{"id":9,"date":"2013-08-02T13:47:31","date_gmt":"2013-08-02T13:47:31","guid":{"rendered":"http:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppgl\/?page_id=9"},"modified":"2026-03-27T17:24:19","modified_gmt":"2026-03-27T20:24:19","slug":"areas-linhas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cursos.ufrrj.br\/posgraduacao\/ppgfil\/areas-linhas\/","title":{"rendered":"\u00c1rea \/ Linhas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">\u00c1rea: FILOSOFIA<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">O programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em filosofia da UFRRJ visa estruturar um centro de pesquisa e de forma\u00e7\u00e3o de pesquisadores capazes de discutir e formular problemas filos\u00f3ficos tanto tradicionais quanto emergentes. Nesse sentido, as pesquisas realizadas na \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o \u201cFilosofia\u201d devem ser desenvolvidas atrav\u00e9s de uma abordagem que utiliza o repert\u00f3rio filos\u00f3fico no tratamento de problemas gerais da tradi\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica, sem, por\u00e9m, pressupor nenhum compromisso com estilos espec\u00edficos de an\u00e1lise. Entretanto, as investiga\u00e7\u00f5es ser\u00e3o desenvolvidas a partir de uma compreens\u00e3o de filosofia como uma forma de discurso baseada na preocupa\u00e7\u00e3o de clarificar conceitos e dialogar argumentativamente em vista tanto da melhor formula\u00e7\u00e3o dos problemas relevantes em cada linha de pesquisa, quanto do melhor encaminhamento para sua solu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">A defini\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o em Filosofia se deveu em grande parte \u00e0 abrang\u00eancia do perfil dos membros do Programa. O corpo docente desenvolveu suas teses no Brasil e no exterior em autores e\/ou temas relacionados a todos os per\u00edodos convencionais da hist\u00f3ria da filosofia. Com efeito, a classifica\u00e7\u00e3o proposta para a \u00e1rea implica a possibilidade de exist\u00eancia do di\u00e1logo entre as linhas e projetos de pesquisa do grupo como um todo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Nesse sentido, o corpo docente do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o deve buscar realizar pesquisas voltadas para uma recoloca\u00e7\u00e3o de problemas e reexame de concep\u00e7\u00f5es e argumenta\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas, que podem incluir n\u00e3o apenas an\u00e1lises de car\u00e1ter l\u00f3gico-formal, mas tamb\u00e9m investiga\u00e7\u00f5es de natureza hermen\u00eautica, ou que levam em considera\u00e7\u00e3o os contextos culturais das teorias abordadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><br \/>\n<span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Linha 1 \u2013 Subjetividade, \u00c9tica e Pol\u00edtica<\/span><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">A tem\u00e1tica da subjetividade \u00e9 o elemento estruturador desta linha de pesquisa, estabelecendo o elo entre as tem\u00e1ticas da \u00e9tica e da pol\u00edtica e caracterizando o modo pelo qual os professores pesquisadores da linha abordam quest\u00f5es \u00e9ticas e pol\u00edticas a partir de reflex\u00f5es sobre o sujeito. Essa transversalidade se d\u00e1 atrav\u00e9s dos enfoques abaixo, diretamente vinculados a autores cl\u00e1ssicos que problematizam as quest\u00f5es estruturantes desta linha de pesquisa.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Sujeito, rela\u00e7\u00f5es de poder e possibilidades de libera\u00e7\u00e3o<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Trata-se da interroga\u00e7\u00e3o sobre os processos de constru\u00e7\u00e3o de subjetividade e sobre a liberdade que nos seria poss\u00edvel, tendo em vista refletir sobre as condi\u00e7\u00f5es pelas quais ser\u00edamos agentes \u00e9ticos no exerc\u00edcio dessa liberdade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Uma forma de abordar a conex\u00e3o entre subjetividade e liberdade \u00e9 atrav\u00e9s da an\u00e1lise do estatuto da pol\u00edtica e da religi\u00e3o em Baruch Spinoza (1632-1677), atrav\u00e9s da qual pode-se considerar \u00e9tica e politicamente a quest\u00e3o da servid\u00e3o e as possibilidades de libera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">J\u00e1 