cl\u00e9zio dos Santos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Conhecimentos b\u00e1sicos para o planejamento, gest\u00e3o, acompanhamento eavalia\u00e7\u00e3o de projetos, com foco na \u00e1rea educacional de Geografia. Novosmodelos de planejamento baseados em sistemas coerentes de conceitos em\u00e9todos em projetos na disciplina escolar de Geografia. Projetos com acomunidade. Projetos como instrumentos de transformar a escola em umespa\u00e7o aberto \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de aprendizagens significativas. Educa\u00e7\u00e3oGeogr\u00e1fica e forma\u00e7\u00e3o docente na atualidade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> ARANHA, M. L. Hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Moderna, 1989. ARROYO,Miguel. Escola plural. Proposta pedag\u00f3gica Rede Municipal de Educa\u00e7\u00e3o deBelo Horizonte. Belo Horizonte: SMED, 1994. HERN\u00c1NDEZ, Fernando.Transgress\u00e3o e mudan\u00e7a na educa\u00e7\u00e3o: os projetos de trabalho. Porto Alegre:Artmed,1998. HERN\u00c1NDEZ, Fernando. Cultura visual, mudan\u00e7a educativa eprojeto de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2000. MORIN, E. El m\u00e9todo: lanaturaleza de la naturaleza. Madrid: C\u00e1tedra, 1981. SANTOM\u00c9, Jurjo T.Globaliza\u00e7\u00e3o e interdisciplinaridade: o curr\u00edculo integrado. Porto Alegre: ArtesM\u00e9dicas, 1998. ZABALA, Antoni. Enfoque globalizador e pensamentocomplexo: uma proposta para o curr\u00edculo escolar. Porto Alegre: Artes M\u00e9dicas,2002.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1613] REPRESENTA\u00c7\u00c3O CARTOGR\u00c1FICA E ENSINO &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> As origens dos processos de abstra\u00e7\u00e3o. O que \u00e9 o mapa. O processo demapeamento ao longo da hist\u00f3ria. O campo de conhecimento cartogr\u00e1fico. Acomunica\u00e7\u00e3o cartogr\u00e1fica. A Cartografia como forma de express\u00e3o daGeografia. As formas alternativas de registro do espa\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> ALMEIDA, R. D. Do Desenho ao Mapa: inicia\u00e7\u00e3o cartogr\u00e1fica na escola. S\u00e3oPaulo: Contexto, 2001. ALMEIDA, R. D. Cartografia Escolar. S\u00e3o Paulo:Contexto, 2008. ALMEIDA, R. D. e PASSINI, E. Y. O espa\u00e7o geogr\u00e1fico: ensinoe representa\u00e7\u00e3o. 4\u00aa ed. S\u00e3o Paulo, Contexto, 2002. BLACK, Jeremy. Mapas eHist\u00f3ria: construindo imagens do passado. Bauru, S\u00e3o Paulo: Edusc, 2005.LONGLEY, P.A.; GOODCHILD, M.F.; MAGUIRE, D.J.; RHIND, D.W. Sistemas eCi\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica. 3\u00aa ed. Bookman: Porto Alegre, 2013.MENEZES, P.M.L &amp; Fernandes, M.C. Roteiro de Cartografia. S\u00e3o Paulo: Oficinade Textos, 2013. PASSINI, E. Y. Alfabetiza\u00e7\u00e3o Cartogr\u00e1fica e a Aprendizagemde Geografia. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2012. SOUZA, J. G. &amp; KATUTA, A. M.Geografia e Conhecimentos Cartogr\u00e1ficos: a Cartografia no movimento derenova\u00e7\u00e3o da Geografia brasileira e a import\u00e2ncia do uso de mapas. S\u00e3oPaulo: Editora da UNESP, 2001. v. 1. 162 p.