Rio de Janeiro, 4 de junho de 2020.
Convênios de Cooperação Técnico-Científica

O MPGE mant√©m um Acordo de Coopera√ß√£o T√©cnico-Cient√≠fica com a Embrapa ‚Äď PPGE para o per√≠odo de 2015-2017 e tem sem seu corpo docente a participa√ß√£o do pesquisador Prof. Dr. Andr√© Yves Cribb, que pesquisa a Gest√£o do Conhecimento. A partir de sua experi√™ncia na EMBRAPA, suas pesquisas visam o progresso t√©cnico e a acumula√ß√£o tecnol√≥gica que n√£o pode ser vista como um sub-produto mais ou menos autom√°tico da pol√≠tica industrial ou comercial. Pressup√Ķe que qualquer pa√≠s ou setor requer pol√≠ticas ou estrat√©gias espec√≠ficas destinadas a promover a cria√ß√£o de capacidades tecnol√≥gicas. Os novos conhecimentos tecnol√≥gicos s√£o cada vez menos o resultado de esfor√ßos isolados realizados pelo pesquisador solit√°rio ou pela unidade produtiva individual, mas s√£o agora amplamente criados, desenvolvidos e transferidos (e tamb√©m subsequentemente difundidos) atrav√©s de mecanismos complexos envolvendo numerosas formas de rela√ß√Ķes e liga√ß√Ķes interorganizacionais. Assim, o progresso t√©cnico necess√°rio √† competitividade exige o estabelecimento e/ou fortalecimento de rela√ß√Ķes entre organiza√ß√Ķes de pesquisa e ind√ļstrias. Neste eixo, s√£o levados em considera√ß√£o interesses e comportamentos dos atores do sistema tecnol√≥gico agroindustrial do Brasil e ser√£o formuladas linhas de a√ß√£o destinadas a favorecer a transfer√™ncia de conhecimentos tecnol√≥gicos.

O MPGE mant√©m um Acordo de Coopera√ß√£o T√©cnica-Cient√≠fica entre Embrapa - PPGE para o periodo de 2015-2017. Para al√©m, um de seus pesquisadores √© docente do MPGE, o Prof. Dr. Andr√© Yves Cribb. A partir de sua experi√™ncia na EMBRAPA, suas pesquisas visam o progresso t√©cnico e a acumula√ß√£o tecnol√≥gica que n√£o pode ser vista como um sub-produto mais ou menos autom√°tico da pol√≠tica industrial ou comercial. Em qualquer pa√≠s ou setor, requer pol√≠ticas ou estrat√©gias espec√≠ficas destinadas a promover a cria√ß√£o de capacidades tecnol√≥gicas. Os novos conhecimentos tecnol√≥gicos s√£o cada vez menos o resultado de esfor√ßos isolados realizados pelo pesquisador solit√°rio ou pela unidade produtiva individual, mas s√£o agora amplamente criados, desenvolvidos e transferidos (e tamb√©m subseq√ľentemente difundidos) atrav√©s de mecanismos complexos envolvendo numerosas formas de rela√ß√Ķes e liga√ß√Ķes inter-organizacionais. Assim, o progresso t√©cnico necess√°rio √† competitividade exige o estabelecimento e/ou fortalecimento de rela√ß√Ķes entre organiza√ß√Ķes de pesquisa e ind√ļstrias. Neste eixo, ser√£o levados em considera√ß√£o interesses e comportamentos dos atores do sistema tecnol√≥gico agroindustrial do Brasil e ser√£o formuladas linhas de a√ß√£o destinadas a favorecer a transfer√™ncia de conhecimentos tecnol√≥gicos.