a partir da obra de Arthur Schopenhauer (1788-1860), em uma perspectiva \u00e9tica e eudemonol\u00f3gica, podem-se investigar quais s\u00e3o nossas possibilidades de a\u00e7\u00e3o dada nossa constitui\u00e7\u00e3o volitiva. A cl\u00e1ssica cr\u00edtica da filosofia de Schopenhauer \u00e0 \u00e9tica de Immanuel Kant (1724-1804), que acusa o imperativo categ\u00f3rico kantiano de ser um imperativo hipot\u00e9tico, abre espa\u00e7o para um prof\u00edcuo debate \u00e9tico ao questionar as pretens\u00f5es de poder da raz\u00e3o humana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Em sentido semelhante, as investiga\u00e7\u00f5es hist\u00f3rico-filos\u00f3ficas de Michel Foucault (1926-1984) sobre a forma\u00e7\u00e3o do conceito de homem na modernidade s\u00e3o fundamentais para investigar a constitui\u00e7\u00e3o de saberes e as rela\u00e7\u00f5es de poder que produzem subjetividade e condicionam nossas a\u00e7\u00f5es. Quais s\u00e3o as bases epistemol\u00f3gicas, pol\u00edticas e \u00e9ticas que permitiram a instaura\u00e7\u00e3o dessa nova forma de subjetividade? Como \u00e9 poss\u00edvel pensar as possibilidades de exerc\u00edcio da liberdade e a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica a partir do que Foucault denominou \u201ccuidado de si\u201d? Ou, ent\u00e3o, mais especificamente, problematizando em que condi\u00e7\u00f5es de possibilidade as pr\u00e1ticas de si produzem subjetividades e modos de ser?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Trata-se, portanto, de um redimensionamento te\u00f3rico do que tradicionalmente se atribui como evidente quando se trata de refletir sobre a escrita da hist\u00f3ria, as rela\u00e7\u00f5es de poder e o papel do sujeito no processo de produ\u00e7\u00e3o de verdade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s coisas, aos outros e a si mesmo.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Sujeito, Modernidade, progresso e Hist\u00f3ria<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Como se sabe, as investiga\u00e7\u00f5es de Foucault t\u00eam forte inspira\u00e7\u00e3o em Friedrich Nietzsche (1844-1900), respons\u00e1vel por instaurar uma desconfian\u00e7a sistem\u00e1tica em rela\u00e7\u00e3o a tudo o que at\u00e9 ent\u00e3o fora considerado superior, elevado ou de mais alto valor. Assim, a pr\u00f3pria cultura moderna \u2013 atrav\u00e9s de suas manifesta\u00e7\u00f5es de ordem art\u00edstica, moral, religiosa, pol\u00edtica, cient\u00edfica e filos\u00f3fica \u2013 deve ser avaliada de forma cr\u00edtica, o que rompe frontalmente com o ideal de progresso do pensamento iluminista. Nietzsche leva a Filosofia a interagir com dom\u00ednios at\u00e9 ent\u00e3o estrangeiros ou, pelo menos, fronteiri\u00e7os, como Filologia, Psicologia, Hist\u00f3ria e Medicina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Questionar os ideais de progresso, portanto, est\u00e1 diretamente relacionado a repensar a fundamenta\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria no que concerne \u00e0 elucida\u00e7\u00e3o do que pode ser chamado, genericamente, de \u201cmotor da Hist\u00f3ria\u201d, ou seja, aquilo que \u00e9 determinante no processo hist\u00f3rico e as suas implica\u00e7\u00f5es \u00e9ticas e pol\u00edticas. Nesse sentido, s\u00e3o essenciais, por exemplo, tanto a tradi\u00e7\u00e3o moral e pol\u00edtica, sobretudo alem\u00e3, caudat\u00e1ria de Kant e Georg W. F. Hegel (1770-1831), quanto as considera\u00e7\u00f5es nietzschianas sobre a hist\u00f3ria e a cultura, vinculadas aos conceitos de sentido hist\u00f3rico e niilismo, e tamb\u00e9m a articula\u00e7\u00e3o dos momentos hist\u00f3ricos axiais que ilustram tanto a reflex\u00e3o do fil\u00f3sofo a respeito da eleva\u00e7\u00e3o da cultura quanto os momento hist\u00f3ricos que comprometem sua filosofia com formas totalit\u00e1rias de poder.