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1614] PROCESSOS FORMATIVOS EM GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Cl\u00e9zio dos Santos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Articula\u00e7\u00e3o teoria-pr\u00e1tica na viv\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es concretas das metodologiasde ensino aprendizagem de Geografia. Forma\u00e7\u00e3o de professores reflexivos. Oest\u00e1gio com campo de pesquisa em ensino de Geografia. Pol\u00edticasEducacionais, Forma\u00e7\u00e3o e Ensino de Geografia. Avalia\u00e7\u00e3o e Ensino deGeografia. A Geografia no Curr\u00edculo escolar brasileiro. Os materiais did\u00e1ticosno Ensino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> ALARC\u00c3O, Isabel (Org.). Escola Reflexiva e Nova Racionalidade. Porto Alegre,Artmed, 2001. KEMMIS, Stephem. El Curriculum: M\u00e1s all\u00e1 de la teoria da lareproducci\u00f3n. Traducci\u00f3n de Pablo Manzano. Terceira edici\u00f3n. Madri, Morata,1998. PIMENTA, Selma G. O est\u00e1gio e a forma\u00e7\u00e3o do professor. S\u00e3o Paulo,Cortez, 1998. PONSTUSCHKA, N\u00eddia N. (Org.) Ousadia no di\u00e1logo:interdisciplinaridade na escola p\u00fablica. S\u00e3o Paulo, Loyola, 1995.PONTUSCHKA, N\u00eddia N. e OLIVEIRA, Ariovaldo U. (Org.) Geografia emperspectiva: ensino e pesquisa. S\u00e3o Paulo, Contexto, 2002. VESENTINI, Jos\u00e9W. (Org.) Geografia e ensino: textos cr\u00edticos. Campinas, Papirus, 2005.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1615] GEOTECNOLOGIAS APLICADAS AO ENSINO DE GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. (40 Hrs)<\/h6>\n<p><i class=\"fas fa-user\"><\/i> Docente: Monika Richter<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Princ\u00edpios b\u00e1sicos de Geotecnologias. Conhecimento e manuseio de materiais,equipamentos relacionados e t\u00e9cnicas de geotecnologias utilizadas no ensinode geografia. Manipula\u00e7\u00e3o de Sistemas de Informa\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas (SIG?s).Geotecnologias Livres. Rela\u00e7\u00e3o das Geotecnologias com o ensino deGeografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> DRUCK, S. et. al. An\u00e1lise espacial de dados geogr\u00e1ficos. Planaltina, DF:Embrapa Cerrados, 2004. FLORENZANO, T. G. Imagens de sat\u00e9lite paraestudos ambientais. S\u00e3o Paulo: Oficina de Textos, 2002. FLORENZANO, T. G.Inicia\u00e7\u00e3o em sensoriamento remoto. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o ampliada e atualizada. S\u00e3oPaulo: Oficina de textos, 2011. 128 p. MOREIRA, M. A. Fundamentos dosensoriamento remoto e metodologias de aplica\u00e7\u00e3o. 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o ampliada eatualizada. Vi\u00e7osa: Editora UFV, 2011. 422 p. NOVO, E. M. L. de M.Sensoriamento remoto: princ\u00edpios e aplica\u00e7\u00f5es. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o revista e ampliada.S\u00e3o Paulo: Blucher, 2008. 362 p.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1616] USO P\u00daBLICO E UNIDADES DE CONSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Compreender a quest\u00e3o ambiental que se apresenta na contemporaneidade nos espa\u00e7oslegalmente protegidos, proporcionando ao aluno reflex\u00e3o e an\u00e1lise acerca do uso p\u00fablico nasUnidades de Conserva\u00e7\u00e3o. A disciplina prev\u00ea um misto de aulas te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, com arealiza\u00e7\u00e3o de trabalhos de campo. Analisar a ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o pelas sociedades humanas eseus impactos sobre o meio ambiente. Compreender as formas de realiza\u00e7\u00e3o do Uso P\u00fablico nasUnidades de Conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BENSUSAN, N. Conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade em \u00e1reas protegidas. Ed. FGV. 2006. BRASIL.Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.mma.gov.br\/areas-protegidas\/sistema-nacional-de-ucs-snuc. BRITO, M. C. W. Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o: inten\u00e7\u00f5es eresultados. ? 2\u00aa ed. &#8211; S\u00e3o Paulo: Annablume: Fapesp, 2003. BURSZTYN, M.A; BURSZTYN, M.Fundamentos de pol\u00edtica e gest\u00e3o ambiental: caminhos para a sustentabilidade. Rio de Janeiro:Garamond, 2012. GUERRA, A.J.T., COELHO, M.C.N. (Orgs.). Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o:Abordagens e Caracter\u00edsticas Geogr\u00e1ficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. DIEGUES, A. C.S. O mito moderno da natureza intocada. 4\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Hucitec; N\u00facleo de Apoio \u00e0 Pesquisasobre Popula\u00e7\u00f5es Humanas e \u00c1reas \u00damidas Brasileiras, USP, 2004. DREW, D. Processos interativoshomem-meio ambiente. 7. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. GARAY, I. &amp; BECKER, B.(Orgs.). As Dimens\u00f5es Humanas da Biodiversidade: o desafio de novas rela\u00e7\u00f5es sociedade-natureza no s\u00e9culo XXI. Petr\u00f3polis: Editora Vozes, 2006. GON\u00c7ALVES, C.W.P. Os (Des)caminhosdo Meio Ambiente. 15\u00aa ed., 2\u00aa reimpress\u00e3o ? S\u00e3o Paulo: Contexto, 2014. LORENZETTO, A.;LINDOSO, G.S. Avalia\u00e7\u00e3o e Monitoramento da Gest\u00e3o de Uso P\u00fablico em Parques (AMUP):ferramenta de an\u00e1lise quali-quantitativa contribuindo para a melhoria da gest\u00e3o. In: Anais do VIIICBUC, 2015. MILANO, M. S. Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o: atualidades e tend\u00eancias. Curitiba:Funda\u00e7\u00e3o O Botic\u00e1rio de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Natureza, 2002. QUEIROZ, E.D. Uso P\u00fablico no ParqueNatural Municipal de Nova Igua\u00e7u-RJ: trilhando entre possibilidades e dificuldades. Tese deDoutorado. POSGEO\/UFF, 2018. SOARES, M.C.C., BENSUSAN, N., FERREIRA NETO, P.S. Entornodas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o: estudo de experi\u00eancias com UCs de Prote\u00e7\u00e3o Integral. Rio deJaneiro: FUNBIO, 2002. TAKAHASHI, L. Uso p\u00fablico em unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Cadernos deConserva\u00e7\u00e3o, Curitiba, vol.2, n\u00ba 2, 2004. TERBORGH, J., et al (Orgs). Tornando os ParquesEficientes: estrat\u00e9gias para conserva\u00e7\u00e3o da natureza nos tr\u00f3picos. 1\u00aa ed. rev. ? Curitiba: Ed. daUFPR\/Funda\u00e7\u00e3o O Botic\u00e1rio, 2002. VALLEJO, L.R. Tempo, espa\u00e7o e contradi\u00e7\u00f5es na prote\u00e7\u00e3o das\u00e1reas naturais: as pol\u00edticas p\u00fablicas e a conserva\u00e7\u00e3o ambiental no Estado do Rio de Janeiro(1975-2002). Niter\u00f3i: Alternativa Editora, 2017. __. Uso P\u00fablico em \u00e1reas protegidas: Atores,impactos, diretrizes de planejamento e gest\u00e3o. In: Revista Eletr\u00f4nica Anais Uso P\u00fablico emUnidades de Conserva\u00e7\u00e3o, Niter\u00f3i -RJ, 2013. p.:13 ? 25. __. Os Parques e reservas comoInstrumentos de ordenamento territorial. In: ALMEIDA, F. G.; SOARES, L. A. A. (Orgs.).Ordenamento Territorial: colet\u00e2nea de textos com diferentes abordagens no contexto brasileiro.Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. __. Unidades de conserva\u00e7\u00e3o: uma discuss\u00e3o te\u00f3rica \u00e0 luzdos conceitos de territ\u00f3rio e de pol\u00edticas p\u00fablicas. Dispon\u00edvel em:http:\/\/arquivos.proderj.rj.gov.br\/inea_imagens\/downloads\/pesquisas\/PE_Ilha_Grande\/Vallejo_2003.pdf.