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Pol\u00edtica e \u00e9tica, pol\u00edtica e est\u00e9tica<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">No contexto contempor\u00e2neo, herdeiro dessas concep\u00e7\u00f5es modernas de sujeito e de suas virtudes, desvirtudes e contradi\u00e7\u00f5es, tornam-se necess\u00e1rio discutir e analisar de que forma sociedades estruturadas ao redor dos princ\u00edpios de defesa de liberdades b\u00e1sicas e de toler\u00e2ncia moldam e estabelecem as caracter\u00edsticas do pensamento \u00e9tico. Trata-se, portanto, de explorar as complexas correla\u00e7\u00f5es entre pol\u00edtica e \u00e9tica nas sociedades atuais que aspiram ao ideal de permitir o pluralismo de concep\u00e7\u00f5es religiosas, morais e filos\u00f3ficas de seus cidad\u00e3os. Dito de outra forma, no atual contexto democr\u00e1tico com pretens\u00f5es laicas, secularizadas e de imparcialidade \u2013 nos moldes em que \u00e9 pensado, por exemplo, por John Rawls (1921-2002) \u2013 \u00e9 preciso avaliar de que forma se d\u00e1 essa reconfigura\u00e7\u00e3o do panorama \u00e9tico a partir do momento em que se evita o recurso a doutrinas filos\u00f3ficas e religiosas, por natureza controversa entre si, para fundamentar concep\u00e7\u00f5es pol\u00edticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Dada essa transversalidade entre as tem\u00e1ticas da subjetividade, da \u00e9tica e da pol\u00edtica, abre-se espa\u00e7o tamb\u00e9m para discutir as rela\u00e7\u00f5es entre arte e pol\u00edtica. Atrav\u00e9s, por exemplo, da busca de pontos em comum entre as est\u00e9ticas de Theodor Adorno (1903\u20131969), com sua contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 arte engajada, e Jacques Ranci\u00e8re (1940-), com a ideia de passagem de um &#8220;regime representativo das artes&#8221; para o &#8220;regime est\u00e9tico das artes&#8221; como uma transforma\u00e7\u00e3o do discurso hegem\u00f4nico sobre as artes constitu\u00eddo a partir do Renascimento, \u00e9 poss\u00edvel pensar e problematizar a atualidade e as desventuras do pensamento cr\u00edtico para a compreens\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas da arte e de que forma elas podem servir de modelo para transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas.<\/span><\/p>\n<p><strong>Docentes<\/strong>:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/7726984773437679\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Affonso Henrique Vieira da Costa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/3430633698914755\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Danilo Bilate<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/5894462070453777\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jos\u00e9 Nicolao Juli\u00e3o <\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/5290499042057589\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Juliana Ortegosa Aggio<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/3068706676553943\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leandro Pinheiro Chevitarese<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/5935263169414879\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Luiz Philiphe de Caux<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/2002089262954285\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pedro Hussak van Velthen Ramos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/7589245190503189\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Renato Nogueira dos Santos Junior<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/1105208560294285\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Walter Valdevino Oliveira Silva<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><br \/>\n<span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Linha 2 \u2013 Ontologia, conhecimento e linguagem<\/span><br style=\"font-family: arial; font-size: small;\" \/><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Esta Linha visa realizar pesquisas voltadas para a investiga\u00e7\u00e3o reflexivo-cr\u00edtica de conceitos, an\u00e1lises, proposi\u00e7\u00f5es, argumenta\u00e7\u00f5es e problemas filos\u00f3ficos, tanto de car\u00e1ter l\u00f3gico-formal como investiga\u00e7\u00f5es hist\u00f3rico-reconstrutivas (a contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica vista como t\u00e3o relevante quanto a elucida\u00e7\u00e3o de estruturas conceituais). No marco da dupla reorienta\u00e7\u00e3o cr\u00edtico-transcendental contempor\u00e2nea, ocupa-se da quest\u00e3o da validade objetiva\/intersubjetiva dos princ\u00edpios\/regras a priori segundo os quais se ergue a pretens\u00e3o de determinar\/constituir a experi\u00eancia e seus objetos de conhecimento poss\u00edveis, envolvendo aspectos caracter\u00edsticos relevantes da conting\u00eancia das formas de vida. Tal reorienta\u00e7\u00e3o \u00e9 assumida tanto como reorienta\u00e7\u00e3o hermen\u00eautica da filosofia (com eixo na no\u00e7\u00e3o de reconstru\u00e7\u00e3o segundo a historicidade), quanto como investiga\u00e7\u00e3o do conte\u00fado pensado ou da linguagem empregada &#8211; identificados diversamente, mas sem redu\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade f\u00edsica ou ps\u00edquica (psicologismos e naturalismos vistos como tend\u00eancias unilaterais) -, enquanto reorienta\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica da filosofia (com eixo no problema da significa\u00e7\u00e3o).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Pesquisas desta Linha devem dar destaque a quest\u00f5es relacionadas \u00e0 racionalidade em geral, \u00e0s filosofias do conhecimento em suas interconex\u00f5es tanto com teorias ontol\u00f3gicas quanto com teorias l\u00f3gico-lingu\u00edsticas (sint\u00e1tico-sem\u00e2nticas e pragm\u00e1ticas), tais como figuram nos autores mais representativos desse cen\u00e1rio filos\u00f3fico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">As investiga\u00e7\u00f5es nela empreendidas devem refletir o entendimento da correla\u00e7\u00e3o elucidativa entre categorias l\u00f3gicas do pensamento e categorias ontol\u00f3gicas da experi\u00eancia, retomando a tematiza\u00e7\u00e3o da realidade e da verdade reformuladas como quest\u00f5es sobre a objetividade poss\u00edvel entendida em termos de justifica\u00e7\u00e3o racional ou intersubjetiva das pretens\u00f5es de validade de conte\u00fados de sentido de alguma linguagem ou teoria. Integram esta Linha de Pesquisa, em uma atitude de reexame cr\u00edtico, tamb\u00e9m as discuss\u00f5es sobre a pr\u00f3pria legitimidade de pressupostos da filosofia cr\u00edtico- transcendental em seus desenvolvimentos contempor\u00e2neos, tais como a ininteligibilidade da no\u00e7\u00e3o de realidade n\u00e3o dependente da mente, a redu\u00e7\u00e3o naturalista de fatores determinantes do conhecimento e o pressuposto pluralista acerca da possibilidade de esquemas conceituais alternativos de determina\u00e7\u00e3o dos objetos e da experi\u00eancia poss\u00edvel. Nesse sentido, a Linha se volta para os seguintes temas e problemas, em suas articula\u00e7\u00f5es:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\"><strong>(i) ONTOLOGIA<\/strong>. Estudo cr\u00edtico da estrutura categorial da realidade e do modo de ser de diferentes tipos de entidades de diferentes regi\u00f5es ontol\u00f3gicas. Nesse \u00e2mbito destacam-se as quest\u00f5es concernentes \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre fisicalismo, fenomenalismo e intencionalismo, \u00e0 natureza da exist\u00eancia e das modalidades, ao crit\u00e9rio de identidade de particulares, eventos, rela\u00e7\u00f5es e propriedades, \u00e0s no\u00e7\u00f5es de fato e de proposi\u00e7\u00e3o. Tal como se mostra no debate sobre realismo e antirrealismo, investiga\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas est\u00e3o necessariamente ligadas a teorias do significado e da verdade, de modo tal que estudos nessa \u00e1rea devem ocupar-se com discuss\u00f5es sobre acep\u00e7\u00f5es de significa\u00e7\u00e3o, teorias alternativas da verdade e compromissos ontol\u00f3gicos de conceitos e teorias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\"><strong>(ii) CONHECIMENTO<\/strong>. Quest\u00f5es relativas \u00e0 possibilidade do conhecimento e de respostas ao ceticismo e relativismo. Nesse \u00e2mbito destacam-se quest\u00f5es sobre as fontes, tipos e limites do conhecimento e sua defini\u00e7\u00e3o, sobre a natureza da percep\u00e7\u00e3o, sensibilidade, entendimento, mem\u00f3ria e testemunho, e sobre acep\u00e7\u00f5es adequadas de analiticidade, sinteticidade e aprioridade. O reexame das rela\u00e7\u00f5es entre pensamento, experi\u00eancia e linguagem indica a relev\u00e2ncia da abordagem da no\u00e7\u00e3o de objetividade em conex\u00e3o com a de intersubjetividade, de modo que estudos nessa \u00e1rea incluem desde a elucida\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno da consci\u00eancia de si at\u00e9 a articula\u00e7\u00e3o lingu\u00edstico-proposicional do pensamento e da depend\u00eancia