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1618] GEST\u00c3O DE RISCOS AMBIENTAIS: AGENTES, PROCESSOS E ESCALAS &#8211; 4 Cr. (60 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Os Riscos: origem, dimens\u00e3o hist\u00f3rica e conceitua\u00e7\u00e3o; A composi\u00e7\u00e3o do risco:\u00e1leas, vulnerabilidades e alvos; Tipologia de riscos: riscos naturais, sociais etecnol\u00f3gicos. Os riscos ambientais. O espa\u00e7o de manifesta\u00e7\u00e3o dos riscos:territ\u00f3rio de riscos ou riscos territorializados? O movimento dos riscos noespa\u00e7o e no tempo: riscos difusos e riscos concentrados. A escala espacial etemporal dos riscos: cat\u00e1strofes e processos lentos; Representa\u00e7\u00e3o eexpress\u00e3o espacial dos riscos: a cartografia de riscos. Os agentes sociaisenvolvidos e a gest\u00e3o dos riscos como crit\u00e9rio para gest\u00e3o do territ\u00f3rio;Riscos e conflitos ambientais; Avalia\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de riscos e o princ\u00edpio daprecau\u00e7\u00e3o. Avalia\u00e7\u00f5es quantitativas e qualitativas, probabilidades epossibilidades. Estudos de caso no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> BIBLIOGRAFIA B\u00c1SICA: BECK, Ulrich. La sociedad del riesgo mundial: enbusca de la seguridad perdida. Barcelona: Paid\u00f3s, 2008. 333 p. GIDDENS,Anthony. As Consequ\u00eancias da Modernidade. S\u00e3o Paulo: Editora Unesp, 1991.p.11-60; p. 83-150. MENDES, Jose Manuel. Sociologia do Risco. Uma breveintrodu\u00e7\u00e3o e algumas li\u00e7\u00f5es. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.2015, p. 35-88.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"alert alert-secondary\" style=\"background-color: #f9f9f9;color: #000000;font-size: 13px !important\">\n<h6 class=\"titulo-ultimas-noticias\" style=\"background-color: #24402ac9 !important;padding: 5px\">[IM-1619] DOC\u00caNCIA NO ENSINO SUPERIOR EM GEOGRAFIA &#8211; 2 Cr. (15 Hrs)<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Descri\u00e7\u00e3o:<\/b> Ensino pr\u00e1tico e te\u00f3rico da Geografia objetivando a aquisi\u00e7\u00e3o de viv\u00eancias noexerc\u00edcio de atividades did\u00e1ticas na \u00e1rea de Geografia. O p\u00f3s graduandodever\u00e1 elaborar um plano de trabalho sob a supervis\u00e3o das professoras e aofinal apresentar um relat\u00f3rio doc\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Bibliografia:<\/b> CASTELLAR, Sonia Maria Vanzella; CAVALCANTI, Lana de Souza; CALLAI,Helena Copetti (Orgs.). Did\u00e1tica da Geografia: aportes te\u00f3ricos emetodol\u00f3gicos. S\u00e3o Paulo: Xam\u00e3, 2012. CASTROGIOVANNI, Ant\u00f4nio Carlos etal (orgs.). Geografia em sala de aula: pr\u00e1ticas e reflex\u00f5es. Porto Alegre:Associa\u00e7\u00e3o dos Ge\u00f3grafos Brasileiros ? Se\u00e7\u00e3o Porto Alegre, 1998. PIMENTA,Selma Garrido; ANASTASIOU, L\u00e9a das Gra\u00e7as Camargos. Doc\u00eancia no EnsinoSuperior. 5\u00aa ed. ? S\u00e3o Paulo:Cortez, 2014. PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN,Evandro (Orgs.). Professor Reflexivo no Brasil: g\u00eanese e cr\u00edtica de umconceito. 7\u00aa ed. &#8211; S\u00e3o Paulo:Cortez, 2012. TARDIF, Maurice; LESSARD,Claude. O trabalho docente: elementos para uma teoria da doc\u00eancia comoprofiss\u00e3o de intera\u00e7\u00f5es humanas. Tradu\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Batista Kreuch. 9\u00aa ed.Petr\u00f3polis,RJ: Vozes, 2014.<\/p>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DISCIPLINAS OBRIGAT\u00d3RIAS DO CURSO DE MESTRADO [1203] EPISTEMOLOGIA DA GEOGRAFIA &#8211; 4 Cr. 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