contextual da justifica\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\"><strong>(iii) LINGUAGEM<\/strong>. Na perspectiva dos desenvolvimentos da filosofia cr\u00edtico- transcendental, este marco inclui estudos sobre as reorienta\u00e7\u00f5es da filosofia contempor\u00e2nea nas chamadas guinada lingu\u00edstica e pragm\u00e1tica, que podem ser entendidas de modos mais restritos (\u00e0 filosofia anal\u00edtica) ou de maneiras mais amplas (com inclus\u00e3o de perspectivas hermen\u00eauticas). Estudos sobre o entendimento do deslocamento do centro da filosofia da natureza ou do sujeito para a linguagem e a significa\u00e7\u00e3o podem ser abordados tanto com \u00eanfase sint\u00e1tica (l\u00f3gico-formal), com \u00eanfases sem\u00e2nticas (formais ou informais) ou com \u00eanfases pragm\u00e1ticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\"><strong>(iv) CI\u00caNCIA<\/strong>. Investiga\u00e7\u00f5es relativas ou com implica\u00e7\u00f5es diretas para as filosofias das ci\u00eancias, tanto formais (matem\u00e1tica, geometria e l\u00f3gica) como biol\u00f3gicas e humanidades. Entendemos envolver aqui desde o trabalho mais t\u00e9cnico em l\u00f3gica e teoria de conjuntos at\u00e9 estudos de natureza conceitual tanto da metodologia de pesquisa quanto da hist\u00f3ria das ci\u00eancias. As investiga\u00e7\u00f5es nessa \u00e1rea devem refletir o entendimento atual da complementaridade entre os estudos de fundamentos l\u00f3gicos (a l\u00f3gica da pesquisa cient\u00edfica), de pressupostos ontol\u00f3gicos e da depend\u00eancia lingu\u00edstica, articulados ao estudo da forma\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o de conceitos e de teorias cient\u00edficas.<\/span><\/p>\n<p><strong>Docentes:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/7726984773437679\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Affonso Henrique Vieira da Costa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/6161760196869424\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Alessandro Bandeira Duarte<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/1226279341484012\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Renato Valois Cordeiro<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/1844128902889523\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rodrigo Pinto de Brito<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/3649125210518429\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Robinson Guitarrari<\/a><\/p>\n<p><strong>Colaboradores:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/1214739484433070\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Michelle Bobsin Duarte<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Linha 3 \u2013 Filosofia antiga e recep\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">A linha de pesquisa em \u201cFilosofia Antiga e Recep\u00e7\u00e3o\u201d tem como objeto de estudo os autores cl\u00e1ssicos da Filosofia Grega, considerando suas obras de forma integral, adotando como m\u00e9todo de abordagem a n\u00e3o sec\u00e7\u00e3o de suas doutrinas em sub\u00e1reas tem\u00e1ticas quando estas forem artificialmente propostas. A investiga\u00e7\u00e3o, assim, visa preferencialmente a compreender os textos antigos sem descurar dos entrecruzamentos que se fizerem necess\u00e1rios entre temas como Metaf\u00edsica, Pol\u00edtica e Conhecimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Pelo termo \u201cRecep\u00e7\u00e3o\u201d, os pesquisadores da linha entendem o di\u00e1logo estabelecido entre os Antigos e os Modernos\/Contempor\u00e2neos, cientes de que a interpreta\u00e7\u00e3o do Antigo, n\u00e3o importa a partir de qual vi\u00e9s, ser\u00e1 sempre uma interpreta\u00e7\u00e3o de um estudioso do nosso tempo, que deve, sobretudo, ter consci\u00eancia da perspectiva que adota \u2013 seja ela de tradi\u00e7\u00e3o helenista, rigorosa na an\u00e1lise do contexto hist\u00f3rico-cultural e lingu\u00edstico da \u00e9poca, seja ela resultado da leitura de outros fil\u00f3sofos, enriquecida das quest\u00f5es atuais, interessada n\u00e3o em descrever ou dominar os conte\u00fados legados, mas naquilo que eles contribu\u00edram para o levantamento dos \u201cproblemas cl\u00e1ssicos\u201d da Hist\u00f3ria da Filosofia \u2013 tomando-a como uma escolha refletida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Ainda por \u201cRecep\u00e7\u00e3o\u201d, compreende-se que na Hist\u00f3ria da Filosofia tal di\u00e1logo entre Antigos e Modernos\/Contempor\u00e2neos muitas vezes gerou discuss\u00f5es filos\u00f3ficas e acad\u00eamicas que os estudiosos de \u00e1reas moderna ou contempor\u00e2nea n\u00e3o seguem sem um relevante apoio dos estudos antigos. Podemos citar como exemplo a leitura que Nietzsche faz dos pr\u00e9-socr\u00e1ticos, a influ\u00eancia de Plat\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o e doutrinas de Leibniz, a de Arist\u00f3teles em v\u00e1rias teorias \u00e9ticas contempor\u00e2neas, dentre muitos outros. De forma que a linha de pesquisa abriga esse perfil de investigador, integral ou parcialmente, quando de fato o tema for apropriado \u00e0 linha, buscando, assim, suprir uma car\u00eancia em sua forma\u00e7\u00e3o e, por consequ\u00eancia, estimular e articular o debate entre as distintas linhas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Como ferramentas de pesquisa, considera-se fundamental:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">(1) o aprendizado da l\u00edngua grega. Para isso, prev\u00ea-se a integra\u00e7\u00e3o de professores-colaboradores ao programa, que ministrem L\u00edngua e Literatura Grega dentro da disciplina de T\u00f3picos Especiais em Filosofia Antiga. A UFRRJ conta, ainda, com uma docente da L\u00edngua nos quadros da Faculdade de Letras e os pesquisadores da linha articulam o apoio de parceiros de trabalho, ligados diretamente ou indiretamente aos seus grupos de pesquisa;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">(2) o conhecimento das tradu\u00e7\u00f5es e edi\u00e7\u00f5es relevantes para o tema em quest\u00e3o. Ali\u00e1s, essa primeira abordagem do texto antigo \u00e9 preliminar de qualquer curso ministrado;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">(3)\u00a0<\/span><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">e a interlocu\u00e7\u00e3o com outros g\u00eaneros discursivos da Antiguidade, tais como a Hist\u00f3ria, a Poesia e a Ret\u00f3rica, quando o contexto o exigir; o que permitir\u00e1 uma leitura meticulosa dos diversos problemas tratados por nossos autores e, ao mesmo tempo, compreender as querelas vigentes na \u00e9poca, principalmente no que tange ao discurso-conhecimento, transmissor de verdade(s).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial; font-size: small;\">Por fim, os pesquisadores da linha \u201cfilosofia antiga e recep\u00e7\u00e3o\u201d consideram que o v\u00ednculo entre filosofia e realiza\u00e7\u00e3o humana, entre conhecimento e liberdade, que teve lugar inicialmente entre os gregos, deve ser cultivado, porque essa tradi\u00e7\u00e3o origin\u00e1ria da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental representa o enfrentamento de problemas, decis\u00f5es e limites fundamentais da hist\u00f3ria da filosofia, cujos desdobramentos s\u00e3o ainda decisivos para a concep\u00e7\u00e3o de filosofia contempor\u00e2nea e sua constante reformula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><strong>Docentes<\/strong>:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/8649832887633328\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Admar Almeida da Costa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/9947230354475901\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Cristiane Almeida de Azevedo<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/1193021237189562\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Francisco Jos\u00e9 Dias de Moraes<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/8425624644707012\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo da Costa Maciel<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lattes.cnpq.br\/6808941623649794\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">M\u00e1rio Motta M\u00e1ximo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1rea: FILOSOFIA O programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em filosofia da UFRRJ visa estruturar um centro de pesquisa e de forma\u00e7\u00e3o de pesquisadores capazes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-9","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.9 - 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